O Medo e Esperanca
Quem ama não tem medo de falar.
Eu quero, e você? Eu quero ter você só para mim, todos os dias, o dia todo. Quero você perto de mim a todo instante, apertar você no meu abraço e nunca mais largar.
A cada batalha, na derrota ou na conquista, na glória ou na tristeza, no medo ou na bravura, nas certezas ou nas incertezas, quando há força de vontade, você entenderá que esse é o caminho que o conduzirá para a verdadeira vitória. - R. Zilz 2021
Não tenha medo da escuridão, mostre para ela que a Luz que te guia é mais forte que os perigos que te cercam!
Do fundo da minha insanidade, do meu medo e das minhas dúvidas...deste caldo espesso extraio o suprassumo da minha esperança. É daí que ela sai: puríssima, filtrada e copiosa.
No fundo do teu coração
Tira a sandália do medo.
Descalça todo o temor.
Apesar das nuvens escuras
A luz virá trazendo destemor.
Interpreta o tempo.
Não se constranja.
A vida é bela...
Tudo no fim se arranja.
Abre a fechadura emperrada.
Escancara as janelas
Deixa o sol entrar...
Dos cantos escondidos da sala tua vida bela hás de resgatar.
Derruba as paredes da incerteza.
Equilibra-te na linha do tempo.
Tira do fundo do mar a paz, a alegria e toda a sua beleza.
Equilibra-te a avança.
Dança a mais bela das danças.
Rodopia no salão.
Conforto encontrarás sempre no fundo do teu coração.
O mundo está mudando
Há dois anos a vida da gente era como uma brisa
Não havia medo, tristeza, preocupação com a vida.
Havia alguns ciclones, temporais, mais nada que deixasse a gente aflito.
De repente o céu escureceu, lagrimas e dor se espalhou rapidamente.
Nossos sonhos, desejos e vontades foram colocados em uma gaveta chamada esperança.
Nossa fé cresceu e nossas preces eram destinadas ao céu para que este pesadelo tivesse fim.
A solidariedade, empatia, união e o amor ao próximo passou a fazer parte de nosso cotidiano.
Hoje, estamos revendo muitos pontos de vista que sequer cogitávamos para nossas vidas.
Diante de uma situação tão adversa o mundo está mudando e nestas voltas que a Terra está fazendo em volta do Sol, temos plena consciência que nada será como antes, mais quando o povo se reúne, novos caminhos e saídas para as mudanças de rumo acontecem...
Tenho muito medo de um dia acordar em uma destas manhãs ensolaradas de domingo no Brasil, vindo assustado de um mau sonho, um pesadelo bem ruim, que eu não mais acreditava no cantar do sabiá e que não tinha a menor esperança, em mais nada.
Todos precisamos de um médico em algum momento da vida, e isto nos dar medo, ser o médico não for Jesus.
Quero dizer a linguagem pura
Sem ter medo da usura
Quando você se cala
E nada mais fala
Pulas de um degrau falando
A todo o momento desprezando
O que o Mestre Ensina
E o que Ele sempre determina
Nós súbitos degraus da lembrança
Choras como humilde criança
Lembrando o que perdeu
O sonho que ainda não morreu.
Que ainda há esperança
Depois da tempestade a bonança
Trazendo felicidade e união
Amor e fé no coração
Sinto tua falta
sinto medo do afastamento
sei que preciso deixar o desejo
tenho pavor em me acostumar longe de ti.
Tento deixar teu caminho livre
me ausento, me escondo, me suprimo
mas você me procura como amigo
esperando um bom papo, confidências, diversão.
Meu esforço é notado
sou flagrado feito um bobo te decalcando,
Teus olhos, boca, cabelos
passo a sentir teu cheiro, jeito e sorrisos
e de repente você me pergunta algo
Simplesmente sorrio, finjo estar alí
quando na verdade estou viajando em você
tentando entrar na sua alma, entender a sua mente...
então nos despedimos, seguimos nossos rumos.
Você saciada de mim, eu cada vez mais sedento em você.
Retorno para cá, no cantinho da minha alma
e vejo que estou perdido dentro desse desafio que é você, sem a intenção de vencer, de terminar ou me livrar
esperando apenas um momento de também me saciar
então enfim descobrir qual o gosto do teu amar.
O cachorro come seus sapatos, porque ele tem medo de que você vá embora, assim como um cão ansioso agarra-se ao que tem para evitar abandono, percebo que minhas próprias angústias me fazem agarrar memórias dolorosas como forma de tentar controlar algo que nunca pude, entender esse
comportamento me ajuda a enxergar que a doença mental, às vezes, gera ações aparentemente irracionais motivadas pelo medo de ficar completamente só.
As pessoas são cruéis, elas têm medo de tudo que é diferente, porque a gente revela como elas são absurdamente iguais e entediantes, meu corpo marcado pelas sequelas e meu discurso melancólico mostram a quem me observa que a vida é dura, e isso assusta quem prefere ignorar qualquer desconforto.
Ao me ver diferenciado, projetam insegurança, ofendem-me até que eu me cale, e só depois percebem o quanto a uniformidade que tanto prezam aprisiona todos numa ilusão de normalidade.
Minha autossuficiência vacila diante do medo de não haver quem me chame pelo nome. Ainda assim, ao me lançar na solitude, descobri forças que o silêncio guardava em segredo.
A vida me fez ser uma pessoa que não pode ter medo nem inseguranças, não posso perder tempo com distrações.
Aprendi que, num cotidiano marcado pela dor, hesitar pode significar retroceder. A cada passo, preciso demonstrar coragem mesmo quando as pernas tremem. Essa imposição de resistência constante cria um estado de alerta quase doentio, cada distração vira um risco de me fazer esquecer o quão frágil sou.
