O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Os livros na estante já não tem mais tanta importância
Do muito que li, do pouco que sei, nada me resta
A não ser, a vontade de te encontrar
O motivo eu já nem sei, nem que seja só para estar ao seu lado
Só pra ler no seu rosto uma mensagem de amor
A noite eu me deito, então escuto a mensagem no ar
Vagando entre os astros, nada me move nem me faz parar
A não ser, a vontade de te encontrar
''Considero-me ,uma pessoa autodidata.Ou seja,sempre busco aprender o que não sei. Para ser mais específica, não espero por nada e nem por ninguém,ou seja,sempre vou atrás do que eu quero aprender. Afinal,conhecimento nunca é demais e quem não corre atrás, fica para trás.''
---Olívia Profeta---
A vida tem sentido?
Não sei...
A chuva,
O gato,
As ondas na praia a quebrar,
Um quero-quero a querear?
Talvez.
Um sussurro.
Um murmúrio.
Um zunido.
Uma fala ao pé do ouvido?
Talvez.
Um ir e vir.
Um passear.
Um medo de amar.
Uma lágrima a rolar?
Talvez.
Talvez seja a vida só uma encenação
de uma mente maluca, excêntrica... vazia...
desesperadamente querendo preencher seus infinitos dias.
Talvez.
Mal te conheço
Nem tua voz
Nem tua face
Ou seu cabelo
Sua personalidade
Sei um pouco,
Não de verdade,
Projeção minha
Nunca falei contigo
Desconheço teus amigos
Nunca vi o teu sorriso
Me odeio por isso
Fantasia sem sentido
Carência, é o que sinto
Tu podes ser a mina mais safada,
mas teu olhar me encanta.
Sei que tu não prestas,
mas fazer o quê?
A paixão pegou aqui;
E agora fodeu....
Porque eu já gostava de você ...
Agora sinto algo mais forte...
Fazer o quê?
Só quero ver esse seu olhar de safada de perto,
Saber como você está todos os dias.
Meu sonho é ter você...Só pra mim, Mas...sei que isso é impossível; impossível, impossível...
Um amor praticamente proíbido,mas fazer o que nós não escolhemos quem amar, amar, amar, amar.....
Só em imaginar no seu olhar me inspira, por isso que vou parar por aqui..... se não.... Invés de um poema virará um livro sem fim.
- winicius Cabral
No hálito fremente das luzes
sei-me dançando um dia
uma melodia que não me lembre.
Sei da noite, uma chuva fria
de corpo sei, um fumo quente
sei dos olhos, nos meus
a alma nua
sei da boca, perdida
os sabores e recantos
sei das sombras e sei do espanto
e na seiva, segredo lua
onde rubra, a vontade queima
Sei de ti, que não esquecerei
sei da melodia que não me lembro
que noite dentro, um dia
dançaremos juntos, eu sei
Quero ir, só não sei para que lugar.
Quero acabar com essa dor
essa tristeza que me faz chorar.
De algumas lembranças me lembro mais prefiro apá-galas.
À dor que carrego não quero mais carregar.
RESPEITO PELAS COISAS
Não me incomoda o incômodo;
Sei aonde é meu lugar no mundo.
Atiro-me só no que espero e quero,
E esmero-me para ser o melhor humano.
Se o meu lugar no mundo incomoda,
Peço, não se preocupe, a ocupação é breve.
Um tempo e já não sou...
Num estalar de dedos e já não estou.
A vida é breve...
O tempo corre e voa;
Muitas coisas passam, e já não voltam mais;
De outras que ficam, nada é demais.
Não me incomoda o incômodo;
Sei onde é o meu lugar ao sol...
Sei também aonde é o lugar das coisas
Pra ficar peço licença!
- MORTO DA SILVA
Não sei para quem faz algum sentido, morrer?
Pelos menos aos que ficam.
Aos que se despedem da gente...
Depois que a gente se vai.
Parece que tanto faz, pois, já se foi.
Nunca mais querem nos ver.
