Nunca Diga que Ama uma Pessoa
Uma coisa eu nunca entendi.
Porque as pessoas que reclamam de personalidade, horários, vestuário e o que mais as incomodar em relação ao próximo são sempre as mesmas, que fazem horários de almoço exorbitantes, fazem pausa pra café ou cigarro o tempo todo, desvalorizam, ridicularizam e excluem o próximo?
Essas mesmas pessoas nunca conseguem enxergar que o outro nunca para por mais de alguns minutos para o almoço, nunca faz pausas para tomar um café sequer ou fumar em horário de trabalho (até pq ninguém é pago pra isso), que sempre está com trabalho pronto e até adiantado, que procura ajudar os colegas com tudo o que pode, muitas vezes até faz jornadas mais longas sem ganhar nada por isso.
Tudo pelo prazer de trabalhar em um lugar que respeita, por uma causa que acredita e pelas pessoas que tanto gosta.
Porque se sentir útil, valorizado e reconhecido é muito bom.
Tenta estar próximo das tão famosas e conhecidas panelinhas, mas nunca é realmente aceito, é desvalorizado e ignorado. É pré-julgado e rotulado apenas do jeito que é visto pelos demais, e ninguém se importa em conhecer esse colega do jeito que ele realmente é, preferem mesmo ter um motivo de antipatia e deboche.
E isso faz uma pessoa “apagar”.
Isso é triste. Acontece o tempo todo, em todos os trabalhos e com todas as pessoas do mundo.
E não deveria.
Sei lá, e ainda acho que nunca vou entender, por que tudo isso acontece.
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Eu nunca levei uma surra, nem recebi castigo do meu pai, mas fui repreendido e levei broncas como todos crianças são corrigidos dos pais porque eu era lógico custosa para fazer muitas arteira...
Eu era uma grande artista como todas crianças.
Meu pai ele sempre me protegia de todos na minha vida. Eu sei que ele me protege mesmo depois de sua partida para os braços de Deus eterno pai no céu.
Pai, Mãe te amo saudades eterna...
Eu sinto muito suas ausência como vocês me fazem tantas faltas...♥‵⁀,) * ¸.•* ¸.•* ¸.•
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E eu fui tola e cega
Nunca consigo deixar o passado pra trás
Não vejo uma saída, não vejo uma saída
Estou sempre carregando esse cavalo nas costas
Eu estou em uma festa que eu não quero estar
E eu nunca uso terno e gravata
Imaginando se eu pudesse fugir pelos fundos
Ninguém sequer está me olhando nos meus olhos
Você pode pegar a minha mão?
todo dia
uma coisa sangra em mim
entre o abismo e o voo
entre a asa e o salto
eu nunca me matei
todo dia insisto
nesse nascer continuo
poema
Nunca interrompa a infância de uma criança.
Uma coisa que eu mais me arrependo é do tempo perdido tentando ser adulto quando se era apenas um pequenino!
Enquanto estava na casa da minha avó, uma senhora me disse: Nunca é errado escolher. Errado é ficar com qualquer um. Nunca escolha um que fume, beba ou que fique em grupinhos. Lembre-se: Nunca é errado escolher. Escolher é certo. Quero o seu bem, por isso estou lhe dizendo isto.
A vida nos causa surpresas que nunca esperamos, igual uma jazida causa ao garimpeiro, sem perceber com muita luta o diamante está ali...
Eu nunca achei que o amor fosse uma coisa tão complicada , talvez se nós nunca pudéssemos achar a nossa metade do coração nunca seríamos machucados ou feridos afinal um coração sem metade não pode ser quebrado .
A vida é uma caminhada onde sabemos o fim - a eternidade - mas nunca os caminhos que nos levam até ele.
Nunca ouviram falar do louco que acendia uma lanterna em pleno dia e
desatava a correr pela praça pública gritando sem cessar: “Procuro Deus! Procuro
Deus!” Mas como havia ali muitos daqueles que não acreditam em Deus, o seu
grito provocou grande riso. “Ter-se-á perdido como uma criança” dizia um. “Estará
escondido?” Terá medo de nós? Terá embarcado? Terá emigrado?” Assim gritavam
e riam todos ao mesmo tempo. O louco saltou no meio deles e trespassou-os com
o olhar. “Para onde foi Deus?” Exclamou, é o que lhes vou dizer. Matamo-lo...
vocês e eu! Somos nós, nós todos, que somos seus assassinos! Mas como fizemos
isso? Como conseguimos isso? Como conseguimos esvaziar o mar? Quem nos deu
uma esponja para apagar o horizonte inteiro? Que fizemos quando desprendemos
a corrente que ligava esta terra ao sol? Para onde vai ela agora? Para onde vamos
nós próprios? Longe de todos os sóis? Não estaremos incessantemente a cair? Para
adiante, para trás, para o lado, para todos os lados? Haverá ainda um acima, um
abaixo? Não estaremos errando através de um vazio infinito? Não sentiremos na
face o sopro do vazio? Não fará mais frio? Não aparecem sempre noites? Não será
preciso acender os candeeiros logo de manhã? Não ouvimos ainda nada do barulho
que fazem os coveiros que enterram Deus? Ainda não sentimos nada da
decomposição divina... ? Os deuses também se decompõem! Deus morreu! Deus
continua morto! E fomos nós que o matamos! Como haveremos de nos consolar,
nós, assassinos entre os assassinos! O que o mundo possui de mais sagrado e de
mais poderoso até hoje sangrou sob o nosso punhal. Quem nos há de limpar desde
sangue? Que água nos poderá lavar? Que expiações, que jogo sagrado seremos
forçados a inventar? A grandeza deste ato é demasiado grande para nós. Não será
preciso que nós próprios nos tornemos deuses para, simplesmente, parecermos
dignos dela? Nunca houve ação mais grandiosa e, quaisquer que sejam, aqueles
que poderão nascer depois de nós pertencerão, por causa dela, a uma história mais
elevada do que, até aqui, nunca o foi qualquer história.
