Nunca Diga que Ama uma Pessoa

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Se eu morrer de amor, não chorem por mim. Diga apenas que encontrei no teu sorriso o meu jardim.
Que vivi cada instante como quem toca o céu, guardando teu nome em silêncio nas páginas do destino meu.
Se eu morrer de amor, que seja em teus braços, perdido no calor dos teus olhos e na paz dos teus abraços...estou escrevendo...ele não co segue esperar...porque aqui estou, sem medo de me entregar, sabendo que uma vida inteira ainda seria pouco para te amar...e se o amor for meu último suspiro, que o vento possa contar: que morri feliz, por ter aprendido a amar. ❤️


DeBrunoParaCarla

Não diga que quer a amizade de alguém, se você não o respeita
Não diga que quer o respeito de alguém, se você não o valoriza
Não diga que quer a valorização de alguém, se você não o enxerga.

Bom dia!
Você nao pode deixar de gostar de você, nao diga que você é um nada, ou que nao tem sorte na vida, você ja é vitorioso por estar aqui... gratidão 🙌 ❤️

Sonhe —
mesmo que tudo em volta diga não,
mesmo que a vida tenha fechado portas
e deixado só o eco da solidão.
Sonhe…
como quem segura a última chama
numa noite sem estrelas,
como quem insiste em ver manhã
mesmo cercado de trevas.
Se for a última coisa, então que seja:
o último ato de coragem,
o último grito da alma
recusando a própria paisagem.
Helaine machado

Entao diga me que se perde em minhas palvras
e se encontra atravez da musica
pode assim chegar perto de mim

De perto sou romântico, mas de longe te enganaram com um desabafo de alguém carente;
Diga-me onde esse amor vai parar, pois meu coração continua seguindo a sós;
De olhos em olhos continuo tentando me firmar entre as pálpebras encharcadas de emoção;
Se entre a caça a escolha vai se construindo, entre um coração virado do avesso se tem a certeza do quê quer;

Diga-me ó mais bela das ninfas que com a face tão graciosa e olhar tão inocente, o que queres para que eu possa ser digno de admirar-te e desejas-te?
Quão formosa beleza que tanto me encanta dominou os meus sentidos sem que ao menos notasse;
Nenhuma prata ou ouro se compara ao valor que tens ao meu coração, pois você apascenta minhas ansiedades e desatina a minha razão;

Veja
Não diga que a canção está perdida
Tenha fé em Deus, tenha fé na vida
Tente outra vez
.......................................................
Você tem dois pés para cruzar a ponte
Nada acabou, não, não, não, oh
Tente
Levante sua mão sedenta e recomece a andar
Não pense que a cabeça aguenta se você parar
Não, não, não, não, não, não
Há uma voz que canta, há uma voz que dança
Uma voz que gira (gira) bailando no ar

Trovíssima


Paraty é para sempre
Villa Del Rey quem o diga
Orides naturalmente
Dita o ritmo da cantiga

⁠faça me acreditar que eu posso,
faça me sentir que ainda posso.
diga me com atos e sem palavras
faça me ser o que já vivi
e deixei de estar para ser,
eu em você.

Há quém diga que você não é normal por não ser doido.


Há quém diga que você não é normal por não sair com anormais.


Há quém diga que você não é normal por ser normal.


Seja quem você é e não perca sua identidade por fazer o normal.

Há quem diga que esquecer é questão de tempo. Eu desconfio. O tempo só aperfeiçoa a memória; ensina ela a usar máscaras melhores.


Sem perceber, eu continuo te procurando.


Não em fotos. Essas eu já conheço de cor. Te procuro nas coisas que nunca te pertenceram, mas que aprenderam teu idioma.


Quando o primeiro acorde de Arctic Monkeys atravessa o silêncio, meu peito ainda olha para a porta, como se alguma parte de mim acreditasse que certas músicas continuam sabendo o caminho de volta. Oasis faz pior: transforma saudade em paisagem. É como caminhar por uma rua antiga onde ninguém mora mais, mas todas as janelas permanecem acesas.


