O teu Rosto poema
"Graças a você eu me tornei um homem invejoso.
Tenho inveja da brisa que lhe beija o rosto.
Invejo o brilho, que ao me olhar, tem em seu olho.
Invejo o vento, que lhe esvoaça os cabelos e a água que lhe banha o corpo.
Invejo sua esperteza, por fazer do mais sábio, um tolo.
Invejo aquele que tem seus beijos, o mais valioso tesouro.
Tenho inveja daquele, que não te tem por metade, e sim, por um todo.
Invejo tudo que lhe aquece a tez, quisera eu, ser fogo.
Invejo aquele, que apostando em seu amor, sai vencendo no seu jogo.
Graças a você eu me tornei um homem invejoso.
Eu hoje, invejo todo homem são, pois seu amor me tornou um homem louco..."
"O que posso fazer, se é preciso uma única mensagem sua, pra inundar de sorrisos, o meu rosto?
A lá ó, bobo, apaixonado, que isso coração, de novo?
Riso quente e fácil, pra tela fria e inerte de um celular, é mau agouro.
Posso nem imaginar, de fel, já sinto na boca, o gosto.
Tolo poeta que sou, adoro esse jogo.
Se der certo, um novo amor; se der errado, escritos de um louco.
Tudo no seu tempo, de pouco em pouco.
Coração pirata, cansado das tempestades do amor, procura em teu seio, um porto.
Deixe estar, qualquer coisa, convivo com a dor e novamente sofro.
Sofro, sofro, sofro; sofro, mas não morro.
Tentei alimentar minh'alma com uma fútil paixão, fui tolo.
Tolo por acreditar, tolo por amar, tolo por não saber diferir, o trigo, do joio.
Perdoe-me o devanear, perdi-me em minhas próprias palavras, voltemos àquela moça, o mais doce tesouro.
Eu lhe indago: O que posso fazer, se é preciso uma única mensagem sua, pra inundar de sorrisos, o meu rosto?" - EDSON, Wikney
Um rosto lindo, um cabelo bem cheirosinho,
Um corpo de princesa idêntico com o corpo da princesa da china.
Uma altura necessária pois combina com o seu jeito de andar,
Um olhar atraente que são de se apaixonar.
Uma forma de sorrir que meu Deus quase morri, e quando ela me falou assim, Discreto deixa eu lhe beijar! nossa jurei que não tinha essa oportunidade então eu falei "porquê negar?"
Lágrimas silenciosas correm no meu rosto enquanto teu silêncio grita na minha alma.
Você meu mundo...
Eu pouco, eu nada, nem migalha.
1992
O vexame de meu pecado terrível.
Oh Cristo Jesus, foi no momento que viraste o rosto pregado no madeiro e desfaleceste, que pagaste este pecado, tão terrível e corrupto, que não suporta até mais, tão sujo e insondável meus intentos que o Pai celestial resolveu lhe apagar bem no momento que lhe deste com meu pecado, o vexame foi a vergonha que passaste por ele, a sua nudez revelou meu pecado transgredido no oculto, ele é imperdoável, neste mundo, mais não pelo ato da Cruz, que foi magnífico, seu sangue derramado naquela cruz cobriu não só minha transgressão, mais minha própria vida e dos meus.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
A sina do palhaço
é deixar o sorriso no rosto
enquanto o mundo pega fogo
Fazer rir
mesmo que em seu mundo
tudo esteja se desmoronando
Deixar que pensem
que se apresenta em todos os picadeiros
enquanto na verdade
já se aposentou faz tempo
A Eterna Thamar
Thamar, teu nome ecoa em minha alma,
Teu rosto, memória que nunca se apaga,
Menina de sonhos, ainda a descobrir,
Eu, maduro, em teu olhar quis me consumir.
Nosso amor foi chama, ardente e pura,
Cada instante, marcado pela ternura,
Entregaste a mim tua alma e teu ser,
E juntos aprendemos o verbo viver.
Mas o mundo, cruel e voraz,
Trouxe adversidades, nos separou em paz,
Roubou-te de meus braços, sem compaixão,
Deixou-me apenas a dor e a solidão.
Treze anos se passaram, e em meu peito,
Ainda pulsa o amor, tão perfeito,
Intenso, eterno, como a primeira vez,
Lembrança viva de um amor cortês.
E sei que em teu coração, guardado assim,
Resta um pedacinho imortal de mim,
Thamar, amor que o tempo não desfaz,
És minha história, meu sonho, minha paz.
SE SALVE, JORGE
Hey, amigo, levante o rosto e sorria.
Não deixem os obstáculos desanimarem você.
Tenha coragem, tome a sua espada;
Faça do seu sorriso a sua própria cavalaria!
Seus sonhos mais fantásticos vão vencer,
Todas as incertezas serão lançadas no Vale do Nada!
Sei que a vida traz dias de temporal,
E que as retinas se cansam de assistir cada queda!
No teatro da vida, você é o ator principal,
Não deixe fecharem as cortinas de pura seda...
As pessoas não nos valorizam como merecemos!
Não se aborreça, seja firme, seja resiliente!
Suas lágrimas não merecem escapulir;
Não queira fazer dos seus braços dois remos...
Levante o queixo, mantenha-se contente!
Sabe que quando precisar eu estarei aqui...
Como amigo, às vezes não sei bem o que dizer;
Sua pele não habito, e desconheço sua dor!
Todavia, meus braços estou a lhe estender!
Não tenho asas, mas posso ser o seu anjo benfeitor!
Adule o seu amor-próprio, abrace a vida;
Deixe que a negatividade tome outra direção!