Engraçado? Mesmo dizendo que amam.
Que amam aquele que se foi não o quer mais...
E preferem morrer de saudades.
a tê-los por perto, uma vez, que já se foi.
Morrem de medo da ideia de desenterrando
Não se encontre os ossos.
Morrem de medo de se ter saído do túmulo
e voltado para casa;
Onde não se será mais bem vindo.
Se estiver vivo se morre de medo dos mortos;
Se estando morto, se mete medo nos vivos.
Ainda que não se faça nada, estando morto.
Que se pareça está todo o tempo ali deitado,
Parado...sem piscar.
Morto da Silva!
não sei ser metade
e tudo dói por isso.
por hoje,
os olhos.
amanhã,
coração.
e assim por diante.
de órgão em órgão.
eu não sei ser metade,
mas nem sei o que é isto,
ser.
Fumaça
Tudo sei, tudo conto;
nada sinto, nada vivo.
Sou apenas corpo a dançar pelo trilho.
E o trem vem chegando,
apitando apressado.
Meu rodopio é longo
e desengonçado.
E me assusta quando apita
E me angustia quando apita
E me corrói ao apitar
porque não tenho como escapar.
Não sei aonde está minha felicidade
que me entristece sem maneira.
Acompanha-me as lindas
canções de louvores aos olhos
de todas as lembranças
que tocam meu coração
e levam-me a presença de Deus.
Dias melancólicos com a cruz
tão pesada que tiro dos ombros
e cravo no peito de minha dor.
Porque furtivas teu querer ?
Não sei ao certo o porquê
Só sei que não é mais a mesma coisa
Desculpas sempre tens
Para dizer que está tudo bem
Percebo que não
Algum mal me tem
Pareço louco
Mas estou zen
Não sei se foi algo que fiz
Ou que falei e não devia
Ou então é um agravante que desconheço
E no vacilo do tempo, desfaleço
Encontrastes então um outro
E para assim não me enganar
Afastou-se de mim
Temo não querer voltar
Será que estou sendo egoísta
Querer-te só pra mim
Mesmo sabendo que não devo
Voltando ao 19 e o triste fim
Um dia espero
Te ter denovo
Fazer diferente
E essa prática
Insurgente
Esquecer
Se lembrares de mim
Em algum vago pensamento
Olhe para a lua, por um momento
Estarei pensando ti,
Ao observar as árvores, no balançar do vento,
O por do sol,
Todo encantamento,
Que não tenha sido passageiro
E que a paixão não se 'esvá' ligeiro.
COM AS VESTES DA VERDADE
(08/10/2019)
Não sei se te amo no hoje,
Ou se no agora que me pediste,
Mas, com as vestes da verdade,
A mentira vem com seu ar sublime.
Tão sublime que, chega ser falso,
E assim, ela seria...
A dona de uma impressionante falsidade.
Sim, negar o teu belo rosto!
Jamais suportaria em mim,
Tendo o coração e o corpo,
Madrugando na própria existência.
Ah, alma pura, sem mancha!
És o nome desconhecido,
Vagando por este mundo a dentro.
Como andar insistente pelos montes,
Também desejar mergulhar nas águas,
Se o tempo sugeri esquecer sua essência,
Enquanto luto para nada disso acontecer.
Vejam, os meus olhos não se fecham,
Pelo fato de estar longe da realidade.
Uma inspiração toma meus lábios,
Dando neles um nobre beijo.
O que sinto, nem sempre é levado a sério,
Por sua vez, a noite compreende o desejo.
Sigo batendo em sua porta,
Somente para não perder o meu costume.
O tempo, por si mesmo não se trata apenas de um relógio
Na realidade ainda hoje não o sei como difinir
Talvez seja um corte na viagem da vida fino como um fio
E na volta a solidão e o espaço que me faz refletir
Se pode se evitar te faria o não por seres quem és
Mas pela companhia que trazes odeio estas fazes
Em que a solidão me domina da cabeça aos pés
Por mais que tente entender, não consigo, mostra me o quão bom tu és
Quando você some
meu amor,
e desaparece,
faço uma prece...
