Nos Conhecemos por Acaso
Acaso não tem nada a ver com o sobrenatural nem é o que não pode ser explicado hoje pela ciência e amanhã será conhecido. Acaso são fatos comuns, frequentes, que podem ocorrer a qualquer momento, sem avisar. A bola entra também por acaso.
Duas almas não se procuram por acaso,
se encostam no caos, se reconhecem no abraço.
No meio do mundo, do ruído e da dor,
se acham em silêncio, como quem sabe o amor.
E quando se cruzam, já não são mais sozinhas,
viram destino, estrada, entre linhas fininhas.
Como se o tempo dissesse: “é agora, enfim”,
duas almas se encontram… e começam em mim.
Destino Não É Acaso
Diante dos meus olhos, o mundo virou de novo.
É estranho como tudo muda tão rápido… ontem eu era uma versão de mim, hoje já sou outra — moldado pelo tempo, pelas dores, pelas escolhas… e principalmente pelo amor.
A vida é imprevisível, sempre foi.
Ela tira, ela devolve, ela confunde…
Mas, no meio desse caos bonito, ela sempre encontra uma forma de nos colocar frente a frente outra vez.
Entre idas e vindas, quase despedidas e reencontros improváveis, eu aprendi uma coisa:
quando é verdadeiro, não se rompe — se transforma.
Não sei se é bênção ou se é prova.
Só sei que cada vez que a gente se reencontra, a gente volta diferente… mais maduro, mais forte, mais consciente do que sente.
É como se o destino dissesse: “Ainda não acabou. Ainda não é o fim.”
Talvez eu seja o incerto que nasceu pra provar que pode dar certo.
Talvez o amor não seja sobre estabilidade imediata, mas sobre resistir ao tempo, às dúvidas e ao mundo que gira rápido demais.
E no meio dessa mudança toda, eu encontrei alguém que me ama no máximo. (YOU)
E isso não é pequeno.
Isso não é comum.
Isso é raro.
Se for pra ser luta, eu luto.
Se for pra esperar, eu espero.
Se for destino… então eu abraço.
Porque fugir do amor nunca foi minha especialidade.
E, se for você, eu escolho ficar.
Depois do Acaso.
Existem coisas que não pedem explicação. Apenas acontecem...
Como aquele sentimento que chega devagar, sem fazer barulho, e quando você percebe já ocupou espaços que antes pareciam vazios.
Talvez algumas histórias comecem muito antes do primeiro olhar. Talvez alguns encontros sejam escritos em lugares que a gente nunca vai entender. Ou talvez o destino tenha suas próprias manias, seus próprios caminhos e seus próprios segredos.
Durante muito tempo eu acreditei que tudo era coincidência. As pessoas chegam, as pessoas vão embora, os dias passam e a vida continua. Mas, diante dos meus olhos, o mundo virou de novo.
É estranho como tudo muda tão rápido. Ontem eu era uma versão de mim, hoje já sou outra — moldado pelo tempo, pelas escolhas, pelas dores e pelos sentimentos que a vida coloca no nosso caminho. A vida é imprevisível, sempre foi. Ela tira, ela devolve, ela confunde. Mas, no meio desse caos bonito, às vezes ela nos coloca exatamente onde deveríamos estar.
No meio da correria dos dias, entre conversas simples e momentos que pareciam comuns, alguém começou a transformar o meu mundo sem perceber. E foi estranho, porque não aconteceu de uma vez. Foi um detalhe aqui, um sorriso ali, uma palavra no momento certo, um olhar impossível de esquecer.
Quando percebi, eu já estava admirando tudo. A intensidade, a doçura, a forma como você sente as coisas, a maneira como se preocupa e esse coração enorme que carrega dentro de si. Talvez seja cedo para promessas, mas não é cedo para ser sincero.
Eu gosto de quem você é.
