O que Nao Elabora se Repete Freud

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Não me julgue pela minha sensibilidade,
Porque vivo tudo com muita intensidade…
Mais não se engane, tambem sei ser forte,
Aprendi a viver o meu momento,
Para não ter que olhar para tras
Com ressentimento!

Democracia não é ausência de ordem, mas de opressão.

Não pense que tenho uma vida cor-de-rosa, eu só insisto em ser feliz.

TRES PROFUNDEZAS DA ALMA.
Há emoções que não se anunciam. Elas chegam como uma névoa espessa, silenciosa, cobrindo os contornos daquilo que antes parecia sólido. O coração, então, perde sua linguagem comum e passa a pulsar em um idioma antigo, feito de ausências, reminiscências e pressentimentos. Sentir, nesse estado, já não é apenas reagir ao mundo. É ser atravessado por ele.
O abismo não se abre sob os pés. Ele se revela dentro. É uma fenda íntima, cavada ao longo dos anos por tudo aquilo que foi silenciado, negligenciado, adiado. Ali repousam os afetos não correspondidos, os gestos que não retornaram, as palavras que nunca encontraram voz. Quando o homem olha para esse lugar, ele não vê apenas dor. Ele vê a si mesmo, sem as máscaras que o protegeram e o aprisionaram.
E então surgem as lágrimas. Não como um gesto, mas como uma rendição. Elas descem sem pedir licença, traçando no rosto a cartografia de uma história que não pôde ser dita de outro modo. Cada lágrima é uma ruptura com a rigidez, uma recusa em continuar fingindo força onde só há exaustão. Elas não explicam. Elas revelam.
Há um instante, raro e devastador, em que emoção, abismo e lágrimas se encontram. Nesse ponto, o homem não pode mais fugir. Tudo o que ele evitou o envolve com uma clareza quase insuportável. E ainda assim, há uma estranha dignidade nesse encontro. Porque ali, no fundo mais escuro, algo começa a se reorganizar. Não como consolo fácil, mas como verdade incontornável.
Poucos permanecem nesse lugar sem se fragmentar. A maioria retorna às distrações, às superficialidades que anestesiam. Mas aquele que suporta permanecer, ainda que ferido, descobre uma forma mais austera de existência. Uma vida que não se sustenta em ilusões, mas em consciência.
E quando finalmente as lágrimas cessam, não por ausência de dor, mas por esgotamento do engano, resta um silêncio diferente. Não mais o silêncio do vazio, mas o da compreensão. Um silêncio que não consola, mas sustenta.
Porque há dores que não pedem alívio. Pedem apenas que sejam vividas até o fim. E é nesse fim, tão íntimo quanto inominável, que o ser se reconhece, não como queria ser, mas como verdadeiramente é.

Não sei o que é pior: Se iludir pensando que vai dar certo, ou ter a certeza de que não vai dar certo.

Não devemos nos preocupar em como as coisas são, mas nos maravilharmos por elas serem, por existirem.

Gostaria que não ficasse aparecendo e suminmdo tão de repente: deixa a gente com vertigem.

Não teve nada que meu pai me deixou que foi duvidoso.
Meu pai deixou muita matéria-prima pra eu procurar ser a melhor pessoa possível. Meu pai era sensacional!
A pessoa mais legal que já conheci em toda minha vida.

Não é a sociedade que determina o futuro das pessoas, são as pessoas que determinam o futuro da sociedade.

(Re)acostumar

Estou me acostumando a não sentir tua ausência, a não derramar uma lágrima em sua presença e a não receber tua atenção. Estou me acostumando a ser largada, jogada e pisoteada, como se nunca houvesse sido alguém - seu alguém. Minhas promessas se tornam banais conforme o tempo passa e não as cumpro, porém continuo repetindo por vezes seguidas. Me prendi e perdi num replay em camêra lenta onde a cena que passa está longe de ser agradável. Contudo, permaneço estática como uma pedra. É, estou me reacostumando.

Comédia pra fugir da desgraça

Não entendo como as pessoas conseguem gostar de filmes de terror, a vida já é um terror quase que vinte quatro horas, pois temos mais pesadelo do que sonho. São tantos os problemas que são tão assustadores do que qualquer “O Exorcista”, contas de tudo pra pagar, água, luz, telefone, gás, internet, TV à cabo, cervejas, não, isso não é um dos problemas.

