Nostalgia
Minhas escolhas moldam minha'lma
meu banzo e nostalgia me dá sentido
lembrar que viverei para meu povo aguerrido
sentirei cansaço, porem nunca vontade de parar
outros mundos, abraços de sorrisos
reconhecimento de si mesmo
alegria em continuar em lutar
ficar longe da sua fonte
o preço que paga um semi-nomade
espero que nunca sucumbir no caminhar
e que todo meu povo ouça o tambor
que meu coração sempre vai tocar.
Á um colapso em mim, sem explicar o tamanho da nostalgia, explode essa ausência que não irá mais voltar.
"UM NOVO DIA"
Hoje é mais um novo dia
que nós temos pra viver
Toda mágoa e nostalgia
é preciso se esquecer
Com a alma renovada
pela prece iluminada...
_E fazer por merecer!
______soninha
A nostalgia pode te transmitir uma sensação favorável ou desfavorável. Cabe a você escolher por onde começar o que um dia foi o ideal.
E me vi alí contando os passos do vento
Vivendo o momento abrante da vida
Uma nostalgia perdida no tempo e esperanças de um velho momento..
Me vi perdido, fora do alcance da atenção
Não tô cansado, mas não quero andar
Prefiro apodrescer sentado que me atrever levantado e sem me expressar..
Às vezes a solidão te abraça e te dá a atenção que precisa
Mas nem por isso eu me atrevo a amar a minha própria vida.
Procura-se uma poesia
Perdida em pensamentos
Perdida na nostalgia
Procura-se uma poesia
Que revele o que sinto
E tenha efeito de magia
Procura-se uma poesia
Que mexe la dentro
E deixa meu coração com arritmia
Procura-se uma poesia
Urgente
Que traga-me alegria.
Eu me alimento de versos e canções, me alimento da poesia, da nostalgia, de trovas e inspirações, dos mundos que caminharam outros pés, das belezas que navegantes viram, sentiram e ouviram...
Eu vislumbro as mãos que apalparam tantas árvores do oriente, os cedros campestres e atravessaram os mares...Eu viajo sem sequer sair do chão!
Eu me embriago do poder que alucina, da beleza em forma de rima que outros olhos perceberam e nos presentearam ao contar, registraram através dos escritos que nos narram, os perfumes, licores e amores que a vida audaz ousou saborear...
NOSTALGIA
Hoje acordei com uma sensação diferente. Um gostar diferente. Um espírito de tranquilidade e de conforto, de serenidade e amor. Hoje acordei pensando nas muitas coisas da vida; me recordei dos novos e dos velhos amigos, de antigos amores, da uma infância longínqua no calendário, mas caleidoscópio e turbilhão na mente, que a traz sempre viva. Recordei passagens, umas boas, outras nem tanto, destas quase quatro décadas de um bom viver. Revi livros, letras e músicas. Me recordei que muito me apaixonei, que por amor não-correspondido de uma adolescência divertida, sofri (e quem não sofreu?); me lembrei da primeira professora, do cheiro do corredor e do refeitório da escolinha onde tudo começou. Me lembrei daquelas coisas bacanas de uma época deliciosa e feliz. Da primeira namorada... Me veio à mente a bala-boneco, o ioiô cream, a bisnaga comprada em papel enrolado no fino barbante lá do armazém... Por onde andam o Crush e o Grapette? Quantos não se divertiram nas festinhas americanas (meninos levam bebida, meninas levam comida)? Quem não se lembra dos imensos trabalhos de História na folha de papel almaço, numa época em que a hoje velha Olivetti era luxo? Dos trabalhos com colagens na branca folha de cartolina, que davam às meninas das saias de tergal acima do joelho e dos rabos-de-cavalo um charme que causava até brigas na hora do recreio? Por onde anda aquela inocência perdida, das incríveis tardes em que brincávamos de salada-mista? Será que ainda existe aquele sabor todo especial do primeiro beijo? Hoje acordei com uma nostalgia, com saudade da casa da avó, das macarronadas de domingo, regadas à muita “coca-litro” e risadas com os primos. Das peladas na rua, da primeira revista de “mulher pelada” que escondíamos no fundo falso das nossas gavetas... alguém sabe por onde anda o vendedor de algodão-doce? E a bala de leite kids, “a melhor bala que há”? (
Entre os males que nos aproximam da angustia e da tristeza, o pior de todos é o da Nostalgia; Por acreditarmos que nossos melhores momentos ficaram no pretérito, somente na próxima semana é que perceberemos que hoje, foi mais um daqueles dias espetaculares.
