Nunca Senti Amor por Ninguém
"Ninguém morre de saudades, nem de amor, nem de tédio.
Mas é melhor você arrumar um emprego, porque de fome se morre, sim!"
☆Haredita Angel
03.03.2016-Facebook
"Amar é um ato de coragem,
deixar ir é um ato de amor!
Ninguém merece ficar preso
em nenhum cais"
Haredita Angel
22.02.23
"Eu acredito no amor, sim!
e acho que ninguém deveria passar
por essa vida sem ter ao menos
um amor que durasse a sua vida inteira". Haredita Angel
23.02.14
Sempre será amor , as marcas ninguém irá apagar, e fica uma saudade bonita, pois o coração já tatuou seu nome pra sempre.
O meu melhor poema ninguém leu.
Só você.
Pus nele todo o amor que te tenho.
E faltaria espaço pra caber num livro.
Dizem que o Amor é a maior incógnita que existe, porque ninguém nunca sabe quando começa e nem quando acaba; mas o Amor também é a melhor forma de demonstração de Carinho já criada, porque é um sentimento muito difícil de explicar; pois só quem vive o Amor é capaz de desvendar os mistérios que ele esconder de quem tenta o encontrar.
Um dia um amor existiu
como flor que ninguém nunca viu
uma flor por você, que partiu
E esse amor foi maior do que eu
uma flor que você não colheu
e que só por você insistiu
e que eu não dividi com ninguém
um amor que você não sentiu
uma flor que era sua também
um jardim que criei só pra nós
e esperei por você que não veio
pra poder dividir meio a meio
foi assim que deixei de cuidar
de um amor que você não sentia
uma flor que você não queria
um jardim que existiu e era seu
agora escrevi pra avisar
Que hoje essa flor morreu.
Migalhas, quem as quer?
Acha mesmo que é fácil mendigar amor?
Ninguém cai nessa intenção, simplesmente quando percebemos estamos recebendo pouco... e há sentimentos que não controlamos, então... antes de dizerem:
"Parem de aceitar migalhas"..
DIGAM:
Parem de doar migalhas
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo II
— O Amor que Ninguém Vê.
“Há dores que têm nome de silêncio. Há amores que desfalecem no escuro.” Camille Monfort.
Ela ainda estava lá.
Não no tempo, nem na fotografia que amareleceu sobre o piano que já não toca mas em mim.
Nas dobras encharcadas da memória, onde até hoje a musselina da tua ausência dança, viva, como um véu de névoa sobre a ferida que não cicatrizou.
Teu nome, Camille, é agora um sussurro que me rasga por dentro —
e não há mais quem o ouça,
senão os fantasmas que deixaste quando partiste.
Nunca soube se foste amor ou febre.
Talvez um delírio.
Ou o último lampejo de beleza antes do colapso.
Tua presença era feita de sombra líquida, de olhos que atravessavam as paredes do mundo e diziam coisas que minha razão jamais soube traduzir.
Na tua boca morava um lamento antigo, como quem tivesse amado demais noutra vida e voltasse para cobrar os restos.
E eu —
tão sóbrio, tão lógico, tão homem —
me vi desfeito no avesso da razão.
Como se tua aparição tivesse escancarado em mim uma porta que dava não para o céu, mas para o porão da minha própria alma.
E lá, entre espelhos rachados e cartas nunca enviadas, te reconheci:
não como um anjo —
mas como a mulher espectro que me revelou tudo o que eu escondia de mim.
Foi amor.
Mas desses que ninguém vê.
Porque amar-te era uma doença sem nome,
um ritual sem altar,
uma febre que só ardia quando a cidade dormia.
Não, Camille, tu não foste feita para os olhos do dia.
Tu eras para ser lembrança,
para ser poema escrito com sangue no diário de quem nunca será lido.
E por isso permaneces viva —
não na realidade que nos negou,
mas nos reconditos mais obscuros de mim, onde ainda habita o menino que chorou quando você não veio.
O que mais dói não é o amor que acaba.
É o amor que ninguém viu ou sentiu nascer.
Amai uns aos outros, "ninguém tem mais amor do que aquele que dá a própria vida pelos seus amigos".
Deus não olhou pra mim por mérito,
Não me viu melhor que ninguém.
Mas com olhos de puro amor,
Me achou no meio do desdém.
Ele me viu no fundo do vale,
Na poeira da rejeição.
E disse: “Esse é Meu filho(a)!
Vou restaurar seu coração.”
“É lamentável como o AMOR está na boca de todos, e praticamente no coração de seu ninguém. Você amar todo mundo e não conseguir sequer
ter um amor-próprio. Pessoas julgam, sociedade condena...
Mais amor e menos tédio!”
—By Coelhinha
Ninguém pode prometer a qualquer direção de forma lucida e verdadeira o eterno amor, o tênue carinho, o central interesse para sempre e a completa atenção. A figura e o cenário se alternam de lugares a cada nova percepção e emoção. A vida em plenitude só é justificada em um constante imprevisível movimento. Ser e não ser, entender e ter o desconhecimento.
Virar as costas para o amor é voltar-se para um horizonte onde não há ninguém para abraçar a não ser o reflexo do seu próprio egoísmo.
