O Amor tem que ser Alimentado
A solidão tem duas faces: a que afasta você de você e a que devolve você a você. A primeira é a solidão não escolhida, a solidão que gera medos; a segunda é a solidão escolhida, aquela que lhe permite se (re)encontrar e se (re)conhecer.
O sucesso é bom demais, mas tem um gosto especial quando podemos compartilhar com aqueles que sempre acreditaram em nós. Todos os dias, o amor da nossa família deve ser a motivação que nos leva a lutar (por nós e por eles).
Ela é do rock!
Ela é madura, louca, insegura...
Ela é mistério com esse jeito sério
Têm seus segredos, medos, sonhos...
Seus olhos são brilhantes
Seu jeito elegante veneno
Já visitou o inferno, mas escolheu o céu
Chora, grita, cala, fala...
Como tantas bipolar, singular, sisuda...
Importante saber que é de verdade
E se não souber cuidar
Será saudade.
Em qualquer lugar, menos na indecisão. Aqueles que não têm clareza sobre seus desejos, objetivos ou companhias, também não têm orientação para alcançar o que almejam. Viver exige escolhas e definições, e ficar em cima do muro apenas obscurece o caminho.
Não quero insultar os outros apenas estando sendo de verdade e verdadeiro, acredito que só tem medo da verdade quem vive de mentira e mostra-se mentiroso, estando defendendo mentiras. Mas apenas gostaria que começasse a refletir, questionar e pensar por si mesmo.
Algumas coisas a gente não tem permissão de lembrar, mas a alma sente, com tamanha intensidade, que fica até difícil de explicar.
Uma pessoa que tem o privilégio de ter dons diferentes... não é bem vista em um círculo de pessoas que simplesmente tem dons parecidos e iguais...!
As palavras ditas baixinhos têm um significado mais bonito.
A visão tem esse estranho poder de olhar para um lugar e ver outro, ver algo completamente diferente, os olhos não olham sempre para o presente.
Não de a chave do seu cadeado no inicio
Apenas demonstre que voce tem um cadeado e deixe que lute
Apenas depois voce vera que vale a pena.
Tenho muito a dizer
O que dizer quando se tem muito que dizer?
Os ortodoxos escolheriam começar do começo. Óbvio e nostálgico demais.
Os imediatistas procurariam: “Qual o fim disso tudo?”. Conclusivo e incerto demais.
Os monges budistas em excursão ao Alpes suíços diriam: “Se assim é. Assim seja e permaneça”. Passivo e retilíneo demais.
O Capitão Nascimento diria para as palavras entaladas: “Pede pra sair!”. Austero e hiperativo demais.
Aí fico a pensar, palavras foram feitas para satisfazer a elas mesmas em sua dureza ou em sua efêmera exatidão. Porém, quando nelas advém um vento de generosidade, optam por se fazer compartilhar, não elas mesmas, mas coisas silenciosas que soberbamente acham expressar. Mas quando isso ocorre, muitas vezes da mesma forma que o vento traz essa vida, essa leveza, elas se esvaem por não encontrar um retiro para repousar essa benevolência. E de onde vieram, voltam e adormecem. Não com um sono eterno, mas ficam a aguardar novamente esse vento que conscientemente as faz ter algum valor.
Adeus,mãe
Mãe, eu preciso te falar
Do que sinto no meu peito
Uma dor que não tem jeito
De aliviar ou curar
Mãe, eu sei que você me ama
E que quer me ver feliz
Mas eu não consigo ser
O que você sempre quis
Mãe, eu não me encaixo nesse mundo
Não me sinto parte dele
Sinto-me sozinho e perdido
Sem rumo e sem ninguém
Mãe, eu não tenho amigos
Nem amor, nem esperança
Só tenho tristeza e angústia
Que me acompanham desde criança
Mãe, eu não quero te magoar
Nem te causar mais sofrimento
Mas eu não vejo mais sentido
Em viver esse tormento
Mãe, eu te peço perdão
Por não ser o que você sonhou
Por não ter a força que você tem
Por não aguentar mais a dor
Mãe, eu te amo muito
E por isso eu te digo adeus
Espero que um dia você entenda
Que eu fiz isso por nós dois
