O Poeta e o Passarinho
A bola é uma arte em que devemos ter muito cuidado e paciência pra que ela não vire uma obra prima na nossa rede, mas sim que ela vire uma obra prima na rede de seu adversário.
Já que vocês chamam os gênios de loucos, então vocês não deveriam internar os loucos já que todos eles são gênios.
Que seu amigo seja o silêncio, que seu amor seja a solidão, só assim você vai ter sossego dentro do seu coração.
Não procuro a solidão pra puder ficar sozinho, mas porque ela e a única que me entende sem reclamar.
Perdoe uma vez, mas jamais perdoe outra vez, pois se fizeres isto, você vai passar o resto de sua vida perdoando.
Poucas pessoas são dotadas com uma luz tão brilhante como o sol, poucas pessoas consegui utilizar tal luz pra iluminar a sua vida, poucas pessoas consegui controlar essa luz, sou uns dos poucos que consegui controlar essa luz perfeitamente.
Escrever é ser humano, permitir-se errar, brincar com isso, criar frases de efeito sempre que necessário e... ser imprescindível!
Os poetas são seres humanos sensíveis como pássaros, que fazem das palavras as asas para voar na sua imaginação.
(http://www.boscodonordeste.recantodasletras.com.br)
A vida traz coisas que deveriam, mas não são, estão lá, mas não chegaram e quando vêm não têm medo, se aninham e se aconchegam.
DIAMANTE POEMA PARA OS AMANTES DO POEMA.
Na guerra inflamada das palavras de cor preta, luta o poeta em inserir sentidos sobre a branca folha estendida. Mostra-se branca, mas não simbolizando a paz, pelo contrario, afronta com rispidez à inovação do escritor que expira no papel toda a sua inspiração. Tece sentidos com fios de conhecimentos, tracejando emoções violentas para dar sentido nas palavras de cor preta grifada na branca folha. Construir um poema é como lapidar o diamante mais puro. Apesar de duro, por certo, o cuidado da preciosidade que tem em suas mãos é muito, e ele ainda faz da peça mais preciosa ainda com as inúmeras facetas que reluz por toda a parte o valor acrescido da matéria, contudo o Diamante bruto ainda guarda em si valores, já o papel e a tinta da caneta do escritor nada valem e não dão sentido a suas atribuições se estiverem separadas. No entanto ainda resta ao escritor dar o valor que nem mil diamantes pagariam o preço do pensamento carregado de sentimentos. Fruto da mente que não mente. Pois verdadeira é a sua criação, por que guarda em sua essência a originalidade do seu dono. Antes de processar as palavras em seu cérebro, elas fluem da fonte inesgotável de criação e afloram na pele que aguça os sentidos e as sensações. De fato apreciar o escrito que é tão precioso e original que sua química é única que faz da obra ser mais rara do que o diamante. Muitas são as perolas já escritas que se torna cada vez mais difícil elaborar aquela que irá superar todas.
Tantos são os escritores que invejo suas preciosidades, mas de fato não vou superá-los por que suas criações são únicas, assim como as minhas. E perduram milhares de anos e só agregam valor, não em dinheiro isso seria muito supérfluo, seu valor consiste no reconhecimento daqueles que lêem sua obra e gostam tanto que queriam que fossem deles próprios a idéia prima de ter produzido tal “diamante”. Custoso e tão natural que sobrevém de modo que brotam as palavras e afloram as emoções no ato de que tudo nasce sem de nada antes ter. Dom? Talvez! Mas para todo talento é necessário ação para ser manifestado. Tão hábil o escritor ou o ourives que esculpe versos de ouro e faz relevos da figura que se desenha usando o sentido figurado das palavras e assim se sobre saem o diamante contido na pureza da bela arte da escrita, romântica, abrasiva e cingida pelas mãos do poeta que assim foi descrita.
