O que Nao Elabora se Repete Freud
ORIGEM DAS PSICOPATOLOGIAS PÓS-MODERNAS NO INCONSCIENTE.
O crítico de Freud Garcia Rosa parte da subjetividade do texto inconsciente. Ao criticar o auto pensamento de Descartes, sua consciência rapidamente pensou: "Eu existo porque penso que existo." Na teoria de Descartes, a subjetividade do sujeito começa com a crença de que as coisas são baseadas em sua crença de que tudo está lá. A fé aí. Crença.
A crença no valor das coisas ou a experiência dos princípios da verdade dos fenômenos. Em minha experiência clínica, há um sujeito que não sabe ou por que não quer saber que pensar é sua dolorosa experiência da realidade, uma espécie de terrorismo que surge de pensar sobre sua própria experiência de vida. Não sei por que dói. Não sei por que estou aqui, não sei por que estou neste lugar de pensamento. Não sei por que quero viver assim, então sei que estou sofrendo porque desejo o que não quero, mas não sei por que desejo e penso assim, sei que estou sofrendo. É que eu sofro porque sei que sofro porque penso.
Uma outra questão é a contestação da crença em um Deus personificado. Freud endossou essa ideia em sua última publicação. Eu próprio nunca assumiria tal tarefa, porque tal crença me parece preferível à falta de qualquer visão transcendental da vida, e imagino se seria possível dar-se, à maioria da humanidade, um meio mais sublime de satisfazer suas necessidades metafísicas.
Nota: Trecho de carta para Eduard Büsching, em 25 de outubro de 1929.
...MaisFreud é inibido pela funesta crença na absoluta necessidade do batismo, da nomenclatura, mas ele compensa por seu gênio. Você também reconhece isso mas não nota que o grande chapéu do adulto, que envolve sua cabeça embrutecida, para que nada entre ou nada saia, é um jogo para nós, crianças. Graças a Deus, um jogo. (Carta a Ferenczi de 12-11-1922, in Ça et moi, p.186)
Demorei para contar-te por conta dos ensaios. Freud explica: o pensamento é o ensaio da ação.
Talvez eu tenha ensaiado um pouco demais.
A teologia cristã mostra que somos - corpo, alma e espírito. Freud, apesar de ateu, afirmava que o Inconsciente não tem percepção sobre morte. Deduzimos q o espírito está relacionado ao inconsciente e é imortal; logo somos responsáveis em dar-lhe Vida Eterna e q após a morte, se torna consciente.
Nem Freud explica a relação entre você e eu, sabemos pois que um dia, sim um dia, iremos nos ver pessoalmente, e neste dia vc verá meu melhor sorriso. Quero te amar só até eternamente, e te dizer: eu te amo, incontáveis vezes.
Nossa história é linda demais pra ser esquecida por pequenos atritos, estou contigo e só desisto se um dia simplesmente morrer.
“Desde que Freud fez sua famosa, e na minha opinião desastrosa, reviravolta em 1897, quando decidiu que as seduções infantis que ele acreditava serem etiologicamente importantes não eram nada mais do que produtos da imaginação de seus pacientes, tem sido extremamente fora de moda atribuir psicopatologia a experiências da vida real.”
Concorde com Freud
Matou o analista e foi a Miami.
Na fuga, levou a reboque
a série inglesa de Hitchcock.
Damas ocultas em jardim sem medo
se ofereciam em zoom
para levá-lo a lugar nenhum.
Comparado a seu rosto, dir-se-ia negro
qualquer giz; tal qual surge, intenso,
um osso, no raio-x.
Indagado na fila do passaporte,
declarou que só trazia
na mala a morte.
A tudo respondeu solene e quieto
com minúcias tediosas
de um hemograma completo.
Da mãe herdara um trono abandonado,
escondido numa esquina da infância
e no calibre três-oitão recuperado.
Queria entrar no Reino da Fantasia,
saudar Minnie, Pateta, Alice e a Madrasta,
e com o mel do amor e o mal da teimosia
suplicou à polícia a dádiva de um dia.
Voltou algemado, em classe econômica,
sendo também proibido
de ligar até um fone de ouvido.
Desejou marcar nova sessão,
mas no Paraíso não se dá plantão.
Caju, Catumbi, João Batista,
num deles mora hoje o analista.
Órfão pela terceira vez,
passa o dia jogando damas
na cela do xadrez. Viver, agora,
quando tantos dissecaram sua história,
lhe parece bem mais fácil:
ele, sem qualquer ajuda,
conseguiu escrever o posfácio.
Contemplo a inteligência de Einstein, Freud, Hawking e tantos outros filósofos e cientistas que viveram no século XX, entretanto, não tenho que acatar todas teorias e reflexões atribuídas a eles.
"É impossível enfrentar a realidade o tempo todo, sem nenhum mecanismo de fuga. Freud".
Será?
Não seria aí, um excesso de alto egoísmo?
Nilton
Recordar repetir e elaborar"..
Freud explicou de forma simples como o inconsciente funciona, e o alerta :
O "EU" não é o senhor da sua própria casa..
A análise é a lanterna da essência dos desejos.
Freud
1 de janeiro
1 de janeiro
Reveillon
2 de fevereiro
2 de fevereiro
3 de março
5 de abril
7 de maio
Ah...7 de maio
11 de junho
13 de julho
17 de agosto
Jamais esqueço
19 de setembro
23 de outubro
27 de novembro
Finalmente
29 de dezembro
E assim... perdi todos os primos...
O centro do pensamento de Freud era que a subjetividade do homem é, de fato, determinada pelos fatores objetivos – Objetivos na medida em que se relacionam à própria consciência do homem – e que agem a revelia dele, por assim dizer, determinando-lhe pensamentos e sentimentos, e assim, indiretamente, seus atos. O homem, tão zeloso de sua liberdade de pensar e escolher, é na realidade, uma marionete movida pelos cordéis, atrás e acima dele, e que por sua vez são dirigidos por fatores desconhecido de sua consciência.
Para dar-se a ilusão de que age segundo sua vontade, o homem inventa racionalizações que lhe dão a impressão de agir como age, por ter escolhido livremente a sua atitude, movido por motivos racionais ou morais. Mas Freud não conclui com uma nota de fatalismo, confirmando a incapacidade do homem em relação às forças que o determinam, e sim, que o homem pode adquirir consciência dessas forças que atuam a sua revelia – e com isso ampliar o âmbito de sua liberdade e transforma-se de um joguete movimentado por forças inconscientes, num homem livre e consciente, determinando seu próprio destino. Freud expressou esse objetivo nas palavras “ONDE HOUVER ID, HAVERÁ EGO”.
"Recordar, repetir e elaborar"..
Freud explicou de forma simples como o inconsciente funciona, e o alerta :
O "EU" não é o senhor da sua própria casa..
A análise é a lanterna da essência dos desejos.
A prática psicanalítica é a possibilidade de dirigir o seu destino.
Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro.(Sigmund Freud )
Embora sejamos seres vulneráveis, imprevisíveis, instáveis... Precisamos viver como se não fôssemos o que somos, precisamos estar sempre vestidos do que precisamos ser, ignorando nossa existência para conseguir existir!
"A abrangência do trabalho de Freud nos oferece uma iluminação para analisar como a influência digital desafia e redefine nossas relações com a autoimagem."
