O Mundo Inteiro Nao Vale o meu Lar
"Minha fé e minhas crenças jamais serão negadas ou abaladas por tudo o que o mundo possa me oferecer."
Nos Intervalos do Mundo
Nos intervalos do mundo, onde o ruído se cala,
há um canto onde a alma se despe,
e na penumbra suave da solitude,
enfim se encontra sem pressa, sem medo.
É ali que o silêncio fala mais alto,
e cada pensamento tem forma e peso.
A dor amadurece, a dúvida dança,
e o coração respira o que antes temia.
Mas nem toda jornada é feita a sós.
Às vezes, no eco de um gesto leve,
uma voz amiga, uma mão estendida,
nos lembra que não somos deserto.
Há apoio nas sombras também,
em olhares que não julgam,
em presenças que não exigem,
em abraços que dizem, oi estou aqui.
Solitude é ponte, nunca prisão.
E apoio é farol, nunca amarra.
Entre os dois, o espírito cresce
na liberdade de ser, e no milagre de ser.
O mundo quer que tudo seja rápido e fácil. Que a dor acabe logo, que as respostas venham rápido.
Mas Jesus mostrou que o processo importa. Que a espera prepara o coração. Enquanto o mundo corre, Deus trabalha no silêncio. Você não foi deixado de lado. Está sendo moldado para algo maior. Quem carrega propósito aprende a carregar o processo.
Quando morremos para o mundo e passamos a viver para a glória de Deus, as minhas batalhas deixam de ser somente minhas e passam a ser também do Senhor dos Exércitos.
O melhor meio de resistir ao diabo é destruir o que resta do mundo em nós, a fim de erguer para Deus, sobre suas ruínas, um edifício todo de amor. Então devemos começar, nesta vida passageira, a amar a Deus como amaremos na eternidade.
Quando a Alma Desacelera
Há fases da vida em que o ruído do mundo começa a perder importância, e o que antes era urgente simplesmente deixa de chamar. A alma pede silêncio, e o coração passa a escutar com mais atenção o que antes era abafado pela correria. As vozes externas diminuem de volume, e o que sobra é o eco das escolhas que realmente importam.
Já não há tanta sede de provar nada para ninguém. O olhar fica mais seletivo, as palavras mais pensadas, e os afetos mais escassos — não por frieza, mas por lucidez. Não se trata de isolamento, mas de discernimento. Entende-se que nem todo vínculo é raiz, nem toda presença é companhia. Algumas ausências trazem mais paz do que muita presença barulhenta.
Começa a haver um certo prazer em dizer “não”, em recusar o que desgasta, em proteger o pouco que ainda faz sentido. A maturidade não vem gritando como uma conquista; ela chega devagar, sem holofote, e se instala em pequenos gestos: no silêncio que não constrange, na companhia que não oprime, no tempo que não é mais desperdiçado com o que esvazia.
O tempo, aliás, deixa de ser moeda de troca. Passa a ser sagrado. Cada minuto investido em algo ou alguém precisa fazer sentido, precisa voltar em forma de vida — e não de exaustão. O olhar se volta pra dentro. Há uma faxina de afetos, de ideias, de hábitos. Nem tudo segue. Nem todos ficam. E isso não dói como antes.
Dói diferente. Dói limpo. Porque já não se espera tanto. Já não se exige tanto. Há mais leveza. Há mais entrega no que é simples, e menos esforço em manter o que não retribui. Aprende-se que paz tem custo — e que, às vezes, ela cobra solidão, distância, silêncio.
Mas paga-se. Paga-se sem reclamar. Porque a maturidade é isso: abrir mão do que pesa sem precisar justificar. É aceitar que não se precisa de muito pra viver bem — apenas de verdade. E que, no fim das contas, o que salva é sempre a escolha de permanecer inteiro, mesmo num mundo que insiste em nos fragmentar.
O mundo é podre, porque frutas doentes do mal o adoecem, e assim formam uma linha de doenças da qual só se pode escapar se fugir.
Tudo o que conquistamos no mundo material um dia passa: cargos acabam, títulos se apagam, dívidas se resolvem.
Mas o que fica para sempre é a forma como você fez os outros se sentirem.
O respeito, a empatia e a bondade que você oferece são o verdadeiro legado, porque ser lembrado pelo bem que você fez é maior do que qualquer conquista.
O mundo tá cheio de gente com medo de sentir, por isso tá vazio de amor.
Sejam intensos, o desinteresse é chato.
Em um mundo superestimulado, muitas vezes confundimos paz com tédio.
Cuidado em valorizar apenas os ápices da sua vida pois, acabará perdendo todo o resto.
Nos livros repousa a sabedoria do passado.
Nas pessoas, o potencial do presente.
Para que o mundo seja transformado,
é essencial unir o saber e a gente.
Absorva dos livros o conhecimento antigo,
interaja com as pessoas, seja amigo.
Livro: O respiro da inspiração
Diagnósticos falsos, ditos, ouvidos, aprendidos, difundidos e confundidos em um mundo de aflitos e malditos.
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