O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
A alma acostumada
A navegar
Em mares sombrios
E tempestuosos
Nas manhãs de calmaria
Desencanta-se...
Então, o vento veio
E levou tudo
E me deixou
Desde então
Ando a procura de ventanias
Que me arranquem – com raiz e tudo
Deste chão - onde eu fiquei pregado pelo medo
Pensamento
Se tu fosses ó rainha da dor.
A solução do amor.
Te faria de mim companheira.
Juntos inventariamos brincadeiras.
Para brincar com a sorte.
Se estivesses sozinhas é claro.
Pois com todos os teus predicados.
Poderia quem sabe conseguir o impossível.
(Momento terrível pensar assim).
Amando a morte, vivendo sem fim.
É como me sinto quando estou neste estado, surreal.
Estando ao teu lado eu calço os meus sapatos, de imaginação.
E começo a escrever.
Tudo ditado pelo coração.
E me ponho a sonhar contigo.
Singelo amigo.
Bem alto, por mim.
Procurando o que todos procuram.
A vida com ternura.
A casa da loucura.
O mundo sem fim.
Olho para o alto, tentando ver o céu
E o que vejo são os edifícios
e sinto pena, um arranha-céu inteiro
Não vale um poema.
O ARTISTA E SUA OBRA
Como é possível, senhora, que todos os homens aprendam
pela longa experiência? Formas que parecem vivas,
esculpidas na dura montanha de mármore, sobreviverão
ao seu autor, cujos anos ao pó retornam!
Assim produz frutos. A arte teve a sua vez,
e triunfa sobre a Natureza. Eu, que luto
com a Escultura, sei muito bem; suas maravilhas
vivem o despeito do tempo e da morte, estes implacáveis tiranos.
Portanto, posso dar vida longa a nós ambos
de uma forma ou de outra, na cor e na pedra,
fazendo o semblante do seu rosto e do meu.
A brisa dissera adeus
mas o tempo reiterava em regressar
memorando os lábios teus
tentando não lacrimejar
A tua toalha branca
já faz falta em meu varal
ontem,hoje e toda semana
dolorosa nostalgia infernal
Me encantava as flores
os pássaros e jardins
agora só sinto o agridoce
de ver a vida tendo um fim
Quero o que um dia foi meu
para sempre e novamente
eu lembro, você me prometeu
que me amaria tão brandamente
Tua voz ainda ecoa
no corredor e no quarto abrasado
tua palavra ainda soa
como um suicida obstinado
Terminou como um covarde
não permitiu que eu te salvasse
estou vazia, sem tua parte
que remate, que tudo passe
Preparando
cortando
me enforcando
...
...
...
Estarei em teus braços novamente, meu suicida amor
Em meu sonho era linda como uma rosa
Mas quando te vi, não acreditei
Simplesmente mais do que formosa
É mais bela do que imaginei
Na minha imaginação ouvia uma voz doce
Mas quando te ouvi, criou-se afeição
Logo me despertou o romance
Pois sua voz me acalma o coração
Em meus pensamentos, vi o sorriso irresistível
Mas quando percebi, já tinha me apaixonado
É indescritível
Pois seu sorriso me deixa animado
Agora, o mais impressionante
Sua bondade
Feliz é aquele que a recebe
Agora, o mais interessante
Seu amor com o próximo
Bem-aventurado é aquele que o tem
Agora, o mais importante
Seu nobre coração
Afortunado é aquele que o reside
“(...)
Reinventei o dia; para adormecer sonhando as outras noites que dormi...
Esperando encontrar; perdia...
Yeshua sorrindo nos olhava...!
Não sentindo esperança; a Lua já não sonhava acordada.
Amando o sonhado; sonhou acordando; o que a alma guarda no inexplicável...
Longe... Porém; perto de dentro ...
Destruindo uma esperança que não dormia; seguiram separados juntos...
Olhei-me no sonho te vendo a olhar-me; o seu sentir ficou dentro de mim...
Beijei seus olhos quando dormindo; não sonhavas...
Entre um raiar e outro, esperava sua chegada...
Relembrando o esquecido; senti que não estive dormindo...
Tentando pressentir, não consegui desistir ...
0ntem pode ser o hoje; que não vivi ...
- Khnum - (excerto de Poema: A lua Sonhadora.C.19 p.65 )”
Lembro-me de quando a vida
me acertou a primeira rasteira,
a morte de alguém importante.
Que coisa mais irritante,
andar de bar em bar
tentando encontrar
um pouco de quem partiu
em goles lentos e objetivos.
Que coisa mais incoerente,
tentar sanar um enorme buraco,
abrindo outro maior ainda.
É aí que as coisas costumam
sair do controle e a correnteza
começa a te empurrar
contra as rochas, te seduzir ao fundo
com promessas de lindas donzelas
que provavelmente nunca existiram.
Roney Rodrigues em "O laço da confusão"
Meu bem,
não deposite suas fichas
em mim.
Sou feito
das mesmas matérias
desse solo,
e corro o risco de ceder
com a chegada
do mau tempo.
Roney Rodrigues em "Deslizamento"
Pássaro preso
não canta, lamenta.
Coração acorrentado,
não bate, só vibra.
