O Amor tem que ser Alimentado
Que um dia acabe esse esteriótipo de que você só é alguém quando se tem status, dinheiro e muitos amigos. Porque Jesus quando veio anunciar a palavra de Deus, não veio pra que tivéssemos essa ideia fixa na cabeça e sim para que procurássemos as coisas do alto e principalmente a Deus.
Momento irritante palpável,
Insiste em voar,
Na frente da porta dos meus olhos,
Voa e voa,
É o tempo com pele de vento,
Que me toca e tudo para,
E depois vagarosamente,
Vai e vai,
O que tenho?
O que me espera?
O que faço?
O que mais quero?
O que tem aqui dentro?
Para que tanto anseio?
Tenho uma alma agitada querendo dizer,
Tudo – mas se eu soubesse falar,
Tenho ouvidos abertos,
Nada – dentro de mim está mouco,
Este é o país
Onde o bandido tem liberdade
Enquanto o povo é prisioneiro,
Onde está a dignidade?
O que será dos brasileiros?
Quem tem uma criança,
Com um bola dentro do peito,
Sabe sentir o que a vida tem pra brincar,
Seja assim, ou assado,
Frito, cozido, ensopado, gratinado,
Refogado ou requentado,
Sentir a vida é brincar,
Brincar é viver criança,
Fé bom pra quem tem!
Excelente pra quem Acredita
Mas infelizmente há coisas da vida do dia a dia da nossa existência que faz com que essa Palavra não faça mais parte de nosso Vocabulário!
Em nossa jornada nos deparamos com varias escolhas, algumas fáceis outras difíceis, também tem aquelas que até mesmo depois de feitas ainda são complicadas de lidarmos com elas, entretanto, a escolha de um amigo é a que mais deve ser considerada, pois mesmo distante ou quem sabe ausente, um "Verdadeiro Amigo" não tem preço!
A verdade é que a verdade tem sido ao longo do tempo trocada pela verdade que não é verdade. Somos escravos das ilusões
SAUDADE TEM NOME
Se chama infância
Bolo de milho assando
Naquela cozinha grande
Cheiro de café coando.
Fogo aceso crepitando
A espera do leite vindo do curral
Frutas frescas arruma a mesa
Colhidas ali no quintal.
E tudo se chama saudade
Ainda sinto dentro de mim
Aquele delicioso sabor
Saindo do forno quentinho
Bolo puba e de aipim.
Autora- Irá Rodrigues
Poema furtivo
O poeta ao falar de si fala dos outros,
que cada um tem um quê do outro.
Tudo é como se fosse um amarrio de cordas,
seguidas, compassadas, continuadas.
O poeta ao falar dos outros fala de si,
que cada um outro tem um quê de nós,
cada um vive a vida alheia sem saber
e morre na morte do outro.
O poema, depois de lido,
torna-se impessoal, de todos,
ainda que impregnado de evidências da mão.
O meu seu poema dele não existe.
Remisson Aniceto©
A vida tem tanta força, que flores brotam em jardins de cimento.
Narrar é um modo de iluminar nossas zonas escuras, as palavras têm o poder de fazer cair o lençol branco das assombrações e escrever é uma forma de se desgarrar de si mesmo e se entregar.
Não tem jeito! Quase sempre só aprendemos com os nossos próprios erros. Achamos que nunca iremos passar pela situação do vizinho, até a mesma bater na nossa porta.
(Hoje meu coração tá machucado).
