O Homem que Nao se Contenta com pouco
"Para ignorar a humanidade é necessário superar o homem, se isolar do mundo para produzir algo novo e substancial...."
Ensaio sobre a loucura. Livro de 2015
Toda mulher merece um homem que a veja...
Mas a veja como ninguém mais a vê!
Somente este homem será capaz de garantir
o primeiro lugar em seus pensamentos; o primeiro
e o último de seus dias.
Manter a fidelidade de uma mulher é fácil
difícil é ser capaz de conquistar sua devoção.
Um homem sozinho é capaz de criar o seu mundo do jeito que quiser, mas somente com outro será possível tornar esse lugar uma realidade.
Quando o corpo sentir a alma como princípio e a alma libertar o corpo como destino, então o Homem perceberá que o tempo não é causa da morte, mas o efeito de renovação da vida.
O homem de sucesso é o que viveu bem, riu muitas vezes e amou bastante; que conquistou o respeito dos homens inteligentes e o amor das crianças; que galgou uma posição respeitada e cumpriu suas tarefas; que deixou este mundo melhor do que encontrou, ao contribuir com uma flor mais bonita, um poema perfeito ou uma alma resgatada; que jamais deixou de apreciar a beleza do mundo ou falhou em expressá-la; que buscou o melhor nos outros e deu o melhor de si; aquele cuja vida foi uma inspiração; cuja memória foi uma bênção.
Nota: Trecho do ensaio de Bessie Stanley, que costuma ser erroneamente atribuído a Ralph Waldo Emerson.
...MaisFala a Loucura: “Por tudo isso, observai, senhores, que, quanto mais o homem se afasta de mim, tanto menos goza dos bens da vida, avançando de tal maneira nesse sentido que logo chega à fastidiosa e incômoda velhice, tão insuportável para si como para os outros”. (Elogio da Loucura)
Mulher de coragem é uma relíquia, homem que entende que a mulher precisa do espaço igual é uma preciosidade.
Conhecimento é algo inerente da pessoa, pois ele é adquirido ao longo da vida do homem quando esse busca o conhecimento. Igualmente ao estudo onde ambos são responsáveis pela evolução do saber e necessitam de uma busca continua para enriquecer, fortalecer e criar novos pensamentos.
Ser maduro segundo uns é aceitar o homem e o mundo como eles são, e imaginar tudo como algo fixo que não evolui ou seja: ser escravo.
Pobre do homem que subestima as capacidades de uma mulher e tenta explorá-la ao limite. Os limites de uma mulher são desconhecidos até para ela mesma.
Fala a Loucura: “Quanto a mim, é o homem em pessoa que eu reconduzo à idade mais bela e mais feliz. Se os mortais se abstivessem totalmente da sabedoria e só quisessem viver submetidos às minhas leis, é certo que não conheceriam a velhice e gozariam, felizes, de uma perpétua juventude”. (Elogio da Loucura)
Eis porque Júpiter, com receio de que a vida do homem se tornasse triste e infeliz, achou conveniente aumentar muito mais a dose das paixões que a da razão, de forma que a diferença entre ambas é pelo menos de um para vinte e quatro. Além disso, relegou a razão para um estreito cantinho da cabeça, deixando todo o resto do corpo presa das desordens e da confusão. Depois, ainda não satisfeito com isso, uniu Júpiter à razão, que está sozinha, duas fortíssimas paixões, que são como dois impetuosíssimos tiranos: uma é a Cólera, que domina o coração, centro das vísceras e fonte da vida; a outra é Concupiscência, que estende o seu império desde a mais tenra juventude até a idade mais madura. Quanto ao que pode a razão contra esses dois tiranos, demonstra-o bem a conduta normal dos homens. Prescreve os deveres da honestidade, grita contra os vícios a ponto de ficar rouca, e é tudo o que pode fazer; mas os vícios riem-se de sua rainha, gritam ainda mais forte e mais imperiosamente do que ela, até que a pobre soberana, não tendo mais fôlego, é constrangida a ceder e a concordar com os seus rivais. (Elogio da Loucura)