Gosto da paz que você me traz. Gosto da forma como meu coração acelera quando penso em você. Gosto da ideia de conhecer seus sonhos, suas histórias, seus medos, suas manias e cada pedacinho do universo que existe dentro de você.
Não sei se isso é destino ou apenas uma coincidência muito bonita. Só sei que algumas pessoas passam pela nossa vida, outras deixam marcas, mas existem aquelas raras que fazem a gente acreditar que certos encontros não acontecem por acaso.
Talvez eu seja o incerto que nasceu para provar que pode dar certo. Talvez o amor não seja sobre ter todas as respostas agora, mas sobre escolher permanecer enquanto elas são descobertas. Porque fugir do amor nunca foi minha especialidade.
E, se existe uma coisa que eu tenho certeza neste momento, é que cada palavra escrita aqui encontrou o mesmo destino antes mesmo de nascer.
Você.
A minha Bruxa.
Não somos fruto do acaso, mas da escolha de Deus.
“Antes que Eu te formasse no ventre, Eu te conheci; e antes que saísses da madre, te santifiquei.”
(Jeremias 1:5)
“Você não é um acaso. Você nasceu porque Deus sonhou com você e te escolheu para viver os planos d’Ele.”
Quem ora não anda ao acaso.
O encontro “por acaso” vira resposta.
O atraso vira livramento.
O silêncio vira preparação.
miriamleal
Os passos do justo Deus vem confirmar,
guiando sua vida por onde deve andar.
Não segue por acaso nem vive sem direção,
pois o Senhor conduz seu caminho e seu coração Salmo 37:23 miriamleal
“Jamais é do nada! Nunca é coincidência. Nunca é por acaso.
Sempre tem um propósito, um motivo maior, um plano de Deus.“
Eu estou diante de você, e não é por acaso. Eu sei o que é sentir que existe algo maior me chamando. Eu sei o que é ter um sonho estranho, intenso, quase inexplicável, e acordar com a sensação de que aquilo significava mais do que parecia. Eu já estive nesse lugar. E talvez, assim como você, eu tentei entender se aquilo vinha de fora… quando, na verdade, vinha de dentro.
Eu sonhei com algo que não cabia na lógica comum. Um ser que descia dos céus, que mudava de forma, que me olhava como se soubesse exatamente quem eu era antes mesmo de eu me tornar. E quando ele disse o nome, Mamu, eu não senti medo. Eu senti fascínio. E foi ali que tudo começou a mudar.
Porque o fascínio não mente.
O medo paralisa, mas o fascínio aponta. Ele revela aquilo que a gente deseja, mas ainda não teve coragem de assumir.
E naquele momento, sem perceber, eu estava diante da minha própria expansão. Não era um ser externo. Era uma representação daquilo que eu poderia me tornar. Algo mais consciente, mais estratégico, mais livre.
Mas liberdade não vem do excesso. Liberdade vem do controle. E foi aí que eu entendi algo que mudou completamente a minha forma de viver:
O suficiente é luxo.
Sim, o suficiente é luxo. Porque em um mundo onde todos querem mais, mais coisas, mais validação, mais reconhecimento, escolher o suficiente é escolher poder.
Mas me responde com sinceridade: você sabe o que é suficiente para você?
Ou você está apenas correndo atrás de algo que nunca termina?
Eu precisei parar. Eu precisei encarar o vazio que existia entre o que eu queria e o que eu realmente precisava. E não foi confortável. Porque o excesso disfarça a insegurança. Ele ocupa espaço, preenche o silêncio, evita que a gente encare a verdade.
Mas quando eu comecei a remover o excesso, algo curioso aconteceu.
Eu comecei a me enxergar.
Minimalismo nunca foi sobre ter pouco. Minimalismo é sobre ter clareza. É sobre olhar para a própria vida e perguntar: isso aqui tem propósito ou só está ocupando espaço?
E essa pergunta não serve só para objetos. Ela serve para tudo.