O amor e a nostalgia:
Por favor, não me incomode
Não me toque nesse momento
Quero faze-lo durar mais tempo
Essa alegre nostalgia me move
A distâncias sem me mexer
Se souber me diga agora
Como novamente posso ver
Viajar quilômetros de distância
De quando era uma pobre criança
Que muito feliz avia de ser.
Divida comigo seu passado
Porque sou parte do seu futuro
Quero amar e se amado
Quero viver-te cada em cada momento
Menos quando em meu estado puro
Pois nesse momento me ausento
Não para outro mundo
Mais sim para um outro tempo
No qual eu sera inocente
No qual sabia que tempos a frente
Te amaria em cada segundo.
Nostalgia (e saudade) da época que eu era inocente, que acreditava em tudo e em todos... o tempo me fez frio, calculista, inseguro. As pancadas do tempo formaram calos duros que nem doem mais quando agredidos, criei uma "autoproteção".
Me falam de coisas que não acredito até eu mesmo comprovar, busco por respostas e encontro, mas, no outro dia faço novas perguntas sobre minhas respostas, mudo de opinião quando encontro alguém com opiniões sábias, mantenho quando encontro os "donos da verdade"... sou a mudança que eu mesmo temia, sou a tal da mosca do Raul. Hoje estou certo, amanhã posso estar errado e vice-versa...
Creio em Deus e confio em minha família, sou o que sou desde o nascimento, mas em mutação de tempo em tempo.
Posso começar e recomeçar minha história quando bem Deus permitir, mas ainda me resta a fé, do tamanho do grão da tal mostarda.
Penso, logo enlouqueço ( Vai dormir que está tarde, seria o grito da minha mãe)
Nostalgia
Seu seio nu não me alimenta mais
Suas curvas não são mais os caminhos do meu
corpo no escuro
E sua boca molhada não me pede mais carinho
Suas lágrimas geladas não escorrem mais no
meu ombro
E as tardes não são mais a ansiedade juvenil de te
esperar
Tudo mudou aqui, e muito mudou aí
Já não precisamos um do outro quanto um dia
pensamos precisar
Tudo mudou aqui, e tudo voltou a ser azedo
Tudo mudou aí, e tudo voltou a ser comum de
mais
Eu só quero que saiba que eu ainda não cresci
Se um dia quiser voltar
Ainda sou aquele que você conheceu
E depois não quis mais
"Mesmo que viver a vida esteja relacionado a esforços e buscas, a incessante nostalgia das boas palavras e dos sentimentos arrancam de mim a inveja marcante de alguém que não olha para um papel em branco. sem inspiração, sem um personagem caminhando pelas suas linhas e sem um coração escrevendo seus lírios vibrantes da aurora de uma primavera bela onde nas flores não terminam os botões e em suas rosas as pétalas dançam com o belo sopro dos ventos felizes por existir amor."
Nostalgia Pendente -
Há uma nostalgia pendente nos olhos do meu amor
Um agreste silêncio na madrugada de nós dois
Um eco de saudade que se agita com fervor
Nas palavras por dizer n'agonia d'um depois!
Há milhões de estrelas vãs cintilando no seu olhar
Esperanças fugidias feitas de solidão e desespero
Um naufrágio que se adensa em alto mar
Numa eterna indiferença sem tempero!
E o meu amor fica tão longe como
Fica a linha do horizonte, tão distante,
Tão vazio e renegado ... 'inda assim o amo
Mais do que a mim próprio para sempre !
Porque será, que os relacionamentos nos trazem essa nostalgia dentro da nossa existência podendo voltar para o passado em lembranças?
Isso é um mistério pra min.
O prazer
Satisfação.
De te-la como amiga.
Prazer em ter um coração sem intriga.
A nostalgia do perfume.
Andar até o cume e recitar uma poesia.
Cheia de satisfação.
O prazer da ocasião.
De ganhar uma vida.
E novamente o esplendor nostálgico de um momento mágico que rompe a barreira.
Meu amor.
Prazer sobremaneira.
Existir.
Participar.
Sofrer.
Cair.
Reagir.
Queria me aprofundar, mas não vou conseguir.
Minha satisfação pela família.
Pelo desafio social.
O prazer de contracenar com a febre do preconceito.
Pois é deitado nesse leito.
Que mato, morro e vivo todos os dias.
No prazer de conhecer a mais profunda paixão.
Em cada desastre a nostalgia que se planta a fantasia.
A satisfação de viver.
Prazer que faz morrer a cada dia.
Giovane Silva Santos
Na falta em que o toque nos faz, há nostalgia no dia a dia do "olho no olho", que tanto diz, tanto fala e jamais cala!