Deixe quem quer jogar em segundo plano...
Você é uma obra literária que merece ser lida,
Arrepende-se muito quem o lê com pouca atenção!
Seu corpo é montanha, seu coração é oceano!
Quando não lhe valorizarem, reflita...
Há realmente males que vêm para cooperar!
Não queira assassinar as borboletas mais bonitas;
Deixe-as no canteiro do seu coração, ofereça-as um lar!
Você é tão jovem e bonito, jovem e bonito...
É um poderoso guerreiro na arena existencial!
Se a vida lhe impõe obstáculos,
Vença-os... e depois dê um alto grito,
Mostre que você é capaz de combater qualquer mal!
Viver é já por si mesmo um valioso espetáculo!
Querido Jorge, acorde agora!
Você é poderoso e inexpugnável!
Erga o queixo, e cante a cada aurora...
Faça do seu coração um jardim inolvidável!
Ele permanece à beira do limiar, o vento frio da estação tocando seu rosto enquanto o trem repousa por um momento. A porta aberta à sua frente é um convite silencioso, mas a decisão pesa como um fardo nos ombros. De dentro do vagão, ele observa o caos organizado da estação. Pessoas correm de um lado para o outro, cada uma com seus próprios destinos, carregando sonhos, dores e despedidas. A estação é imensa, cheia de vida, cores que se misturam em um psicodélico turbilhão de emoções, refletindo o turbilhão dentro dele.
É como se o mundo inteiro estivesse em movimento, exceto ele.
Ali, parado no limiar, com os pés ainda dentro do trem, ele sente a hesitação apertar seu peito. O próximo passo não é apenas uma escolha física — é uma decisão que ecoa na alma. Há tanto peso no ato simples de sair do vagão, como se estivesse deixando para trás uma parte de si, uma vida que já não faz sentido continuar. Cada rosto que passa por ele é uma lembrança do passado que tenta se afastar. Há dor, sim, mas também há uma promessa de algo novo do outro lado. Só que para dar esse passo, ele precisa deixar algo para trás, algo que talvez nunca mais volte a ser.
E então ele percebe: a verdadeira viagem não é sobre o destino. É sobre as paradas, os momentos em que decidimos se seguimos em frente ou se ficamos.
A estação pulsa à sua frente, vibrante e viva, mas a escolha é dele. Ficar no trem, confortável no familiar, ou descer, enfrentar o desconhecido e descobrir o que a vida reserva do outro lado?
No fundo, ele sabe que o trem não esperará para sempre.
Adoraria ouvir cada detalhe do seu dia
Adoraria ver cada detalhe do seu rosto
Adoraria passa a mão pelo seu corpo
sentir o seu calor
Adoraria te abraça nem que fosse pela ultima vez.
Seus olhos castanhos me fazem lembrar dos meus livros
Dos post-ti dentro dele com seu nome
Da vontade incessante de te conta cada história
Dos poemas que nunca te dediquei.
Do homem de ferro que o fiz pra ti.
Te amar de longe corrói minha alma,
Me agoniza,
Me faz triste e feliz... ou...
Um sentimento que não sei distinguir
Só sei que o amo.
Eu nunca fui tão feliz em poder enxergar.
Guardarei seu rosto por toda eternidade em minhas memórias,
eternizarei sua beleza em meu
coração,
amarei cada um dos seus
detalhes
e quando eu viver o luto por sua
perda
viverei a saudade do amor que me trouxe
vida.
O sorriso no rosto só serve para esconder a tristeza oculta que portamos em nosso ser.
Tantas coisas, quem vai entender?
A vida é diferente de cada ser vivente, assim também as emoções e as lembranças mais latentes.
Nunca mais verei teu rosto, teus olhos brilhantes,
A vida nos levou por caminhos distantes,
E nesta solidão meu peito chora e lamenta,
Pois sei que é para sempre o adeus que me atormenta.
Foi se embora a magia do conto
Levou o sorriso sem explicação
O rosto ficou exposto ao tempo
E o resto no silêncio do vento.
Poema - A Verdade
Passa maquiagem
No rosto, não na realidade
Na mensagem
Passa a verdade
Não tem mentira
Não tem primeiro de abril
Minha poesia
É como um fuzil
Tem alvo
A verdade que falo.
Estou no Instagram
Estou no Face
Mas ei clã
Não tem fake
Homem de palavras
Uso elas
Como uma arma
Da forma correta
A caneta na mão
Tenho muitas munições.
Passa maquiagem
No rosto, não na realidade
Na mensagem
Passa a verdade
Não tem mentira
Não tem primeiro de abril
Minha poesia
É como um fuzil
Tem alvo
A verdade que falo.
Rugas
Essas linhas que aparecem no rosto e em todo o corpo,
Chegam para todas as etnias e classes sociais e,
Têm o nome de rugas.
E não são rugas de chorar, de sentir e sorrir
São da idade, do tempo que passou e não volta
Então, para que mentir?
Se não sentiu, não chorou e não sorriu
Elas iriam estar aí, do mesmo jeito
Com ou sem esmeros.
Pra que mentir?
Dizer que veem junto a experiência
Fazendo história e blá, blá, blá!
Pra que olhar-se tão vulgarmente,
E desculpar-se das próprias rugas
Provando da baixa autoestima.
Se tens a preocupação de justificar as rugas
Através dos ritos de passagem que envenenou o corpo
Conta outra! É resto, é o espírito que já está morto.
Sou paz, sou luz, sou beleza,
Sou a própria natureza
Com um rosto de mulher!
No mundo da poesia,
Cheio de encanto e magia,
Posso ser o que eu quiser.
