O Amor Nao Morre apenas Adormece
A vida é para quem vive.
A morte é para quem morre.
Deixe a vida ser música.
E a morte uma nota por dizer.
em todas suas paranoias
vejo teu coração sangrar
nesse jogo que dia e a noite
morre no primeiro estante que beijo...
o coração sangra com lembranças...
mergulhado em sentimentos...
para os quais se morre dia apos dia,
quando termina a esperança e a vida termina...
nada tem mais sentido.
perder o coração parece ser algo que fara feliz.
sou pluma que morre entre as brumas,
que se denota nas sombras do destino,
com o frio da chuva que se desprende,
deste mundo que tanto renuncia tua...
espumas sublimes amor que consome,
em chamas no teu silencio em teu sorriso,
em que sou uma fagulha que queimou...
nesses espaços que o vazio predomina...
que assim seja em fogueiras de vaidade,
paradigma do desejo que reprime
na esperança que se cala na voz da noite.
Nunca ouvi dizer q a pessoa morre e leva isso ou aquilo na viagem,mas com certeza já ouvir falar na avaliação de tudo que deixa
Quem vive morrerá, quem morre reviverá! E o digno medo do novo é o eixo da roda viva, rolando para o fim da picada.
É preciso aceitar q a vida aqui é somente uma passagem ñ podemos mudar aquilo q Deus escreveu ,morremos para viver eternamente
Só morre tolo aquele que tem medo das mudanças, pois aquele que é sábio convive diariamente com elas.
NO ASFALTO
Morre no asfalto...
Anta, lobo e gato
onça, bode e sapo
galinha, galo e galo.
Morre...
O cachorro e o dono do pato
a mala o cadeado o saco
morre, jegue, cavalo e gado
jacaré cobra e cagado...
Gente boa e os safados.
Morre no asfalto...
Alegria, dia e noite
sedo meio dia e tarde
tino, sino e badalo.
Morre...
A felicidade, verdade e gabo
montante de hoje e ontem
noite horizonte e fado,
a ponte para o futuro...
A flecha atirada ao monte.
Morre no asfalto...
Combustível, fumaça, embalo
lembrança distancia malho...
Todo tipo de aero tipo
toda grife, todo ralo.
Morre no asfalto...
Toda cor e todos embalos
ritmos, som e seus estalos
todo peso e todo fardo,
as sentenças com seus mandos...
E os encargos com seus horários.
Morre no asfalto,
todas as falas
e todos tiks dos gagos...
Silencio e afretamento
sonho de fé e plano,
e os segredos de fulano.
Morre no asfalto...
O homem a mulher o prado,
e o ritmo do velho diabo.
Antonio Montes
