Nunca me Levou a Serio
Sentimentos e comidas, iguais pra mim. Uma vez frios podemos até requenta-los, mas nunca mais será mesma coisa.
Vocês Podem Tirar Minha Paz , Meu Dinheiro & Minha Alegria
Mas Nunca Tirarão Minha Dignidade e Meus Sonhos'
Vou aproveita cada segundo da minha vida vou ter um instinto de beija-la derrepente,como se nunca mas fosse presenciar este momento.
As vezes é necessário abrir mão de algumas coisas, dizer um até logo, até breve, mas nunca dizer Adeus. Quando vc ama as "pessoas", valoriza algumas "coisas", não se esquece e nem as abandona.
[...] Nunca tenha medo à vista
Pois o medo é egoísta
Bela vista, é altruísta
que só quer se avistar [...]
Trecho De Borboleta
Certas pessoas eu nunca vou ver mais
muitas porque eu não quero e outras porque não posso
mais nunca vou esquecer elas nunca mais.
Vai continua, você esta indo bem! Eu não sei nadar, nunca conseguir fazer isso! Mas eu vim do outro lado do mundo apenas para te ajudar,faz isso por mim! Vou tentar, você segura minha mão? Sim, eu estou aqui né! Esta sim, não solta minha mão nunca? Solto não,continua! Eu te amo! Eu também te amo!
As maiores e melhores mentes nunca plagiaram. Nem que fosse de suma importância, em hipótese alguma deixaram se levar pela forma mais simples de ser idiota.
Nunca vi...sua beleza me fascina...nos meus sonhos ele existe...posso garantir... ele é lindo de se ver...nos meus sonhos...é assim que... eu o vejo... intocável... longe da destruição humana.
Não critique a felicidade por nunca te-la conhecido, as pessoas são felizes cada um da sua maneira, não tenho culpa se seus olhos estão vendados.
Nunca deixe que seus sentimentos tomem conta de seu corpo, porque uma pessoa racional não deixa levar em conta a emoção.
-Boneca de porcelana delicada.
Gosto de arranhar as unhas pelas paredes
Por onde passo e nunca volto.
Gosto de avisar que estou chegando
Que estou por perto ou indo embora.
Mesmo que me confundam com o gato da Rua 87°.
- E como eu gosto de bocas.
- E como eu gosto de mãos.
- E como eu gosto de olhos.
Ponto fraco, que me fascina.
Encanta-me o nu e as curvas
Acho puro e encantador.
Os dedos passados por eles
Parecem agulhas de vitrola
Tocando o último LP do Cartola.
Em tom suave e sussurrante.
-Boneca de porcelana delicada.
Como gosto de arranhar as unhas pelo seu corpo
Onde passo e nunca volto.
Gosto de avisar que estou chegando
Que estou por perto ou indo embora.
Mesmo que agora me confundam com a gata da Rua 78°.
É que gosto de bocas, de mãos e de olhos.
Esse ponto fraco me fascina.
Encanta-me o sujo
E o desencanto do nu e das curvas.
Onde os dedos passam
E as unhas parecem agulhas de vitrola.
Tocando afiadamente o último LP do Cartola.
Em tom suave e sussurrante.
-A boneca de porcelana delicada.
Quebra.
E foi embora.
Algumas dores nunca irão passar, por mais que se esqueça delas por algum tempo, elas nunca passam, nem adianta tentar. É como aquela alergia maldita; ou aquele ossinho que quebrou caindo da cama. No começo doeu, depois a dor passou e você esqueceu, mas quando veem aqueles dias ruins, fechados e chuvosos o seu ossinho sempre dói. É como se colassem seu coração e as rachaduras continuassem a doer. É como se eu ainda escutassem o som dos seus últimos passos ressoarem sobre cada um dos meus nervos. Eu costumava te ter, costumava me entregar para você e agora sei que nunca será capaz de voltar. Você morreu. E eu simplesmente tenho que acostumar com dorzinha de não poder mais te ter.
Me criei, assim, baldoso.
Meu pêlo, nunca viu tôso.
Meu lombo, não prova de arreio...
Na boca, sem gosto de freio;
Trago por recordação:
Relinchos do meu rincão
Que quase parto no meio!
Ecoados pelo vento...
Andarengo e pacholento
Que mistura o cabelo da china
E faz chorar a retina
Empoeirado e cinzento
Não me enganas com teu pranto!
O vento, nunca foi santo
Sempre espalhou pelos canto
Agouros e maldições
Histórias velhas e canções
Que eram parte de segredo
E me fez desde cedo
Valorizar um estouro;
Endurecer bem o couro
E da vida não ter medo.
Andei recorrendo a pampa
Sem rumo e sem parador
Como abelha sem achar flor
Como sarna que não tem cusco
E de tanto pialo e susto
Hoje, já falquejado das voltas
Anseio um pago repouso
Não há de faltar... a mim, um poso
Mas que fique salientado
Que mesmo cansado e maduro
Sou o mesmo queixo duro!
Sou o mesmo APORREADO!!!...
Nunca estou sozinho
Sempre busco comunhão
Lembranças dos que se foram
Histórias de amor, paixão...
Sonho com os que ainda virão
Planejo como sera a nova ilusão
Mesmo quando não estou perto
O que guardei desses momentos me serve de abrigo
Amores, família, amigos...
Todos deixam comigo
Alguma recordação
As lembranças me fazem companhia
Uma vida vivida dia pós dia
Assim é! e não ha nada a fazer
Só podemos tornar este ciclo
O mais puro querer
Viver, sentir, retribuir...
Tirar de tudo: PRAZER!
Saber que nada é de graça
Aprender e agradecer
Me torno companheiro de mim mesmo
Porque aprendi a guardar de cada sentimento um pouco
Para nunca esquecer
O que guardo serve pra mim
Mas sobra aos que buscam abrigo
Um ombro de um amigo
Ou alguém pra se querer.
