Nos Conhecemos por Acaso
Você pode,
tente,
conecte-se
mesmo que
pareça difícil
ou por acaso
no momento
você
venha vivendo
uma situação adversa,
mas dentre
anos e anos
não é
de se espantar:
A vida
é mesmo essa.
"A verdadeira prosperidade não ocorre por acaso, é sempre fruto da perseverança e de muito suor derramado."
O mundo vive de padrões, escolher não tem como te prejudicar porque por acaso você não tem de agradar perpetuamente mas ocasionalmente.
Bom conselho !
Não somos fruto do acaso, mas da escolha de Deus.
“Antes que Eu te formasse no ventre, Eu te conheci; e antes que saísses da madre, te santifiquei.”
(Jeremias 1:5)
“Você não é um acaso. Você nasceu porque Deus sonhou com você e te escolheu para viver os planos d’Ele.”
Quem ora não anda ao acaso.
O encontro “por acaso” vira resposta.
O atraso vira livramento.
O silêncio vira preparação.
miriamleal
Os passos do justo Deus vem confirmar,
guiando sua vida por onde deve andar.
Não segue por acaso nem vive sem direção,
pois o Senhor conduz seu caminho e seu coração Salmo 37:23 miriamleal
Não foi sorte. Não foi acaso. Não foi apenas força de vontade. Houve uma mão invisível me sustentando em cada capítulo: a mão de Deus.
" A vida doa...a vida toma...nada é por acaso...tudo se transforma...nada se perde...tudo tem sentido...veja...observe...viva intensamente...corra...beije...dance...abrace...cante...chore...sorria...e num último suspiro...último piscar...uma lágrima vai rolar...e sua face...suavemente vai sentir...a luz da vida...a escuridão da morte...quem sabe um novo caminho...ou não."✨️💞
" Quero te beijar...desejo sagrado...encantado...mais,se acaso,seu lábio não possa beijar...meus olhos,os seus olhos,vão beijar...e neste momento...pra sempre vou guardar...o segredo...a luz...o brilho do seu olhar."💞✨️💞
O que separa o advogado comum do extraordinário não é segredo, privilégio ou acaso: é a busca incansável da máxima eficiência, ato por ato, minúcia por minúcia, cada qual tomada em si mesma, como se dela dependesse o destino da causa — e assim repetida, silenciosa e obstinadamente, no curso dos anos.
Duas pessoas nunca se encontram por acaso. Existe um fio invisível que aproxima dois corações no momento exato. Existem amores pelos quais até o céu se move para aproximar. E, quando se encontram, o coração sabe: será para sempre. Então, a alma suspira baixinho: “Que bom que você existe. Eu te amo.”
O Café das Quintas
Quando a amizade vira caminho
Existem encontros que acontecem por acaso e outros que, com o tempo, parecem ter sido preparados pela própria vida. O Café das Quintas 60+ é um deles. Começou como uma simples reunião entre amigos e acabou se transformando em um espaço de histórias, lembranças, opiniões, brincadeiras e muitas risadas. Ali, cinco homens descobriram que envelhecer pode ser muito mais agradável quando existe uma boa mesa e amigos dispostos a conversar.
A idade não é o que importa. O essencial é o respeito. O grupo é formado por Alfredo, Ângelo, Sveraldo, Valle e Nino: três estão na casa dos sessenta, um na dos setenta e outro na dos oitenta. Há dois engenheiros civis, um advogado, um professor e um administrador. São cinco histórias de vida e cinco maneiras diferentes de enxergar o mundo. Dois têm tendências progressistas e três, tendências conservadoras, mas todos sabem que uma amizade vale muito mais do que uma opinião. Podem discordar, argumentar e até tentar convencer uns aos outros, mas ninguém precisa pensar igual para continuar sentado à mesma mesa.
Toda quinta-feira, a partir das dezesseis horas, o encontro acontece na Padaria Pão do Bairro, na Rua São Paulo, esquina com a Rua Treze de Maio. Quando chegam, os semblantes já revelam a alegria pela reunião. Durante algumas horas, as preocupações ficam do lado de fora, enquanto a mesa se transforma em ponto de encontro para falar da vida, da cidade, das lembranças e, inevitavelmente, do futebol.
