O Sol e o Vento
ninguém sabe de onde vem o vento, uns dizem que vem do norte, outros que andam à sorte, dizem que o trazem no pensamento...
Em um simples passo
Em um passo
Passo o tempo
Em descompasso.
Passo o vento,
O silencio, o espaço.
Flores imaginárias
Extraordinárias, exuberantes
Pena, solitárias
Passo a chuva,
O frio, calor,
Ardor e paixão,
Em desilusão.
Tudo isto passo
Na distância tranquila,
Imutável.
De um passo.
Outro poema dedicado a Léa, passageira de meus pensamentos e emoções.
Os filhos do vento
Do tempo
e Do espaço
Mirando o espetáculo
Do ócio criativo
Sondando
O apocalíptico
Caos
Quando o vento move o seu cabelo, eu preciso ser o vento também, quando a chuva molha todo o seu corpo, eu sou a gota que se recusa a secar...
mas meu bem
Nós somos menos que a palha e não me pergunte porque
Olha quando o vento bate
Ele leva a folha com você
E o ser humano quando cai
Quem é que vai levante você?
Se não outro ser humano como você??
A folha o vento leva.
O vento não leva a pureza do olhar para além da nossa alma, mas, nos lembra que viver é muito mais do que um mero sopro.
Vento de outono
O vento sopra doce
E o dia flui levemente
O amor no entrelace
Nas nuvens flutuam levemente
O vento sopra doce
Nas manhãs de outono
Mais um dia que nasce
Gigante igual o oceano
O vento sopra doce
Nos vales e montanhas
A folha cae e desaparece
No rio que te banhas
@zeni.poeta
Não sou de ninguém
Sou do Tempo
Quem me aceita
Sou do Vento
Posso ser Calmo
Mas posso ser Tempestade
Viver comigo é me Aceitar
Viver um sonho
Ou um pesadelo
Tanto faz
Depende de quem trás
"Sobre essa maravilhosa criação de Deus. Adoro ouvir os pássaros cantando livremente o vento a balançar as folhas, observar tudo com admiração. Uma brisa leve como um susuro no meu ouvido falando: Viva cada momento com intensidade. Apenas viva. Liberdade é poder sonhar de olhos abertos."
O fogo pode esquentar ou consumir, a água pode extinguir ou afogar, o vento pode acariciar ou cortar. E assim é com os relacionamentos humanos: nós podemos criar e destruir, nutrir e aterrorizar, traumatizar e curar uns aos outros.
Amanhã será um novo tempo
De dançar solta no vento
E viver livre de vez
Se reinventar a todo instante
Ser humano, ser mutante
Te beijar então, talvez
A melhor forma de encontrar a Paz é trilhar em meio a natureza e sentir o barulho do vento soprando no ouvido.. Curtindo a paisagem e viajando nos mais aleatórios entrechos dos pensamentos..
O mundo dá voltas
O vento vem vindo de longe
O dia se curva nas flores
Debaixo da água do chuveiro
Morrem muitos amores
Mas o amanhã sempre volta
Com um coelho na cartola
Olhos secos, novos trechos
E recomeça uma nova história
Poema curto autoria #Andrea_Domingues
Todos os direitos autorais reservados 13/05/2021 às 11:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Devasso Sabor.
Sou teu legado,
Herdeiro das suas vontades,
Tocada pelo vento,
Teus gemidos me chamam,
Murmúrios de uma virgem que grita por amor.
De ti vejo exalar brasa viva.
Algo doce libidinoso e prazeroso,
Os travesseiros se molham pela madrugada,
Transpiração salgada e oleosa.
Suas mãos vão bagunçando os lençóis,
Teu corpo contorce pedindo o meu,
Teus lábios caramelizados me faz perder o sono.
Nossas fronhas e o espelho no teto testemunham tudo,
Teu cheiro impregna no cetim,
Milimetricamente percorro teu corpo,
Em labaredas tu tens calafrios,
De repente sua intimidade toda está em minhas mãos,
Resta-me calar-te com beijo meu,
E lhe servir tudo que me pediu.
Teus olhos marejam de emoção.
Arrepiado te digo baixinho,
O macho que te toca agora sou eu.
Trêmula e com sorriso sereno me implora.
Suas unhas gravam em minhas costas no cenário quente e fechado.
Ofegante você me diz;
--Vem!
--Morda-me e toma-me toda para ti que te darei tudo tenho.
--O que está em mim é viscoso e é todo seu.
Devasso sabor de mulher pequena,
Que me causa dor e prazer......
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Do que me resta
Da noite … as sombras.
Da chuva… o rio.
Do inverno… o frio.
Do vento… a brisa.
Do céu… um sol sombrio.
Do que me resta…
Do pouco que a vida me empresta…
Na janela uma fresta.
Do que me resta: esperar acabar a festa.