Roney Rodrigues em "Cativeiro"
Ele escolhe a solidão da praça
para acalmar a mente (inflamada).
O amor, essa desgraça
que tende a se envergar,
ao ponto de estourar,
ao ponto de estragar.
Ela fita ele à distância,
atravessa a rua, apressa os passos.
Ela evita todo tipo de laço,
Foi condenada em primeira instância,
a viver reprisando o gosto dele
todo dia, em todo lugar.
Roney Rodrigues em "Réu"
Meu passo torto e trêmulo,
minha camisa mal passada,
meu tênis sujo,
pedaços de vidro
chovendo do céu,
tudo é tão ruim,
quando não me visto
de você.
Roney Rodrigues em "Intempérie"
A rosa já murcha
perdeu sua voz de clarim.
Pétalas derramadas,
vestida de espinhos,
caiu bem longe do jardim.
O aroma se foi,
a tormenta alcançou a mente.
Ela implorou por carinho,
mendigou pra muita gente.
A sujeira grudou na roupa,
na mente e no coração.
A rosa descobriu aos poucos:
a beleza é nada
além de aflição.
Roney Rodrigues em "Alameda das Rosas"
Lembrei do seu abraço apertado,
falhei ao te manter longe
dos cacos da minha memória.
Hesitei ao apagar
os teus registros de mim.
Não quis jogar
fora teus livros.
Aquele poema de Drummond
que você narrou pra mim
ricocheteia no
fundo da mente e vem
atormentar
meu gole de cachaça,
meu último gosto de amor,
o começo
da minha loucura semanal.
Roney Rodrigues em "Brain Damage"
Daqui não toco o mundo,
Observo-o passando
Lenta e vagamente
Diante dos meus olhos.
Sonho com a vastidão
Do universo, alcançar
O céu e tocar as estrelas.
Fazer viagens, crescer e
Alcançar, conquistar
E retornar ao berço,
Minha terra, meu lar.
Esse é o meu pequeno
Mundo, meu quarto,
Minha casa iluminada
Por luzes artificiais e
A segurança de uma
Noite qualquer trancado
E amparado pelo silêncio
Vazio de uma pequena
Cidadezinha do interior.
É primavera penso. Mas,
Sempre fica algo lá no
Fundo, um resquício
De outros outonos. E
Sempre me recordo
Das paixões que não
Vingaram, dos amores
Que não brotaram e
Dos romances que esfriaram
Por falta de calor. É ninguém,
Nem mesmo o amor,
Resiste a tantos invernos
Batendo no peito, no
Coração e na alma.
Provavelmente você nunca lerá o que vos escrevo,
isso me aperta o coração.
Acordar pensando em você tem sido um exercício diário,
ao qual me dói repetir.
De repente, suas férias estão sendo agitadas, ou piores que a minha,
afinal, o que uma princesa faz nas férias?
Um súdito chamado moral vigia-te,
até quando tentas ignorar-lhe, ele estará ao teu lado.
Por coerção dos que te rodeiam me deixastes de lado,
e mesmo assim ainda estou aqui, pensando em você.
Nos meus devaneios, lembro-me da garota linda que me fez feliz,
daquela que prometera está disposta a amar-me por reciprocidade.
No afã do meu dia a dia tentei criar forças para reconquistar-te,
tentativas em vão, isso não me deixa triste,
pois quem ama é capaz de sentir felicidade ao saber que o seu amor está bem.
Se um dia, no alto de vossa humildade, lembrar de mim,
saiba que espero-te de volta, e se não quiser-me, saiba que estarei feliz em saber,
que você estará feliz.
-Lucas Ben David
Escolhi palavras sábias, sábias de coração. Passei a escrever uma melodia uma bela canção.
Dediquei a ela, sim de todo o meu coração.Mas será ela a dona de meu coração? Eis a questão!
Como saberei, ó meu coraçao ? Terei que contar esse segredo bem guardado, que em meu coração estava fechado!
Falar do meu amor a ela, pois com ela todos os dias tenho sonhado.
Ela faz parte do meu dia, e a cada instante a tenho guardado nos meus pensamentos.
Meu amor não mais ficará em silêncio. Gritarei bem alto, o que sinto por ti neste momento.
Eu te amo, queres viver um sonho comigo, e ser feliz nesse amor infinito ?
Diga que sim amada, pois sem teu amor nao serei nada
Te amo vida minha, e nesse poema a ti me declaro.
Te amarei pra sempre, e nada nesse mundo fara com que meu amor por ti - como uma chama ardente - seja apagado!
Nós não existimos, VÁ EMBORA
Me faço calvário do Solipsismo
Pois tudo impede de existirmos
Invólucro da carapuça de estar vivo
E de teimarmos, e de Insistirmos
Comuna das faculdades mais imprecisas
Cálice da Singularidade Inexpressiva
Grilhões onipresentes do agora
Nós Não Existimos, VÁ EMBORA!!!!!
Me volto da naúsea de 'mim" datar
Anacoreta sem desejar
Os degredados filhos de Eva
O Ostracismo dessa Gleba
Nostálgico tal qual são todos
Os desprovidos desse bojo
verborreia da falsa desforra
Nós Não Existimos, VÁ EMBORA!!!!!!
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