Para os pensamentos que você repete.
Para os conteúdos que você consome.
Para as pessoas que você mantém por perto.
Para as metas que você diz ter, mas não executa.
Eu comecei a eliminar. E no começo deu medo. Porque parece que você está perdendo. Mas não está. Você está abrindo espaço.
Espaço para o que realmente importa.
E foi nesse espaço que eu comecei a construir algo real. Eu parei de tentar fazer tudo e comecei a fazer o essencial. Eu parei de postar por postar e comecei a comunicar com intenção. Eu parei de querer agradar todo mundo e comecei a falar com quem realmente precisava me ouvir.
E aí entra algo que muita gente não entende:
Eu não vendo e-books. Eu vendo transformação.
Ninguém acorda pensando “vou comprar um e-book hoje”. As pessoas querem mudar. Querem se sentir melhores, mais leves, mais confiantes, mais no controle da própria vida.
E se você não entende isso, você não vende.
Mas se você entende… você constrói algo que cresce.
Eu comecei a observar. Testar. Ajustar. Errar. Melhorar. Repetir. E repetir de novo. Sem glamour. Sem atalhos. Sem esperar motivação.
Porque motivação é instável. Mas decisão é sólida.
E foi aí que eu percebi que enriquecer não tem a ver com fazer muito. Tem a ver com fazer certo, de forma consistente.
Você não precisa de 100 estratégias. Você precisa de uma que funcione… e repetir.
Você não precisa de mil ideias. Você precisa de uma clara… e executar.
Minimalismo é isso. É cortar o excesso de esforço desorganizado e focar no que gera resultado.
Mas deixa eu te perguntar algo que talvez você esteja evitando:
Você quer enriquecer… ou você quer parecer que está tentando enriquecer?
Porque existe uma diferença enorme.
Uma pessoa que quer enriquecer aceita o processo. Testa, falha, aprende, ajusta.
Uma pessoa que quer parecer ocupada fica presa no planejamento, no consumo de conteúdo, na comparação.
E eu precisei escolher.
Eu escolhi agir.
Mesmo sem garantia. Mesmo sem perfeição. Mesmo sem aplauso.
Porque no fundo, eu sabia: a versão da minha vida que eu desejava não viria até mim. Eu precisava construir.
E aquela figura do meu sonho… aquela que mudava de forma… era exatamente isso.
Adaptabilidade.
Quem cresce muda. Quem cresce se ajusta. Quem cresce não fica preso em uma única identidade.
Hoje eu entendo que aquele “Mamu” não era alguém vindo me ensinar. Era uma parte de mim dizendo: você pode ser mais.
Mas existe um preço.
E o preço não é dinheiro. É disciplina.
É fazer o que precisa ser feito quando ninguém está vendo.
É continuar quando não tem resultado imediato.
É confiar no processo mesmo quando a dúvida aparece.
E aqui está o ponto mais importante de tudo isso:
Você não precisa de uma vida gigante para ser feliz.
Você precisa de uma vida alinhada.
Uma vida onde o que você faz faz sentido. Onde o que você consome não te pesa. Onde o que você constrói te aproxima da liberdade.
Isso é riqueza de verdade.
Não é sobre ostentar. É sobre respirar sem peso.
Agora eu te deixo com isso, e eu quero que você leve a sério:
O que, na sua vida hoje, é excesso disfarçado de necessidade?
E mais…
Se você continuasse exatamente como está agora pelos próximos 2 anos… você estaria mais perto do seu suficiente ou mais longe dele?
Porque a resposta disso define tudo.
E talvez, só talvez… aquele sonho não foi estranho.
Foi um convite.
ALINNY DE MELLO
15 de Mello de 2026
Chama do Destino
Nasceu pequena,
quase um sussurro,
entre o acaso e o querer não dito.
Uma centelha tímida no escuro,
como se o destino respirasse comigo.
