Objeto
Fui arrumar minha casa.
Mudei os móveis de lugar
Lavei o chão
Tirei a poeira
Separei os objetos que eu não usava mais.
Lavei a louça
Limpei a varanda
Sequei minhas lágrimas
Deixei de lado dores que não precisavam mais ser sentidas.
Resolvi voltar meu controle emocional para o lugar, pra perto de mim.
Decidi abandonar de vez hábitos
antigos.
O autocuidado deixei em um lugar visível, para não esquecer.
Ele ficou perto da autoestima.
A versão do medo, que alerta, coloquei na primeira gaveta
da estante. As vezes, preciso.
Já as outras versões que prejudicam joguei fora.
A coragem ficou à mostra, em cima do meu criado-mudo.
Os pensamentos desorganizados?
Hoje, eu consegui deixá-los cada um em seu devido lugar.
No novo tapete da entrada, está escrito:
Área sob proteção.
Quando terminei a faxina, sentei na varanda da casa
para sentir o vento no rosto.
Alivio.
O manso traidor da patria...
Manso com suas mansões...
Mero objeto da manifestação de riqueza e poder.
Na podridão....
Sois antro atroz de so pensar em si mesmo,
Nada mais profundo que sua pragmática....
Nada mais profundo que sua falta de realidade.
Ausência da verdade escorrem por seus lábios. Como o veneno escorre da boca de uma vibora venenosa.
Nas sombras do infinito e avante.
Somos objeto diante da imensidão da ignorância.
Portanto todo ser pujante floresce num deserto avança sobre as areias do infinito.
Mesmo nos vãos da existência alienada passamos entre frestas de pensamentos,
E entre vulgo das chamas somos bruxas em praça publica...
Somos objeto para ser julgado e condenado...
Suba na vassoura se voar sera declrado bruxa as leis da inquisição te condena a afogamento por questionar o sistema da nova apologia. Gregos Somos Roma no início e no fim, neros negócio de família...
Somos objeto de estudo enriquecimento cultural raríssimo...
Julgamos o contemporânea vida numa alienação coletiva abstrata entre crias dos vies acúmulo do absurdo.
Ainda sobreviventes do ambientalismo do gado pois o gado alimenta o povo a floresta apenas mato cresce em qualquer lugar.
A tolerância da existência
Somos objeto de estudo?
Somos dinossauros, pois tudo que criamos é simplicidade e já foi criado.
Todas as ideias já foram pensadas por outros pensadores.
Somos alienígenas numa alienação parental.
Para poucos, ousamos ser cegos, pois a inércia te torna feliz até morrer.
Mesa vazia...
Somos objeto início meio e fim,
Objeto se declarou no final foi feliz...
Dias das mães uma mesa arrumada a família reunida. Presentes e agradecimentos e tenha um dia feliz.
Nove meses de muito sacrifícios e uma vida de sacrifícios e trabalho ardo...
E tudo certo feliz dias das mães o comércio agradece...
Alguns fazem churrasco, outros vem futilidade na televisão ou mesmo todos nós celulares.
No final do dia beijos ate outra vez.
No final do dia a mesa vazia existiu.
Paradoxo de existência contemporânea tem sentido.
Paradoxo temporal é a verdade mesa sempre esteve ali ao mesmo tempo nunca existiu.
Paradoxo da anestia
Somos objeto de estudo,
Alegrias da existência...
Entre linhas das constituição sombras.
Nas testemunhas do silêncio palavras apenas num discurso vazio,
Lertagido ser as grades são lágrimas veladas em balelas que arrasta multidões...
Somos objeto de observação.
Somos alienígenas e máquinas servis de um sistema feudalismo digital.
As grades do intelectual consome o ser eu ate que não sobre mais nada...
Nas colisões de realidade somos servos ate que acordamos num deserto de opiniões...
O arco do feudalismo digital dado com força das elites do silício dominam o mundo...
Somos objeto que observam os observadores...
Entres esses a natureza do mundo sofre degradação e assoreamento do solo...
