Nosso Amor como o Canto dos Passaros
O propósito das grandes missões é fazer discípulos em todo canto do mundo e para realizarmos esse tipo de missão na vida temos que está atento a tudo, pois o movimento cristão precisa de algo mais consistente do que somente pessoas leais à obra. Precisamos reunir as pessoas e as comunidades em torno do nome de Jesus e construir igrejas, sem elas a obra fica incompleta. Saibam que a igreja é um agrupamento de pessoas redimidas como fruto da morte de Cristo, um povo peregrino que já não pertence a este mundo, e por isso, devemos viver uma comunhão real e pessoal com Deus. A igreja foi chamada para deixar o mundo e ingressar no Reino do Altíssimo e, isto, requer separação de toda iniquidade. “Não vos prendais a um julgo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” (2Co 6:14-15). Torço para que vocês consigam convencer as pessoas a respeito da palavra de Deus, vocês deverão ensiná-las no temor do Senhor, que Senhor é o principio de toda sabedoria. Deverão mostrá-los que esse temor na verdade é amor, e de fundamental importância na vida do cristão, é através dele que se passa a observar vários aspectos necessários a uma vida de retidão. Procurem levá-los a conhecerem verdadeiramente quem é Cristo, a ponto deles abandonarem os seus pecados... Façam compreender o amor de Deus, os ensinem a honrá-lo, cumprindo assim as vossas missões na Paz do Senhor Jesus Cristo.
“Pra todo canto que eu olho. Vejo um verso se bulindo.”
vamos para a vida, que ela não espera. quem fica enseja o fim que [re]mata.
Ele me beijou no canto da boca, deu até para sentir seu hálito fresco tocando o meu nariz e o quanto a sua barba é macia. Ele não deve ter notado – tentei ser discreta – mas, quando senti sua respiração tão perto do meu ouvido, vomitei arco-íris. Meu coração desmaiou, as borboletas invadiram o estômago e enxerguei estrelas, naquela tarde ensolarada. Há meses que ensaio uma aproximação, há meses que fico apreciando o moço de pele clara e sobrancelhas grossas, rapaz das bochechas rosadas que cheiram baunilha. Mas, a felicidade não está só no toque dos corpos, está no convite para o sorvete na quarta-feira, às 19h. Meus pés suam e escorregam na rasteirinha só de imaginar a minha língua tocando o céu da boca dele. É na quarta, moço, que eu te cubro de beijos e mato, enfim, o meu desejo.
Hoje...bem de manhãzinha
estava eu no Canto da Lagoa
sentada....sozinha...
esperando meu barco chegar.
De repente...lá longe...mais perto...bem pertinho
um caminhante sozinho
vinha sorrindo, acenando...
chamando a atenção do meu olhar.
Ei você! - diz ele pra mim -
Adivinha....
Não vai mais ficar mais sozinha...
Sou eu quem vai abrir sua janela de vista pro mar!
Danço, canto , me mostro pra você da forma mais poética, e perfeita de se mostrar. Uso a linguagem da alma, do corpo, da mente e do olhar. Em silêncio me entrego, me desnudo, falo dos meus sentimentos e emoções, ao som de uma orquestra, de um piano, de um violino ou de um violão. Rodopiano sinto o fogo da paixão, da sedução...música e dança é como o encontro das ondas e o mar !
Se hoje canto não é pra agradar os homens. Mas sim, aquele cujo os seus ouvidos estão em toda parte.
E penso, e sonho e canto. E no entanto me espanto nesse desatento, dessa distração, desse desencontro.
Engole essa lágrima e segura essa solidão. Cospe esse soluço e anda em direção à primavera. O canto dos pássaros e a união das andorinhas na primavera do leste, faz com que todos nós achemos um antônimo da solidão.
Hoje eu sei que não tem mais.
O canto das aves, urros de animais.
Tudo se foi com o machado.
Arvore troncos rachados.
Ou então se foi no fogo.
Restaram somente cinzas.
Terras secas com desertos.
Tem de se olhar de perto.
Pra poder ver tanta tristeza.
O que era antes beleza.
E tanta vida que tinha.
Hoje é só incerteza.
Ao plantar-se uma plantinha.
Será que um dia ela volta.
Responda-me com clareza.
O que fizemos pra terra?
A nossa mãe natureza.
Se você me quiser danço a sua frente.
Se quiser eu canto, eu faço malabarismo.
Você quer? Eu faço da mente poesias e recito a ti.
Eu abraço teu corpo e te aqueço com o calor do meu..
Eu faço massagens em cada pedacinho do teu corpo.
Eu enxugo suas lagrimas arrumo seus cabelos..
Eu serei seu homem se você quiser para sempre e sempre.
Diga-me que quer e eu jamais te deixarei, pois minha vida se uniu a sua e agora sozinho eu não sei mais ficar sem ti.
Portas Frias
Fui atrás de refúgio que não era lar,
Pensando encontrar um canto pra me animar.
Mas era só parede fria, sem calor,
Sem abraço, sem cuidado, sem amor.
Acreditei no brilho de um falso olhar,
Achei que era casa, era só lugar.
Um abrigo vazio, de porta entreaberta,
Que ilude quem chega e logo desperta.
Levei meu mundo no peito cansado,
Mas só recebi silêncio calado.
Deitei esperanças em chão emprestado,
E acordei sozinho, decepcionado.
Uma chave que abre a porta, mas não a recepção,
Entrei… mas deixei pra trás o coração.
Fui hóspede de um afeto em extinção,
Fui visita onde pedi conexão.
Agora aprendo a me reconstruir,
Com os cacos do que deixei ruir.
Entendi que lar não é onde se está,
É onde te aceitam sem precisar mudar.
Eu sou um girassol que nasceu no asfalto,
Eu canto em noites que não tem luar,
Será que sou louco, ou apenas um tolo?
Ou serei eu um poeta que não soube amar?
o entardecer no sertão,
traz uma grande alegria
de alegrar coração,
Ouve se o canto dos pássaros,
formar uma linda canção,
Os pássaros dançam em festa,
Alegrando a natureza,
em uma dança sinfônica, uma verdadeira beleza.
HELENO
(poema para meu pai)
Não sei se o tempo te levou
ou apenas te escondeu —
num canto do corpo,
num gesto meu.
Tinhas mãos de lavra e mundo,
silêncio denso, olhar profundo,
e uma coragem que não gritava,
mas era chão.
Era chão.
Morreste cedo demais pra mim,
mas deixaste cedo o bastante
pra nunca morrer de todo.
Ficou teu modo de erguer o rosto,
de não baixar os olhos ao medo,
de fazer do pouco
um gesto inteiro.
Tu não sabias de poesia —
mas tinhas verso nos ombros,
rima nos passos,
e um segredo de eternidade
no modo exato de calar.
E eu, que fiquei menino,
fiz da tua ausência
meu templo.
Aprendi a te lembrar
sem fotografia,
a te honrar sem retrato,
a te ouvir
sem som.
Heleno:
nome de força quieta,
de alma que não se despede.
Tu foste antes que eu soubesse
quem eu era —
mas hoje,
tudo em mim te repete
