O Poeta e o Passarinho
É segredo querer,inútil a escrever,eu busco da mente o que senti agora o que tanto escrevi,talvez nada vivi o poetá que anda e anda por ai.
E a vontade é tanta o desejo espanta,as escritas progredir,que parou o tempo ,que o tempo levou e o poeta escreve o que o tempo marcou!!
Por Lapyerre---
O mundo sobre o mundo , mundo sobre tudo , mundo ao inverso,tudo sobre o mundo ,se aumenta cada dia e um dia vem ao mundo.
Canto que chove ,lugares deserto,só o sol e as rachaduras no completo,e o ar o sol que arde,
em outro lugar água permanente e gelo em outras partes.
Mundo que gira ao redor de tudo,tudo que gira ao redor do mundo,todo mundo se vive no mundo.
E o mundo completo de tudo,tudo completo do mundo,ninguém combate com destino do mundo,mundo que combate com mundo melhor.
Mundo que alcança cada dia pior,mundo termina,todo mundo com sua sina,todo mundo ao redor do mundo na esquina,divertindo e vendo outros escrevendo,poeta são aqueles que escreve sobre o mundo.
"Fito-me no espelho
E procuro desesperadamente
Um ser solitário e conflituoso,
Que se perdeu de mim:
A poeta."
Mas se há angústia em todo ser que vive
Só cumpro a regra de existir, que agride
Mas não sou louco, poeta, nem santo
Apenas canto, e desafino triste.
Arita Damasceno Pettená (28 de junho de 1932) é uma poetisa, professora e política brasileira natural de Florianópolis e radicada na cidade de Campinas (São Paulo).
Eu não sei se é na palavra FAMÍLIA que NÃO está cabendo o NÚCLEO que leva esse Nome ou se é nesse NÚCLEO que NÃO está cabendo a palavra FAMÍLIA.
Gente falsa tem meu total desprezo... Gente falsa e leviana deveria pagar tributo mais caro pra deixar de ser imbecil e parar de enganar as pessoas...
O maior palhaço é aquele que ri do outro, pois, jamais sabe que a graça da qual ri, pode ser relativa a si e não ao outro.
A vida é feita destes desencontros,
de amores sem essências
e toques insignificantes.
Toques exuberantes,
sem paixão,
só de um instante.
O peito é marcado,
por lembranças do passado
que atormentam sem razão.
Quando de repente,
a emoção toma conta da gente
e eu encontro teu retrato
guardado bem ao lado
de um coração amargurado
que te chama com paixão.
Destes desencontros só restam a certeza,
não existem desavenças
que impeçam nosso amor.
Este amor que surge assim,
do vazio
que preenche o coração
e que faz do teu sorriso
a construção da minha nação.
Se todo mundo sofre um dia, coitado é do escritor... Que para escrever bonito precisa ter um peito carregado de dor. De tanto amor...
"Saudade"
O seu tamanho
Não sei direito
Tentei medi-la
Não teve jeito
Não coube no espaço
Mas entrou no meu peito
Armadura
Eu me desapeguei do mundo inteiro
eu me desapeguei para que o mundo não mudasse o meu jeito
eu me desapeguei pra ter respeito
pois precisei me libertar de qualquer jeito
Deixei de ser romântico
deixei de ser amigável
deixei de ser bonzinho...
Parei de ter carinho
Tornei-me um grosso
bicho solto a me rebelar,
parei de ouvir todo mundo
para aprender a me amar,
e só assim aprenderam a me respeitar
Vesti-me com cara mais emburrada
e minha personalidade mais mal criada
como uma espécie de armadura,
pois foi assim que conseguir a minha proteção,
já que sem a armadura...
Eu seria uma preza fácil no meio da multidão
Os sentimentos se desfizeram
não cultivo mais amor
não cultivo amizade
nem carinho, ternura ou qualquer emoção,
não foi por minha vontade
foi à única solução
Eu me desapeguei de tudo
para assim poder me encontrar
a se o mundo inteiro pudesse saber
como estou feliz por me amar.
Não sei se o céu estava sem estrelas ou se eu estava de olhos fechados, apenas sei que acordei do seu lado...Embriagado de amor.
Guetto Moreno
A poesia é um gemido da alma não precisa que os verbos concordem.
Quer ser vista a todo custo e faz barulho para incomodar.
Nem gosta muito de rimar.
Há uma diferença sutil, porém clara, se me permitem o antagonismo, entre o antigo e o velho.
O antigo é sempre bem cuidado. Uma aula de história. Uma boa visita ao passado preservado. Os anos passam, mas o tempo lhe é generoso, transformando-o em inspiração ou referência para as próximas gerações. O antigo é raro, tem beleza e valor artístico.
O velho remete ao abandono. Ao pouco caso. Ao descuido. A ser relapso e à pouca preocupação em manter viva uma história, ou a energia de tempo, intelectos e capital ali empregados. O velho se desvanece. Ninguém o cuidou. É um mero acumulador de pó.
Isso vale para as cidades, arquiteturas, invenções. O velho e o antigo definem o que vai ser contemplado em um museu como ícone da história ou ser condenado ao esquecimento de um ferro-velho.
O mesmo vale para nossas almas e histórias: a queremos velhas ou antigas? Uma alma antiga, cuidou de si mesma. De sua preservação, sempre mirando a evolução futura. Uma história e uma alma velhas foram impiedosas consigo mesmas. Não conseguiram acompanhar as transformações sociais. Não se amaram. Ficaram lá plantadas esperando que tudo e todos girassem em torno delas. Mas o tempo é mais poderoso. Ele não perdoa. Transforma reinos e civilizações em pó. E faz o velho mirar-se apenas no espelho de sua vaidade.
E você? O que prefere ser ao longo dos anos: velho ou antigo? (Victor Bhering Drummond)
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ENTRE COSTURAS
Tenho vontade de tramar ternura
Em colares de amores ressentidos,
Adornar vestidos com babados de doçura,
Descoser as linhas que sustem a angústia
E entre costuras de sonhos bons,
Desatar laços de esperança e otimismo.
Em camisas abertas ao desespero,
Pregar botões de alegria e dinamismo.
Coser com ponto miúdo os bons amigos
E alinhavar os fúteis cós dos desmazelos.
E entre costuras de sonhos bons,
Cortar tecidos macios e coloridos.