Pois, sei que a ansiedade consome
todo o meu ser e minha mente.
Nesta aflição
Tiro do peito o coração.
Fica ele pulsando na minha mão.
O SOL não aparece
as nuvens tristes tece
um céu com lágrimas, e a chuva desce
nos meus olhos e o pranto escorre
e a alegria morre,
e neste esperar meus olhos adormece!
Olho por olho, dente por dente!...
Não sei, porque nunca houve em meu fazer;
Este dever citado num ditado;
Que manda o pago dar, do receber;
No sobrar, que em tal tão é encontrado!
O não ter coragem, pra dar o pago;
Tem sido bem visto no meu fazer;
Talvez por em mim haver grande nabo;
Que não me deixa dar, mau receber!
Que pena sinto em mim, por assim ser;
Pois sei bem, que de nada valerá;
Andar cá a desculpar, a maldade!
Devido a não haver um agradecer;
Em quem só a fazer mal, sentirá;
Prazer, por tão lhe faltar a bondade.
Com mágoa;
Fecho os meus olhos tento não ver.
É tanta violência não sei onde viver.
São tantas páginas que regem o meu mundo.
Não me sinto seguro.
Sei que as pessoas estão pulando na jugular umas das outras. Sei que viver está cada vez mais dificultoso.
Mas talvez por isto mesmo ou, talvez, devido a esse maio azulzinho, a esse outono fora e dentro de mim, o fato é que o tema da delicadeza começou a se infiltrar, digamos, delicadamente nessa crônica, varando os tiroteios, os sequestros, as palavras ásperas e os gestos grosseiros que ocorreram nas esquinas da televisão e do cinema com a vida.
Sei o que vão dizer: a burocracia, o trânsito, os salários, a polícia, as injustiças, a corrupção e o governo não nos deixam ser delicados.
– E eu não sei?
Mas de novo vos digo: sejamos delicados. E, se necessário for, cruelmente delicados.
Alguém pode me ajudar? Escrevi isso mas não sei se está bom.. por favor me ajudem 🌠
[...]Ao me ver em prantos, pude ter uma visão de minha vida medíocre a passar sobre meus olhos, um choque em destaque, eu pude ver tudo o que já havia acontecido, dês de o principio. Eu me via sentada em minha mesa, ao olhar com olhar de desejo e impaciência, lembrava de todos os olhares e vibrações, sem saber o verdadeiro sentimento que cada encontro de olhares havia ali, entre nós. Ao pensar em tudo, os detalhes que tinham cada toque, atitude e palavra, me desmontei a chorar em seus braços, cada lagrima tinha meus sentimentos mais puros, o arrependimento, a paixão, o medo, insegurança, segurança, todos a transparecer. Eu nunca tinha me posto a ser alguém transparente, mas naquele momento, em seus braços, eu me via sem chão e assustada, pois eu poderia o perder [...] Eu me joguei, e admiti! Eu o amava dês de o principio, mas sente como se eu pudesse o perder a qualquer momento, mas agora, me vejo a chorar, não por ter o perdido, mas sim, por estar a correr o risco de o perder, e aquela dor, me fazia transparecer para o mesmo, mostrando o quanto o amava sem falar uma palavra, apenas a chorar. Nunca tive o pensamento de mudar por amor, pois em minha mente, quem te ama, deves aceitar-te do jeito que lhe vê, mas ali, pude ver de uma forma mais clara, quem ama, não muda pelo seu amor, e sim, se molda por ele.[...] . Cada lagrima que em meu rosto rolava, tinha seu sentido, eu não consigo falar, mas queria te dizer que: Eu o amo, e não vivo sem ele! Eu gritaria seu nome ao mundo, me deixaria fragilizada por ele, pois eu o amava, e eu sou dele, e ele eis meu. Eu te amo, por favor, não me deixe. [...]
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