Será obstáculo para verdade ser dita pois ser contemporâneo nada mais é simplicidade abandonado de seu intelecto restando a carca para posteriormente ser estudado pelos filhos da alienação.
A jaula é imaginária, mas ela existe, o outro é um coisa, um objeto, o outro é meu.
O Amo demais, tenho medo de perdê-lo e se alguém mais sedutor aparecer? E se as promessas de um futuro eterno foram vazias ou mornas? Preciso me casar com urgência, antes que meu amado escape das minhas mãos, antes que tenha outra dona. Eu o cobro, amor, atenção, o mesmo corpo de um ano atrás, o mesmo beijo ardente, as mesmas declarações, o mesmo entusiasmo, nada é igual. Ficava com medo de ficar feia, gorda, chata, rabugenta, infeliz, aliás, projetei o sucesso do nosso relacionamento. Os incômodos me atormentavam, abriam feridas, ele deixou de ser romântico e eu também. A cada nova amizade, novas comparações, a grama do vizinho era mais verde e mais aparada, outras mulheres tinham qualidades que faltava em mim.
Nunca o escravizei, ele sempre teve vida própria, não o impedia de sair com os amigos, acho até que nunca tive esse poder, se pede para ir é porque quer ir, se não quer me levar é porque quer respirar. Eu carregava meu tijolo da mágoa, me esforçava e palpitava o que para mim significava família feliz, faltava mais amizade, faltava mais envolvimento matrimonial, faltava o casamento na prática, dividir tristezas e alegrias, contas, chateações e esperanças, sem prevalência de desejos que o outro mude e se transforme naquilo que eu gostaria, sem posições de perde e ganha, sem disputas, sem competições, sem brigas. Para quê se digladiar, éramos marido e mulher. Quem ama zela, cuida, celebra, partilha, é de mãos dadas, seguindo avante sem presunção ou superioridade, sem que as diferenças nos desuna e sim nos una, que não importasse a classe social, a raça, o tipo físico, a aparência. Tinha muitas dúvidas, trocava o incerto por outro incerto, tinha medo, na verdade eu tinha pânico. Muitos dos defeito que vejo nele, vejo em mim mesma é como se eu brigasse comigo, me enxergasse ridiculamente arrogante, sem graça, egoísta, preguiçosa, agressiva.
Como me entristeço em encontrar pessoas que por nenhum motivo enxergam outras pessoas como ser inferior, não há pessoas melhores ou piores, mais ou menos, não projete as imperfeições do outro e não projete suas imperfeições no outro.
Vivemos almejando o futuro, no entanto, que não nos seja objeto de esquecimento que ele é construído a partir do que melhor possamos fazer, hoje!
A Felicidade não está no final, no objeto a ser conquistado. A felicidade esta no caminho que se percorre até o objeto
A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS! e seja qual for a nossa escolha, deixamos algo para trás, seja um objeto, ou um grande amor!
Por que só dão valor quando perdem um amor, um amigo, até mesmo um objeto?
Então, galera, tá na hora de abrir os olhos pra vida, pro mundo e pra quem o cerca. Tem gente que só tá pedindo um pouco de atenção, não deixem que o grito de alerta seja extremo, seja a última coisa deixada por esse alguém que sofre calado.
A diferença do conhecimento e da sabedoria é que no conhecimento você tem o saber apenas como objeto de valor, já a sabedoria você é o que você sabe,na pratica. A verdadeira inteligencia esta em saber usar a sabedoria a nosso favor.
Apenas um toque define a superfície de um objeto
Apenas um beijo comprova a maciez dos lábios de alguém
Apenas um grito salva o dia
Apenas uma palavra destrói sonhos
Apenas uma ideia sobrevive no tempo
Apenas um suicido me tornaria feliz
o dos meus sentimentos
Os dias passarão, verás que o objeto do seu ferimento não o feriu tanto assim... E a dor foi muito menor... e no fundo irrelevante comparados aos momentos únicos, simples e inesquecíveis...
