Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Uma dica pra voce não se estressar, não se preocupar, tanto, e viver mais de bem com a vida: Nunca, jamais, em hipótese alguma, brigue com o destino.
Sei o quanto é complicado pra maioria das pessoas seguir essa dica, mas acredite, o destino sempre te coloca onde é pra voce estar, ele faz seus planos falharem, mas te coloca la, onde ele programou para voce, e por mais que demore, ou que não pareça, é no melhor lugar que voce poderia estar. O destino, por mais que algumas vezes pareça, não esta contra você. Ele só faz é te lapidar, pra que voce seja, no futuro, um diamante e não uma pedra bruta. Ele parece cruel, mas é tão generoso. (Sei por experiência própria). Portanto, tente ser amigo do seu destino, não brigue com ele... Pois enquanto você não tiver humildade suficiênte pra aceitar que ele te trará o melhor, ele continuará a te apertar... Assim como um casulo que aperta a lagarta até que ela tenha a graça de se transformar numa borboleta, ai ele a libera. A muito tempo entendi isso e sempre aceito as brincadeiras do destino, e hoje, ele me deu algo que não tem preço. Um dia você vai analizar tudo que aconteceu na sua vida, que você considera ruim, e verá que foi por um bem maior do que o que você esperava. Acredite.
Nunca fui de planejar, achava que o que deveria acontecer uma hora ou outra viria a tona.
Quer dizer todos temos planos, mas nunca planejei de fato o que teria de acontecer e como teria de acontecer.
Vou ser sempre uma confusão. Ninguém nunca me entenderá, nunca me compreenderão. Meu modo de agir e pensar é muito diferente das outras pessoas. E a única pessoa que entende meus problemas e ao mesmo tempo trata deles, hoje está fazendo as malas para nunca mais voltar...
De uma forma muito astuta
a mentira nunca falha:
hoje atinge a quem a escuta,
amanhã, a quem a espalha…
José Ouverney
Nunca posso esquecer das pessoas como vocês. A amizade é como uma planta que devemos regar. E essa planta cresce, dela vem uma linda e grande raiz. Essa raiz são vocês, que estão no meu enorme Jardim que é o meu coração.
Quando dizemos fazer algo em honra de Deus, de uma causa, de um ideal, nunca o realizamos para nós mesmos. Não adianta: digamos ser a Deus ou para que outros se apercebam, fazemos tudo ou para fazermos os outros felizes ou a nós mesmos, para nossa própria auto-satisfação. Não há o colocar-se no lugar do outro, no Tempo do outro; há o ser Herói, fazendo algo de grandioso e frutífero, ajudando o outro a salvar-se, e assim, adquirindo a esperança no próprio resgate, no próprio ressarcimento de seus esforços, para recuperar a identidade de si como estando em Todos. Afinal, pelo que dizem (e assim creio), Deus está em Todos, todos d’Ele viemos e d’Ele fazemos parte.
("Adoração sem sacrifícios, Amor sem cálculos": http://wp.me/pwUpj-pl)
Ao prometer nunca mais trazer as águas de destruição sobre o mundo, Deus faz uma “aliança” e a representa pelo arco-íris.
É maravilhoso quando uma garota que você é apaixonado diz que nunca esquecerá de você mesmo estando com outro.
E toda Noite antes de dormir, peço a uma estrela me guiar ate você e juro que nunca voou desistir, o amor que eu sinto é o que me faz sobreviver !
um dia eu chorei pq uma amor mim traio mais depois q eu vim persebe q eu nao mereso vive pq eu nunca mim apaxonei pela menina do meu solho agora u vou agora mim choga do benmhasco para nunca mais sofre brigado deus eu te amo minha familia agora vou vive com deus te amooooooooooo.
Lembro-me de ter chorado uma vez, como uma criança, em seu colo. Eu nunca havia chorado na frente de ninguém. Eu me senti um pouco ridícula. Mas naquele momento já não importava estar sendo ridícula. O que importava era que naquele momento eu estava esgotada. E ele estava lá. Me dando seu colo, como fazia quando eu era menor. Ele estava sempre lá, mas eu nunca pedia ajuda. Mas ele estava lá. Era só isso o que importava. Ele estava lá.
Moçambicanos, nalgumas vezes sofrem com uma doença que nunca se fez sentir no País, portanto, o analfabetismo está nos seus domínios cognitivos!
“Nunca mais” é uma expressão tão restrita para vontades tão claras – Pensei.
Nunca mais a possibilidade de um reencontro me invadiu. Eu morria a cada vez que o acaso te colocava no meu caminho e eu te observava mais vivo. E de certa forma tudo que um dia eu imaginei para nós dois parecia nunca ter acontecido. E o "para sempre" não era nada mais nada menos do que uma madrugada. Os nossos encontros pareciam aqueles caminhos feitos de pólvora que aparecem nos filmes, apenas uma fagulha de imprecisão era o suficiente. Nesse “nunca mais” passageiro, tuas idas e vindas não me animavam mais. E não entendia. Não associava a valsa lenta com a tua falta de ritmo, tua falta de vontade de querer ficar. Não compreendia o teu lado sistemático de me tomar nos braços a cada dois meses no ano. Sinceramente não me questionava do propósito de estar nessa guerra que ocorre no teu mundo e não me sentir desconfortável por um toque de bala perdida.No “nunca mais” que te traz pra perto eu enxergo que solidão mesmo é estar com alguém e mesmo assim se sentir sozinho. E tua presença é tomada de solidão da cabeça aos pés, mon amour. E tu te organizas nesses fragmentos desertos. E tu até me convence de que marcha fúnebre também é ritmo e nos envolvemos no mesmo compasso de necessidade e dúvida. Mas “nunca mais”, não é? Nesse jogo de azar sem vencedores e sem final ali estamos. Porque nessa roleta russa de “nunca mais” os teus tiros de más intenções já me causaram três ou quatro mortes. E eu morria antes dos disparos. A ferida exposta não me incomodava quando a zona de perigo ansiava por nosso confronto. O nosso “nunca mais” semeava uma guerra de silêncio constante e olhares gritantes. E eu me iludia por achar que teus olhos brilhavam por defrontar os meus, entretanto tive que interpretá-los como um inimigo, dotado de uma guerra sem som, sem armas, sem sentimentos. Tuas trincheiras eram mais resistentes do que as minhas e “nunca mais”. Ele disse que olha nos meus olhos e vê a farsa das minhas palavras, mas mal se dá conta de que tudo que escrevo reflete o modo como ele age. Então seria ele uma mentira?
Só se dá conta do peso da expressão “nunca mais” quando o fim lhe atropela no meio da rua. E esse choque é sempre inesperado, amor.”
Mais uma história não lida.
Mais uma vez.