Eu te encontro nos livros que compro sem motivo. Há sempre uma frase que teria arrancado um sorriso teu, e, por um instante, leio em voz baixa para alguém que já não está. Fecho a página como quem fecha uma conversa interrompida.


Também te procuro nas pessoas.


Não porque elas se pareçam contigo. Seria injusto com elas e impossível contigo. Mas existe um gesto, um silêncio, uma maneira de inclinar a cabeça enquanto escutam, um riso que dura meio segundo a mais... e, por um instante vergonhoso, meu coração pergunta se finalmente te encontrou de novo. Nunca encontrou. Eram apenas desconhecidos carregando pedaços que a minha memória decidiu roubar.


Há cidades que conspiram.


Volto a lugares onde estivemos e eles insistem em manter tua ausência exatamente onde você a deixou. A mesa continua pequena demais para duas pessoas. A calçada ainda sabe a direção dos nossos passos. O vento atravessa a mesma esquina com a mesma delicadeza, como se ignorasse que agora sopra apenas contra um corpo.


É estranho viver assim.


Como alguém perseguido por um fantasma que não assombra a casa, mas os detalhes. Um perfume na rua. Um casaco da mesma cor. Uma música tocando ao fundo de um café. A dedicatória esquecida na primeira página de um romance. Nada é suficiente para trazer você de volta, mas tudo parece suficiente para lembrar que um dia esteve aqui.


Talvez seja esse o verdadeiro peso de amar alguém.


Não é sofrer pela ausência da pessoa. É perceber que ela contaminou o mundo inteiro. As músicas deixam de ser só músicas. Os livros deixam de ser só livros. As ruas deixam de ser ruas. Tudo passa a existir em dois tempos: antes de você e depois de você.


E eu sigo vivendo.


Converso, sorrio, conheço rostos novos, aperto outras mãos. Mas existe uma parte de mim que continua fazendo comparações em silêncio, como quem procura uma constelação específica num céu cheio de estrelas. Não porque as outras sejam menores, mas porque meus olhos aprenderam, há muito tempo, exatamente onde repousava aquela luz.


Talvez um dia eu pare de te procurar.


Ou talvez não.


Talvez algumas pessoas não terminem quando vão embora. Elas apenas se espalham. Ficam escondidas entre acordes, páginas, esquinas e olhares alheios, transformando o mundo inteiro numa coleção discreta de lembranças.


E o mais cruel é que ninguém percebe.


Só quem continua procurando.

Há quem diga que a literatura morreu. Quando será o enterro? Até porque também se faz literatura a partir da tragédia.

Há quem diga que o amor é feito de grandes gestos e promessas
heroicas, mas, para mim, o amor se revela no silêncio dos meus
pensamentos. É naquele instante exato em que o mundo
silencia, a rotina dá uma trégua, e o meu
coração resolve falar de você.
_Enzo Ruchell_

Diga-me com quem tu andas e direi quem tu és? corrigindo: diga-me quais são as tuas atitudes quando quem tu convive está ausente que te direis quem é?

