Objetos
Pessoas não são objetos, são processos.
É por isso que o perdão é essencial para construir conexões reais.
Muitas cidades ainda serão objetos de desprezo, espanto e opróbrio, assoladas pela natureza, porque não aprenderam a obedecer a mão do Senhor diante dos Seus conselhos e avisos.
Existem milhares de objetos inteligentes, mas o maior investimento inteligente é dar a educação aos nossos filhos.
Interessante a vida, as pessoas e os momentos. Muitos nos tratam como objetos, nos descartam como lixo, sem importar com sentimentos.
Quiçá nestes tempos hodiernos, influenciados pelo consumismo desregrqdo que suplanta o ser, na ansia tresloucada de tão somente ter.
Enquanto uns dão valor a objetos, sobrepujando o valor de uma vida até, outros perderam à vida o valor, segue o desdém.
Elimine os excessos de suas preocupações, pondo ordem no seu mundo interior, administrando objetos em seus devidos lugares e conferindo a sua agenda cultural, social, profissional e espiritual em dia.
Quem cobra para obter o perdão de Deus, baseados em compras de objetos do cantor ou do pregador, ou por duas horas de músicas evangélicas, é mercenário, cafetão.
Aquela proposta
irrecusável de trabalho
não interessa
dinheiro e objetos valiosos
não interessa
pois tudo isso
corremos atrás
e até conseguimos
mas tudo se vai
junto com a vida
essas necessárias
ilusões
que habitam
nossa mente
nos trazem
desafios e ambições
tudo que conquistamos
não tem valor algum
pois o maior valor
de um ser humano
é a vida !
Nada material
que fica
te avalia melhor
na passagem
o maior tesouro
são as lembranças
vividas e a simplicidade
das relações verdadeiras.
Foi quando me deparei: a realidade cobriu-me naquele instante, como um véu que cobre objetos e os reduz a nada, senão simples formas. Os vultos me cercavam, e um silêncio ensurdecedor ecoou nos meus ouvidos. A existência, antes anestesiada pela minha tentativa inútil de esquecer-me ou até fugir dela, penetrou-me aos olhos: já não enxergava mais nada. O breu tomou conta de minha visão, e ali já havia entendido — e, certamente, foi o estopim da fatalidade que me poderia ocorrer. Não poderia fugir; como conseguiria, se já não me havia forças para correr, muito menos direção para guiar-me? E, se os tivesse, alcançando o topo da colina mais alta e mais distante de todas, como poderia fugir de mim mesmo? Como poderia fugir da angústia que tomou completamente meu corpo naquele instante? A única coisa que poderia fazer era olhar fixamente para o nada, assim como olho para mim no espelho pelas manhãs. Sem escapatória, era apenas uma alma passando frio, ao lado de tantas outras vestidas, combinadas e esquentadas pelo calor de suas vestimentas: seus corações, que palpitavam ferozmente ao contato dentre tantas outras parecidas, enquanto o meu já não tinha forças para viver. Meu coração estava num imensurável inverno congelante, sem previsão de essência: espera-se, somente, a morte por hipotermia.
“Fenômenos de efeitos físicos, como levitação, objetos arremessados ou casas mal assombradas, são provocados pela energia da mente. Não há nada de sobrenatural nisso. A Parapsicologia é a ciência que mais estuda isso”.
Proust afirma que os objetos têm a capacidade de preservar nossas lembranças. Quando nos conectamos com esses objetos em um certo momento, o passado se torna predominante no presente, integrando-se à nossa realidade de forma mais intensa do que o momento atual. O autor francês acredita que o passado é uma entidade viva que se modifica, se reconfigura e adquire novos elementos, lembranças e significados. Essa dinâmica também se aplica aos livros.
Assim como os objetos, os livros são portais para o passado. Quando mergulhamos em suas páginas, somos transportados para outras épocas, outras vidas e outras perspectivas. Cada palavra escrita por um autor é como uma cápsula do tempo, contendo pensamentos, emoções e experiências que podem ressoar conosco de maneiras profundas e transformadoras. À medida que lemos, as histórias e ideias se misturam com as nossas próprias, criando um diálogo contínuo entre passado e presente. Os livros, assim como os objetos, têm o poder de nos lembrar quem éramos, quem somos e quem podemos nos tornar, enriquecendo nossa jornada através do tempo e do conhecimento.
ESSE BRILHO!
Quem disse que eles invejam sua casa?
Quem disse que eles invejam seus objetos?
Eles invejam a força com que você se levanta após as quedas.
Eles invejam esse sorriso que insiste em seu rosto.
Eles invejam esse brilho que reluz em ti.
Em tudo deixamos nossas marcas. No solo, nossas pegadas. Nos objetos, nossas impressões. No esforço, nosso suor. Na dedicação, nosso tempo. Nas lembranças, nossa história. No coração, a pessoa amada.
"Continue a nadar!"
No espaço o encontro de objetos não é por acaso. Na verdade o acaso não mora ali. Nesta ordem cósmica mesmo que demorem milhões de anos, as rotas estão sempre pré-estabelecidas. Assim é o nosso destino, somos nós neste sistema de coisas, só é o que é. Faças sempre o que deves fazer!
Lucius tem uma maneira "inabitual", de se despedir de objetos seus, que se quebram ou que se rasgam -( como peças de roupas).
Quando chega o tempo da consumação total de seu uso, antes o de o lançar fora, ergue o objeto aos Céus e, como que agradece aos "deuses", por lhe terem proporcionado desfrutar do que lhe fora concedido. Carinhosamente se despede do objeto, agradecendo por ter cumprido sua missão. A de ter, tanto sido útil, quanto por ter fornecido prazer a seu dono.
✡️
Sair ungido objetos e locais, decretando, determinando e profetizando que Deus vai fazer tudo, não é oração da fé, mas superstições do sincretismo religioso.
