Observação
A prática do auto conhecimento torna inevitável o hábito de observação.
E a partir disso, mínimas alterações e desvios de padrão são facilmente notados, reconhecidos e compreendidos.
Quando você atrair algo que não consegue se mostrar, use o campo da observação e atribua a sua capacidade e a sua fé de chegar em alguém que por horas veio até você e tentou falar.
Já imaginou a distância literalmente entre vocês?
A penas uma observação!
Não perca tempo com, migalhas de atenção!
Que você não sofrerá com a frustação de entregar seu pobre coração!
A essa grande ilusão!
Diálogo sobre a observação
Adamastor:
- Caro Lucius, percebeste como o dia hoje se encontra lindo?
Lucius:
- Todos os dias são lindos, caríssimo Adamastor; aos olhos daqueles que sabem contemplar!
Às 13h28 in 08.11.2023
A observação minuciosa e a intuição combinadas ampliam a percepção sobre a realidade, necessitando apenas a verificação da verdade.
O silêncio e o poder de observação, são duas características importantes para alcançar sabedoria.
27-08-2023
"A observação atenta dos comportamentos entre obreiros é essencial para promover um ambiente de confiança, cooperação e eficácia no cumprimento da missão da igreja."
A HISTÓRIA COMPARADA E SEU DUPLO RECORTE DE OBSERVAÇÃO
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“A História Comparada é antes de mais nada uma modalidade historiográfica fortemente marcada pela complexidade, já que se refere tanto a um ‘modo específico de observar a história’ como à escolha de um ‘campo de observação’ específico – mais propriamente falando, o já mencionado “duplo campo de observação”, ou mesmo um “múltiplo campo de observação”. Situa-se, portanto, entre aqueles campos históricos que são definidos por uma “abordagem” específica – por um modo próprio de fazer a história, de observar os fatos ou de analisar as fontes. Resumindo em duas indagações que a tornam possível, a História Comparada pergunta simultaneamente: “o que observar?” e “como observar?”. E dá respostas efetivamente originais a estas duas indagações.
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Talvez aí esteja precisamente o que há de mais instigante nesta abordagem historiográfica: o fato de que, em função destas duas indagações que parecem constituí-la na sua essência mais íntima, a História Comparada sempre se mostra como um insistente convite para que o historiador repense a própria ciência histórica em seus dois fazeres mais irredutíveis e fundamentais – de um lado, o ‘estabelecimento do recorte’, e, de outro lado, o seu modo de tratamento sistematizado das fontes. Em suma, a História Comparada tanto impõe a escolha de um recorte geminado de espaço e tempo que obrigará o historiador a atravessar duas ou mais realidades sócio-econômicas, políticas ou culturais distintas, como de outro lado esta mesma História Comparada parece imprimir, através do seu próprio modo de observar a realidade histórica, a necessidade a cada instante atualizada de conciliar uma reflexão simultaneamente atenta às semelhanças e às diferenças”
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[BARROS, José D’Assunção. ‘História Comparada'. Petrópolis: Editora Vozes, 2014].
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Apenas olho
e faço a minha observação,
mas não disponho,
deixo a reação
por conta de cada um...
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De tudo que eu faço, penso ou me oriento é fruto da minha observação. Portanto, é óbvio que em algum momento do percurso vou desagradar alguém.
