O Amor Nao Morre apenas Adormece
A Dor do Amor...
O Amor é a pior Dor,
quando você realmente ama alguém
você faz de tudo por esse alguém
essa pessoa faz você se sentir um ninguém
eles nos diminuem
Nós fazemos de tudo por eles
mas eles continuam querendo ficar nos altares
eles querem por que querem chegar nos ares
pois mesmo depois de agreções, esmurrações, ainda continuamos com as mesmas ações.
Pois meus pulsos agora cortados, sonhos despedaçados, pecados pagados, fazem eu querer voltar mais e mais no passado, junto de seus abraços apertados, olhos brilhando quando eu estava ao seu lado
Só de ver o seu rosto familiar por perto eu te desejava
mas agora estou brava, apavorada
pois eu realmente confiava na sua palavra, tchau babaca.
Dia 54/55
Amor meu,
Tanta coisa aconteceu nesses dois dias,
Gostaria muito de compartilhar e estou,
Ainda à distância,
Você está comigo em tudo,
Em todos os momentos,
Não esqueço um segundinho sequer meu amor,
Estou te esperando, na melhor versão de mim,
Só quero te abraçar,
Dar um cafunguinho,
Te deitar no meu colo...
E deixar o tempo se arrastar sem pressa.
Convocação Geral: Ensarilhar as armas!
Voltemos aos abraços, às cantorias, às expressões de amor!
O Planeta está vivendo um momento delicado, lembrando os períodos anteriores às duas grandes guerras do século passado.
A incompreensão tomou conta da vida dos Seres Humanos, a intolerância se espalhou de tal forma que qualquer coisa que seja dita se torna motivo de discussão, de inimizade.
Amigos deixaram de se falar, irmãos deixaram de se visitar, pais não visitam os filhos e filhos não mais visitam os pais.
Ah, Poeta, mas sempre foi assim!
Não, meus amigos, a segunda metade do Século XX foi de encontros, de distensão, de abraços, de “Pax and Love”, de construção sinérgica.
Na arte, na música, na literatura, no dia a dia, o clima era de festa, de alegria. Beatles, Frank Sinatra, Elvis, Violeta Parra, Mercedes Sosa, Elis, Roberto, Kleiton & Kledir, MPB4, Família Ramil, Chico, Fábio Jr., Sérgio Reis e os Sertanejos, Raul Seixas, todos falando do amor, da paz, da alegria.
O risco é grande!
Há que se repensar nossa forma de ver nossos semelhantes o AMOR precisa voltar a ser o centro de tudo, precisamos visitar mais, encontrar mais, expressar nosso carinho e nosso afeto.
A desunião que tomou conta de nossos corações e de nossas almas nos últimos anos não pode continuar dirigindo nossas vidas.
Não à guerra!
Não à desavença!
Não ao ceticismo!
Não à descrença!
Não à desesperança!
Que espalhemos pelos quatro cantos da Terra a união e o afeto, o amor fraterno, o bem, a compreensão.
Há que haver o REENCONTRO conosco, com a bondade, com nossa essência.
Acreditem, isto é possível!
É hora de deixarmos de lado o individual, o centrismo, a arrogância, para pensarmos no coletivo, no amor que nos une a todos.
É hora de ensarilhar as armas!
Amor, sentimento macio que chega vagarosamente mexendo por dentro, deixando uma marca feliz ou triste.
"Que a paz, a sintonia e o amor reinem com leveza na vida de ambos... Que o carinho, o afeto e a entrega façam florescer uma união tão profunda que transforme dois corações em um só caminho."
De Roberto Ikeda para Marly & Edmilson
PARA CHAMAR DE MEU
Procuro ser aberto à vida...
Mantendo o amor e o afeto
Em qualquer estrada florida
E pelo desafiador deserto...
Comigo... A minha companhia...
Que divide a cumplicidade
Em cada noite, em cada dia
Até a mais alcançável idade...
E juntos... Vamos construindo...
Um ninho perfeito para nós
Onde só vai repercutindo
A felicidade em nossa voz...
E é esse que tenha espeito...
Que trate-me sem desdém
Que grite de dentro do peito:
- Me chame de seu também...
(PARA CHAMAR DE MEU - Edilon Moreira, Junho/2025)
MARAVILHOSO
Havendo amor no coração...
O corpo cria as suas asas
E com elas faz a levitação
Visitando as tantas casas...
O amor em própria energia...
Não discrimina a ninguém
Se propagando ao dia a dia
A quem ainda não o tem...
Cada vez mais é aumentado...
Cada vez mais tão poderoso
Se ganha quando é doado
Tornando tudo maravilhoso...
(MARAVILHOSO - Edilon Moreira, Junho/2023)
eu achei que era o amor mais era medo de estar sozinha me enulei tentando ser tudo pra alguém que mal enxergava quem eu era chamei de amor o que era caréncia aceitei migalhas e chamei de cuidado hoje sei nâo era amor
Descobriu que o amor era uma coisa doente que te punia a cada passo dado em sua direção.