Diga-me, destino...
Por que me escolheste, se desde o primeiro passo já havias decidido que eu caminharia sozinho?
Arrancaste-me do meu mundo com promessas de glória. Chamaste-me de herói antes mesmo de conhecer meu nome.
Mas bastou uma mentira...
Uma única mentira.
E tudo aquilo que juravam admirar transformou-se em desprezo.
Roubaram minha honra antes que eu pudesse defendê-la. Condenaram minha voz antes que eu pudesse falar. Julgaram meu caráter sem jamais olharem em meus olhos.
Diziam que eu era o escudo.
Mas, quando precisei de proteção, não havia ninguém.
Enquanto outros recebiam espadas, lanças e arcos, eu carregava apenas o peso da desconfiança.
Chamavam-me de criminoso. De traidor. De indigno.
E, ainda assim, esperavam que eu salvasse aqueles que me apedrejavam.
Que ironia...
Queriam meu sangue, minha força, meu sacrifício.
Queriam que eu derramasse lágrimas por um reino que nunca derramou uma única por mim.
A cada porta fechada, aprendi que a confiança é um luxo para os ingênuos.
A cada olhar de nojo, aprendi que a solidão é mais honesta do que a falsa bondade dos homens.
Então, responde-me, destino...
Quando foi que deixei de ser um herói e me tornei apenas o recipiente do ódio alheio?
Ou talvez...
Eu nunca tenha sido visto como um homem.
Apenas como uma ferramenta.
Algo para ser usado, culpado, descartado e convocado outra vez quando o mundo estivesse prestes a ruir.
Dizem que a raiva me consumiu.
Mas ninguém pergunta quem acendeu esse fogo.
Ninguém pergunta quantas vezes precisei juntar os pedaços de mim que eles mesmos quebraram.
Ainda assim...
Continuo caminhando.
Não porque acredito neste reino. Não porque confio nas pessoas. Nem porque desejo ser chamado de herói.
Continuo porque me recusaram o direito de desistir.
Se o mundo insiste em enxergar um monstro, que veja.
Se o destino deseja me dobrar, que tente.
Pois aquele jovem que acreditava na justiça morreu no dia em que foi traído.
O homem que permanece...
Já não luta por reconhecimento.
Luta apenas para provar que nem o ódio de um reino inteiro foi capaz de arrancar a única coisa que ainda lhe pertence:
Sua própria vontade.

E se sentirem minha falta


Se um dia falarem de mim,
diga que fui abrigo em silêncio,
que amei com medo, mas amei inteiro,
mesmo quando meu coração pedia cuidado.


Diga que caminhei devagar pelos afetos,
guardando palavras que só cabiam no olhar,
que sorri para não preocupar quem eu amava,
enquanto por dentro aprendia a não desmoronar.


Morei em sentimentos profundos demais,
entreguei o que eu tinha, mesmo incompleto,
fui casa para quem não sabia ficar,
e partida para quem não soube me escolher.


E se sentirem minha falta algum dia,
não me procurem no que fui de dor,
estarei viva em cada
palavras e amor sincero,
porque amar…
foi sempre o que me salvou.

Quebra o silêncio


Quebra o silêncio
Antes que ele diga por você
Leio o ar nos teus pulmões
Descompassado
O corpo chega onde
a palavra não ousa


Quebra o silêncio
Sustenta o olhar
O medo é só
O nome errado
do que insiste


Quebra o silêncio
Fica
Eu escuto o que
não vem inteiro
Sem urgência
Sem escudos


Te toco
— o tempo perde função
Te cerco
— algo em ti repousa
Revelo o que nunca
Foi pedido
Esse intervalo
Onde a alegria aprende a ficar

⁠Há quem diga “eu te amo”
só para preencher o próprio vazio,
confundindo ilusão com carinho —
e deixando quem acredita recolher os cacos sozinho.

Coração Cansado


Diga-me que não éramos só amigos.
Diga-me que tudo o que a gente viveu era mentira.
Diga-me que você apenas brincou comigo,
e me fez de bobo na frente dos seus amigos.


Porque,
Se tudo isso foi um teatro,
por que seus olhos diziam exatamente o contrário?
Por que seu abraço parecia um lar,
e o seu sorriso fazia o meu mundo parar?


Eu tentei acreditar em cada gesto,
em cada conversa,
Em cada silêncio compartilhado.
Mas hoje só me restam perguntas
e um coração cansado de procurar respostas.


Ainda assim,
No fundo da alma,
há uma parte de mim que insiste em esperar.
Porque é mais fácil acreditar que fui enganado
do que aceitar que eu te amei sozinho.