E quando mais pobre se é, mais problemas se tem, e mais medonha se torna a vida. Quando se é pobre e se tem filhos os problemas se multiplicam de acordo com o número de filhos, com dois filhos, duplicam, três filhos, triplicam e assim por diante. Por isso que quando vou ver um filme vejo um de comédia, às vezes é preciso fugir da realidade e se iludir um pouco, rir pra não chorar, esquecer que amanha é mais um dia de trabalho grosso pra no fim do mês receber um salário fino, tão fino que depois de uma semana acaba.

Tudo bem que gosto não se discute, por pior que seja o gosto, cada um tem o seu, mas filme de terror não. Quero sorrir, chega de chorar, chega de ter pavor, medo. Pior é a pessoa que vai ao cinema como comemora o dia da independência do Brasil, uma vez por ano e quando vai escolher o filme, escolhe um de terror, pra piorar nas cenas aterrorizantes tapa os olhos, tapa os olhos para não ver a cena aterrorizante! A pessoa paga pra sentir medo, mas na hora do medo ela fecha os olhos para não sentir medo, era melhor ter ficado em casa.

Gosto de comédia porque eu esqueço da vida, esqueço do mundo, quanto mais demorar melhor, tem dias que fico fora do mundo, inerte na frente da TV assistido qualquer coisa de comédia, qualquer coisa que me faça rir, pois eu sei que quando acabar o terror voltará.

Às vezes você me pergunta
Por que é que eu sou tão calado
Não falo de amor quase nada
Nem fico sorrindo ao teu lado.

⁠De repente encontrei a Gratidão
abraçada à Fé e ao Amor...
Não sei bem como ali cresceu,
pois não foi plantada.
Simplesmente nasceu!
Agora é só cultivar,
para que nunca esqueça o solo
que um dia a permitiu brotar.

⁠ja fazem alguns minutos que estou me olhando no espelho.
Não me sinto satisfeito.
Eu vejo as lágrimas deslizando sobre meu rosto,sem controle algum sobre elas.
Bem,nem minha vida
Sou capaz de controlar,
Mas quem é?
Eu tenho meus projetos que fracassaram contidos nessas lágrimas.
Eu tenho séries de dias ruins em cada goticula que se choca contra no chão.
Eu me vejo desabando,como um edificio sem serventia.
Eu quero implodir com essas lágrimas e reduzir tudo a pó.
Eu quero escorregar como poeira que paira sobre o vento.
Ser levado para longe daqui,para longe de mim.
Quero quem sabe, por algum tempo ser eu, mas sem todo esse peso que costantemente carrego nas costas.
Queria ser leve, mas sendo escritor, esse querer é pura contradição.
O peso das palavras é sempre o mesmo
E so cabe a mim lidar com tudo isso.

Lembra da minha coleção de decepções? Você faz parte dela agora. Não definitivamente pela minha mania de preferir acreditar na inocência. Foi tudo uma coincidência até que se prove o contrário. '

Se não deu certo, tenta de novo. Se for pra acontecer, mesmo que com muito trabalho rola! SE FOR PRA DESISTIR DESISTA DE SER FRACO.

Até hoje não entendi,
se era minha fascinação
ou a distração dos outros,
que faziam dela,
a mais linda das solitárias.

Para mim,
ela era perfeita,
linda, doce, sexy,
mas a solidão era sua rotina.

Eu não compreendia tal combinação,
mas creio que seu jeito,
fascinante no olhar,
nos lábios,
no andar,
vinham justamente de sua solidão.

Talvez por isso,
ela,
mesmo sem perceber,
tomava atitudes para manter-se só.

Ela flertava com a solidão,
ela maquiava-se de solidão.

Não faças críticas negativas.
Quando não puderes louvar, cala-te.

E pra não dizer que eu não falei do ódio
Digo, pra que falar?
Falar sobre o demônio, é igual a um convite pra ele entrar

Professor de Guitarra ? ahm?? asuhashashsa

Isso não é ser do rock!! Rock é pegar uma guitarra e deixar os seus sentimentos fluirem, mostrar pra todo mundo que você existe, ta ali pro que der e viver e ta poco se lixando pro que acham de você , é acordar na praia com o sol nascendo e com um violão na mão e perceber que esqueceu de ir embora ontem. É saber que mesmo não sabendo que sabe, você sabe! (se é que me entende). Esse é o estilo rock de ser! Professor não encina tocar, só cria uma ilusão para os fracos que não tem coragem de acreditar em si mesmos.