Quem pratica o amor, faz o bem e é justo, mas depois arrepende-se de tudo que fez por se sentir "injustiçado"; só tentou barganhar com Deus ou foi hipócrita e tudo não possou de politicagem para obtenção de vantagem.
**“O amor nasce do simples: da admiração, do respeito, da compreensão... E, quando percebemos, já estamos amando, cuidando e doando metade de nós ao outro. É então que vemos surgir a reciprocidade espontânea, o carinho, o afeto e o companheirismo.
Mas o amor morre, muitas vezes, justamente pela falta desse ‘simples’ que, após a conquista, achamos que não precisamos mais fazer. E é aí que nos enganamos e acabamos perdendo aquilo que realmente valia a pena.”**
Você acabou rotulando como amor tudo aquilo que provocava reações intensas em você.
Contudo, ninguém te mostrou que o amor autêntico também se manifesta em calmaria, tolerância e atenção.
Você trocou a vivacidade pela mutualidade.
Nomeou de acaso o que não passava de vulnerabilidade.
E persistiu em permanecer onde só encontrava abandono.
A questão é que você acreditava que precisava sentir euforia.
Mas o amor perdurável é aquele que se edifica sobre bases sólidas, não em devaneios.
Portanto, se hoje você anseia por um amor que te valorize, que te dê ouvidos, que te note,
é possível que você não precise de outra pessoa. É provável que você sinta falta de si própria.
Quem já ouviu a história
A força que o amor tem
Veja o santo que ajuda
Um homem que pensa bem
Tendo força de vontade
Veja nega, a falsidade
Nunca valeu a ninguém
A força que o amor tem
Não há quem possa vencer
Dá coragem ao homem fraco
Perde o medo de morrer
Fica veloz como o vento
Cria ferida por dentro
Quem ta de fora não vê.
AINDA SOBRE O AMOR
O amor é luz — mas eu sou mariposa.
Sou feita de asas frágeis, de voos que tremem, e mesmo sabendo do incêndio, eu fui, seduzida pela luz...
Te busquei como quem desejava o fim, mas desejava ainda mais o instante de calor.
Você foi clarão — farol, estrela, chama.
E eu, tão pequena, ao seu redor,
embriagada pela promessa do brilho,
mesmo ciente que me mataria, você me chamou, me atraiu, me deduziu.
O amor, dizem, é abrigo, é flor, é casa.
Mas pra mim, é vertigem.
É precipício vestido de sol.
Mas ainda assim, eu ficava, hipnotizada pelo seu encanto tão brilhante, a luz dos meus olhos, o motivo do meu respirar...
Porque há em mim esse destino triste de mariposa —
amar aquilo que pode me destruir
e achar nisso… beleza.
Eu não sei amar de longe.
Meu peito não entende fronteiras,
minha alma não teme queimaduras.
Só queria luz.
Só queria você.
Mesmo que, no fim,
o que tenha sobraso de mim
seja apenas sombra e pó.
Raísa Sousa
Amor em Silêncio
Você é o incêndio que arde em silêncio,
O nome que ecoa em minha alma sem voz.
É o amor que desafia o tempo,
Mas que a vida, cruel, separou de nós.
Teu toque ainda vive em minha pele,
Teu cheiro é brisa que nunca se desfaz,
Teus cabelos, seda em noites de sonho,
Teu corpo, refúgio que a realidade me traz.
Foste o sim escondido atrás de um não,
O desejo que se fez negação.
No abismo entre o querer e o poder,
Você é o amor que eu não pude viver.
Guardei-te entre os labirintos do pensamento,
Onde ninguém mais pode tocar ou saber.
És meu segredo mais ardente,
A paixão que escolhi não dizer.
E mesmo que o mundo jamais descubra,
Meu coração conhece tua imensidão.
És o eterno amor da minha vida,
Condenado à prisão da minha razão.
"Amor que Fere e Fica"
A vida, em seus mistérios tortos,
Te trouxe até mim, como quem vem salvar.
E por um tempo, fui céu aberto,
Até tua sombra começar a me habitar.
Você me fez sentir imensa, rara,
E depois... pequena em um canto escuro.
Ameei demais, calei demais,
Perdi pedaços pra caber no teu mundo duro.
Deixei risos, deixei gente,
Deixei partes de mim pelo caminho.
E hoje, ao teu lado, tão presente,
Ainda me sinto no mais cruel desalinho.
Brigas viraram rotina,
O silêncio, nossa nova oração.
E mesmo com a alma ferida,
Ainda encontro alegria no teu perdão.
Te amo… mas a que preço?
Esse amor já não me cabe, não me veste.
É dor que beija, e riso que corta,
É ficar quando a alma pede que reste.
Nos acostumamos com o caos,
Com o aperto de não se perder.
Mas amar também é permitir partida,
E talvez… permitir-se renascer.