Dois são santistas, um é palmeirense e dois são corintianos. O palmeirense é o provocador oficial do grupo e gosta de lembrar os muitos títulos conquistados pelo Palmeiras. Entretanto, quando o assunto chega ao Mundial, os outros quatro encontram uma oportunidade para devolver as provocações. O debate dura alguns minutos, mas termina sempre em risadas. Afinal, naquele grupo, ninguém quer ganhar a discussão; quer apenas garantir assunto para a próxima quinta-feira.
Há também o amigo português, que é alvo permanente das brincadeiras. Todos são descendentes ibéricos, mas ele é o único ibérico de nascimento. O palmeirense costuma perguntar: “Como é possível um português ser casado com uma pessoa que sempre foi a número um da classe e só tirava dez?” A pergunta provoca risadas, inclusive do próprio português, que leva a brincadeira para casa e conta tudo à esposa. Ela também ri. Assim, uma piada que começa na padaria acaba envolvendo a família inteira.
As conversas também percorrem o passado. Falam sobre São Carlos, sobre pessoas ilustres da cidade, sobre amigos, acontecimentos antigos e o futebol dos tempos de Pelé. Uma lembrança desperta outra, e, sem perceber, os cinco viajam no tempo. É uma peregrinação diferente: não exige mochila, botas ou quilômetros percorridos. Basta uma memória.
Na mesa, o cardápio é simples: uma garrafa de água com gás de um litro e cinco cafés, sendo um carioca, bem fraquinho. E existe uma regra não escrita: a água é coletiva, mas cada um cuida do próprio café. Afinal, a amizade é grande, mas ninguém pretende transformar uma reunião de amigos em um banquete!
Às 17h35, o telefone do português desperta. É hora de buscar as duas netinhas. Nesse momento, os quatro companheiros começam a rir, como quem diz: “Vai, português! É melhor ir logo, senão você vai apanhar da sua esposa!” Ele se despede e segue seu caminho, enquanto os demais ficam guardando histórias para a próxima quinta-feira.
É assim que termina mais um encontro. Ou talvez não termine. Algumas amizades continuam depois que a mesa fica vazia: permanecem nas lembranças, nas piadas, nas mensagens e na expectativa pelo próximo encontro. Ao longo de seus caminhos, o Peregrino Nino Carneiro aprendeu que caminhar não significa apenas colocar um pé diante do outro. Significa também encontrar pessoas, dividir experiências e deixar um pouco de si em cada encontro.
Por isso, o Café das Quintas 60+ deixa uma lição simples: amizade também precisa de espaço na agenda. Quem tem amigos não deveria esperar que o acaso os reúna. Pode escolher um dia, uma praça, uma padaria ou uma mesa qualquer e começar. Não importa a idade, a profissão, o time ou a maneira de pensar. O que importa é sentar-se, conversar e rir.
Porque, quando os anos passarem, talvez ninguém se lembre exatamente de quanto custou aquele café. Mas certamente se lembrará das histórias, das brincadeiras e das pessoas que estavam à mesa.
Para o Peregrino, existem caminhos que se percorrem com os pés e outros que se percorrem com o coração. O caminho da amizade é um deles. Não possui placas, quilometragem ou linha de chegada. É feito de respeito, companheirismo, lembranças e risadas.
E talvez seja justamente por isso que algumas das melhores caminhadas da vida aconteçam sem que ninguém precise sair do lugar.
Peregrino Nino Carneiro
Não é por acaso que temos dois olhos, dois ouvidos e apenas uma boca. Isso mostra que devemos observar e ouvir mais do que falar. Antes de dizer qualquer coisa, é preciso entender.
Escutar e olhar nos ensinam muito mais do que falar. Quem fala sem ouvir, quem fala sem olhar, fala sem saber. A boca é só um, porque falar deve ser a última etapa, depois de aprender.
E isso vale para a comunicação em geral. Ser fluente não é apenas saber outros idiomas ou escrever bonito. É saber falar a linguagem certa para cada pessoa. É explicar algo difícil de um jeito simples para sua avó, para uma criança, para um universitário, para um humilde, para quem nunca ouviu falar do assunto.
Cada pessoa entende de um jeito. Para comunicar bem, você precisa ouvir e observar qual é a linguagem dela. Só assim você vai conseguir falar para que ela realmente entenda.
Mas isso exige humildade. Se o ego falar mais alto, você só vai criar conflitos, porque não ouviu nem entendeu antes de falar.
Por isso, dois olhos, dois ouvidos e uma boca. Primeiro, observe. Depois, escute. Por último, fale.
