O Poeta e o Passarinho
Debaixo da luz da lua,
Estou eu à observar tal luar.
Como Henrique e Juliano dizia
Estrela foram as outras paixões,
Mas você foi luar
Você sempre esteve a me iluminar.
Como você, a lua hoje está distante,
Sem eu poder tocar
Sem eu poder beijar.
Você é como obra de arte
Que está presa no corredor de uma casa
Que está presa à um homem sem graça
Mas que foi feita pra ser admirada
Pra ser amada
Pra ser cuidada.
Desperdício de uma obra que por Michelangelo foi esculpida.
Você é poesia rara,
Desconhecida.
Nem Shakespeare te descreveria tão bem em uma de suas obras,
Não como eu.
Você é poesia que implora pra ser decifrada
Pra ser amada
Pra ser admirada.
Poesia que não sobrevive se ignorada.
Voce é a luz do meu coração,
E minha maior inspiração.
Me alegre
Me entristeça
Não me importo, com certeza.
Apenas tu que me inspira
Com tamanha grandeza
Eu sou poeta, você poesia.
há bens na terra que não podemos precificar. Nossos filhos(as) é um (a) deles (as). Tesouros imprecipicáveis que nos é concedido por Deus por intermédio de nossos pais.
O padre Reginaldo Manzotti é nos dias atuais, uma mola propulsora que nos conduz à uma realidade espiritual, que estão querendo deletar do mundo corroído pela soberba e ganância do ser humano, principalmente dos mais poderosos. Rezo para que continue sempre este bravo soldado cristão, apesar de todos os ataques. Sua missão é levar Almas para uma felicidade eterna.
luz...sem câmera...sem ação
piu
a luz pinta...sem borda
suaviza o inexpressante sentir de uma cólica existencial
qual...
repare...contorna o ser...mas não o invade
necessário SerIA...
ainda...abranda o gesto tudo revelando escancaradamente
mas não resolve...
Pinta uma Luz Negra Envolvente que faz o contraponto carente
besteiras...sem eiras nem beiras...só, falta de bebedeiras
ninguém poeta é ou se faz...
Todos estão sem luz, sem câmera e sem ação...poderia não...
Todo brasileiro é mascavo
Pertencem a essa terra.
Vieram, de não sei onde;
Vieram, de não sei do que;
Vieram, não sei porque....
Mas vieram e construíram essa nação.
Melhor que isso. Só melado da cana.
Um bom churrasco. E amigos de montão.
Mistura do mundo novo.
Que se precipitou há nascer.
No solo dessa terra, brejeira.
Não se coloca tapume e fronteira.
Da cabeça. De quem aparecer.
Sabemos a cor de nossa bandeira.
Somos todos mascavos.
Viemos de todo lugar.
O pé no barro e olho no
Futuro. Para bons frutos
Plantar.
Respeito. Respeito.
Isso é preciso.
O dinheiro juntado no jarro.
Não fica na mão de bandido.
Verdadeiros ladrões da Nação.
Onde o canalha, se apropria.
Os pobres, gemendo fica.
Já são 500 anos.
Esta na hora de amadurecer.
Preconceito. Não se pode admitir.
Afinal , ninguém é tão perfeito.
No seu modo de agir.
Mas , somos todos mascavos.
E podemos encaminhar
Nossa nação.
Para o Novo Mundo emergir.
Marcos fereS
Ontem, a chuva passou de manhã igual a cantada de cabra safado, mas a noite, ela veio tão forte, como a poesia de um poeta apaixonado.
Os teus sonhos?...
compartilhe-os apenas com pessoas que você mais ama,
ou você os realiza;
ou guarde-os só para você.
Todo brasileiro é mascavo
Pertencem a essa terra.
Vieram, de não sei onde;
De não sei do que;
E, não sei porque....
Mas vieram e construíram essa nação.
Mistura do mundo novo.
Que se precipitou há nascer.
No solo da terra brejeira.
Não se colocou: nem ; e fronteira.
De alguma cabeça. De quem queria aparecer.
Sabemos a cor de nossa bandeira.
Somos todos mascavos.
Viemos de todo lugar.
O pé no barro e olho no
Futuro. Bons frutos plantar.
“Respeito. Respeito”
Isso é preciso.
O dinheiro juntado no jarro.
Não fica na mão de bandido.
Verdadeiros ladrão da Nação.
Onde o canalha, apropria.
Sobra para o pobre, agonia.
Já fazem 500 anos.
Crescer e amadurecer.
Preconceito. Nunca se admitir.
Afinal , ninguém é tão perfeito.
No seu modo de agir.
Mas , somos todos mascavos.
E podemos encaminhar
Nossa nação.
É o Novo Mundo a emergir.
Se, antes, encaminhado não foste.
No dégradé de suas cores
Nova história. Há de surgir.
Marcos fereS
Poesia é o ilógico lógico, o lógico ilógico, conexão sem razão: é a linguagem secreta de um sentimento que só é desvendada por outro poeta.
