Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Há algo errado comigo, já não consigo escrever como antes. Tenho tido pesadelos, raramente tenho sonhos, aliás, é sempre o mesmo show de horror toda noite.
Sinto-me triste como nunca sentira.
Experimentando o gosto da solidão, tão ruim quanto fel.
O céu...
Já não é tão azul como outrora fora.
É tudo escuro, triste, sem graça, deve ser esse o efeito que você causa quando está longe de mim.
como amar alguém que não existe?
como odia-lá ?
mas principalmente como saber que você esta vivo ou pelo menos já viveu?
como você sabe que eu existo?
NÃO SE INQUIRE DOS POLÍTICOS COMO ANGARIARAM VOTOS, SE PELO SOUBORNO OU PELA FRAUDE. SE FORAM BEM SUCEDIDOS EM MANIPULAR OS CABOS ELEITORAIS OU LUDIBRIAR A OPINIÃO PÚBLICA COM FALSAS PROMESSAS, QUE NUNCA TIVERAM INTENSÃO DE CUMPRIR, SÃO ACEITOS COMO AUTÈNTICOS HERÓIS ENTRE OS PARES.
A memória é algo que, quando não se abandona, se destrói. Como historiador de minha comunidade, fui testemunha deste contrassenso.
E chegou a hora, como sempre, vou sair, vou atrás das palavras, são elas quem me acalmam, são elas quem me entendem, e são através delas que desabafo.
O autoritarismo, tanto político como econômico, gera a deterioração da Democracia. Uma elite esclerosada, composta pelos de sempre, são os autores desta degeneração.
A História nos oferece a visão de que a mediunidade foi descrita, quase que invariavelmente, como um sinal de morbidez psicopatológica.
O mecanismo psicológico inconsciente da punição é a projeção do delinquente como bode expiatório. A extrojeção da agressividade e do sentimento de culpa sobre o delinquente é feita através da imagem da expiação carregada pelos sentimentos de culpa da comunidade.
"Memorias de dias bons e ruins estarão sempre com a gente...
A vida é como salas velhas e tão familiares, como crianças brincamos nela até que um dia, restará apenas um triste vazio, sem ter porque rir, brincar, para ouvir apenas o silêncio, nesse dia, não haverá nada a dizer, e as lágrimas rolarão como única fonte de prazer."
Memórias de um cara comum
ADIAR
Adiar alegrias é como guardar para mais tarde toda poesia que o coração ousou sonhar.
Adiar alegrias é juntar cada grão de qualquer triste realidade e permitir que virem miragens para nos assombrar.
Adiar alegrias é deixar de observar a anunciação que faz o dia, um espetáculo bom ou ruim, mas que ainda nos deixa vivos aqui.
Adiar alegrias é negar-se por inteiro e deixar os remendos da rotina dominar, é pautar-se pelos medos, e estranhar-se no espelho de si mesmo, buscando uma fuga que inclina a alma para qualquer lugar.
Adiar alegrias é retornar para qualquer dia, repetindo a triste sina sem alternação.
Adiar alegrias é não viver para colher o dia, é deixar de se encantar e se entregar a monotonia do tempo que nos rouba nossa juventude audaz.
Adiar alegrias é perder o momento, é sepultar a semente ao vento e depois querer colher no ar.
E no adiamento dos risos, só restará lembranças vazias e uma “embarcação naufragada” que a duras custas ficou abandonada, esquecida, suspira e ainda é inspirada e reflete sobre as cargas sustentadas, trazidas e levadas pelo porto do coração que se perderam, mas apenas no”alto mar” da distração.
Katiana Santiago
Vejo como proveitosa a indignação da sociedade, na política, desde que canalizada para o bem-estar de todos.
Tenho amigos que são como a lua, não convidei para entrarem, mas pela fresta da janela iluminaram minha noite.
tudo bem te amo ate morte
minha vida se passa como num sonho
quando senti teu coração
mundo parou
deixei a vida pelo teu amor
em cada momento desejei
um beijo tão profundo
que morte me tocou.
