O teu Rosto poema
Busco o teu sorriso mais puro e belo que tens para que eu não a veja com lagrimas no rosto;
És a perfeição em pessoa, ó filha do rei da terra, contemplai os meus sentimentos que tem a solidez suportável;
E antes que o brilho do sol nos agracie irei em marcha em qual quer lugar desconhecido para gritar o quanto lhe amo;
O arvoredo do monte é a beleza natural de um sentimento real que espera uma suave brisa no rosto;
Com o gosto adocicado de um amor de chocolate envolvendo prazer e desejos juntos em um só;
Buscando no intimo um sangue quente que resulte na realização extensa de um único sentimento... ”O amor”;
Concerto-te a cada instante e desenho o teu rosto em meu céu com nuvens de algodão para te trazer próxima a mim;
Qual quer situação de ansiedade por ti faz-me ficar cego de saudade, querendo te ter, te abraçar e te beijar;
Você até pode achar que sou louco, toda via serei e pela felicidade do meu coração sou tudo aquilo que me traga solução;
Nunca mais verei teu rosto, teus olhos brilhantes,
A vida nos levou por caminhos distantes,
E nesta solidão meu peito chora e lamenta,
Pois sei que é para sempre o adeus que me atormenta.
Na maior parte do tempo, não consigo esquecer o seu rosto.
Tenho que considerar uma coisa;
Você é o livro que sempre imaginei ler.
Ia tomando já cor o dia
Via-se que dentro do meu sonho
Irradiava uma luz negra
Via-se um rosto dorido, sofrido
Com os olhos baixos
Como que ausente.
Ao tocar-lhe tomou brilho
Com a luz do meu amor.
Logo o reconheci
Levantou o rosto e olhou-me
Perguntou, à quanto tempo ali eu estava
Eu respondi, que ali estivera sempre
Esperando por ele,
Mas a escuridão da vaidade
O tinha cegado.
Ia tomando já cor o dia
Via-se dentro do meu sonho
Uma sombra,
Um rosto dorido, sofrido
Com os olhos baixos
Como que ausente
Ao tocar-lhe tomou brilho
Com a luz do meu amor
Logo o reconheci
Levantou o rosto e olhou-me
Perguntou, à quanto tempo ali eu estava
Respondi, que ali estivera sempre
Esperando por ele
Mas ele vivia na escuridão da vaidade
E os seus olhos não suportavam
O brilho do meu amor...cegavam.
No sonho, beijei teu rosto
Abracei e senti do teu corpo reciprocidade.
Foi tudo tão real
Recordo o teu sorriso
Os teus dedos que suavemente me acariciavam
Do braço que deslizava
E aproximava o meu corpo do teu.
Mais uma vez, tu no meu sonho.
Mesmo que não saiba onde te encontrar
Dentro do meu coração
Eu sou feliz
Foi-me dada a certeza que existes.
Eu sinto-te em mim.
Na lua vejo o reflexo do teu rosto
Essa imagem aquieta meu coração
A alma sorri
Ah! movemos céu e terra!
Vem, mas não tires a minha paz
Ao entrarmos no jardim do amor
Não busques espinhos
Embebeda-te com o perfume das pétalas.
Foi se embora a magia do conto
Levou o sorriso sem explicação
O rosto ficou exposto ao tempo
E o resto no silêncio do vento.
Poema - A Verdade
Passa maquiagem
No rosto, não na realidade
Na mensagem
Passa a verdade
Não tem mentira
Não tem primeiro de abril
Minha poesia
É como um fuzil
Tem alvo
A verdade que falo.
Estou no Instagram
Estou no Face
Mas ei clã
Não tem fake
Homem de palavras
Uso elas
Como uma arma
Da forma correta
A caneta na mão
Tenho muitas munições.
Passa maquiagem
No rosto, não na realidade
Na mensagem
Passa a verdade
Não tem mentira
Não tem primeiro de abril
Minha poesia
É como um fuzil
Tem alvo
A verdade que falo.
Rugas
Essas linhas que aparecem no rosto e em todo o corpo,
Chegam para todas as etnias e classes sociais e,
Têm o nome de rugas.
E não são rugas de chorar, de sentir e sorrir
São da idade, do tempo que passou e não volta
Então, para que mentir?
Se não sentiu, não chorou e não sorriu
Elas iriam estar aí, do mesmo jeito
Com ou sem esmeros.
Pra que mentir?
Dizer que veem junto a experiência
Fazendo história e blá, blá, blá!
Pra que olhar-se tão vulgarmente,
E desculpar-se das próprias rugas
Provando da baixa autoestima.
Se tens a preocupação de justificar as rugas
Através dos ritos de passagem que envenenou o corpo
Conta outra! É resto, é o espírito que já está morto.
Sou paz, sou luz, sou beleza,
Sou a própria natureza
Com um rosto de mulher!
No mundo da poesia,
Cheio de encanto e magia,
Posso ser o que eu quiser.
Paz na alma
Sorriso estampado no rosto
a sua chegada
alegra o meu ser
e me deixa em estado de graça
O Primeiro Ritmo
O coração é o primeiro.
Não a pele que nos defende,
não o rosto que nos denuncia,
não a ideia que nos inventa.
Antes de tudo, um músculo.
Trêmulo.
Errado de tão certo.
Bate.
Sem saber se há alguém ouvindo.
Lá no escuro,
onde o mundo ainda é silêncio,
ele se apressa em existir.
Compasso clandestino,
riscando o nada com vontade.
O coração começa sem ter endereço.
Sem saber se será aceito,
se haverá colo,
ou ao menos tempo.
Ele bate.
No vazio.
Como quem chama por um nome
que ainda não foi escolhido.
Descobri isso tarde.
Como se costuma descobrir o amor.
Antes do pensamento,
há o susto.
Há o sentimento nu,
sem dicionário,
sem licença.
Descartes quis começar pela razão.
Mas a razão já é medo.
Já é contenção.
Já é tarde demais.
Antes de sermos gente,
somos urgência.
Ritmo.
Vergonha de termos vindo sem convite.
Ela tem belos olhos
Um olhar profundo
E no rosto, um sorriso lindo.
Para mim, você é meu mundo.
Se sonhar com você fosse estar contigo.
Desejaria que a noite chegasse logo
Para tem um sono profundo.
Melhor
Melhor é o êxito, do que o óleo no rosto,
o dia da morte, do que o do nascimento.
Melhor é ir à casa onde há luto, pelo morto,
do que ir à casa onde há divertimento.
Porque os vivos o aplicam ao seu coração,
vendo o fim de todas as coisas, nesta vida.
Melhor é chorar do que estando alegre ainda.
Pois com a tristeza do rosto, há mais edificação.
O coração dos sábios, está na casa do luto,
mas o coração dos insensatos na da alegria.
Mas todos pensam o contrário, quem diria?!
Melhor é ouvir a repreensão do sábio culto,
do que ouvir, uma canção do insensato.
E tudo é na vida um só artefacto!...
Tempo passa devagar
A lua ainda está aqui
Pra alumiar o rosto
Na escuridão da noite
E acalentar o coração
Na neblina que vem
Do céu estrelado
Tempo passa devagar
Pra deixar o corpo
Pedir abraço
No frio da noite
Tempo, tempo
Passa devagar
Enlouqueço
De amor
Por você
Na noite que
Clareia a minha alma
E o meu ser
Tempo passa devagar
Quero ti ter
Bem perto
Do meu abraço quente
E fazer você mergulhar
Nos meus beijos
Na noite de lua cheia
Tempo, tempo
Passa devagar
O friozinho
Só quero passar com você