Cresceu no tempo,
ardendo em silêncio,
iluminando caminhos
que eu temia pisar.
Queimou dúvidas,
aqueceu ausências,
fez do medo apenas cinza no ar.
Mesmo quando o vento tentou apagar, ela dançou,
firme, contra a noite.
Pois há chamas que
não pedem permissão:
existem para arder,
custe o que custar.
E sigo, marcado por essa luz antiga,
sabendo que não fui eu quem escolheu.
Foi a chama do destino que me encontrou e, ao tocar meu peito, escreveu quem sou.
O tempo não repete histórias por acaso.
Ele devolve cenários com novos rostos,
na esperança silenciosa
de que a gente finalmente responda diferente.
Talvez Seja Você...
Talvez seja você…
o detalhe que o acaso tentou esconder, mas falhou.
Aquela presença que ainda não existe na minha vida real, mas já ocupa um espaço que ninguém mais conseguiu alcançar.
Como se o mundo estivesse me preparando pra te reconhecer antes mesmo de te ver.
Entre o talvez e o futuro…
eu te encontro em pensamentos que não foram convidados, mas chegam mesmo assim.
Em silêncios que ganham forma quando imagino como seria te ouvir.
E de alguma forma estranha… tudo parece apontar pra você, como se o destino estivesse sem paciência de esperar.
E se a história já estiver sendo escrita…
então talvez a gente só esteja fingindo que não percebe as páginas virando sozinhas.
Porque há encontros que não começam — eles apenas se revelam.
E o nosso, de algum jeito, já parece ter começado sem aviso.
E se a gente for mais profundo…
não vai ser por escolha, mas por inevitabilidade.
Porque algumas conexões não respeitam superfície, não aceitam distância, não se contentam com quase.
E quando eu penso em você… é exatamente isso que sinto: algo que não quer ser raso nunca.
Acaso mistérioso do mal
As coisas são o que são.
As coisas deveriam ser de outra forma.
Deus Todo-Poderoso,
Onisciente,
Onipotente,
Onipresente,
se exclui em uma realidade onde o mal, o sofrimento,
as imperfeições existem.
Um exclui o outro, e vice-versa.
Tudo que existe é uma continuidade
de Deus de alguma forma,
nada escapa disso senão Deus
Por que existe algo
em vez de existir nada?
Tudo tem uma causa,
uma origem.
Só Deus não teve origem.
Existem duas existências,
com certeza absoluta:
a eterna e a criada.
A criada nasce, cresce e morre.
A eterna só pode ser Deus.
A vida, a razão, a ordem, o existir, o amor, o coração...
É impossível virem do nada.
Essas coisas são a continuação
de Deus.
Então, concluímos: Deus Todo-Poderoso
existe.
Mas no nosso mundo identificamos o mal, o sofrimento, as imperfeições — que não existem em Deus.
Deus não cria outro Deus.
Deus cria coisas que são perfeitas.
Mas Deus cria seres com vontade
própria e livre-arbítrio.
Deus sempre criou seres com vontade
própria e livre-arbítrio perfeitas.
Temos que encarar o problema
com ousadia e não com ideias
prontas e fixas.
Deus não tem propósito
nenhum em criar seres imperfeitos
que gerem o mal, o sofrimento, a injustiça.
Mas, por um acaso misterioso
— que acredito que Deus nunca entenderá —
a natureza de Deus é perfeita, boa,
amorosa e tem todo o poder.
Deus criou Lúcifer e o ser humano
para adorá-lo, para ser a razão de
ser de toda criatura.
Mas, por algum acaso misterioso,
essa criatura imperfeita foi criada,
e Deus está trabalhando para restaurar
sua criação. E tudo voltará como antes:
a criatura sendo reflexo do Criador.
Creio que Deus não iria criar seres
para gerar mal, sofrimento, injustiça —
e isso será um eterno acaso
misterioso.
Mas Deus é bom, é amor, Deus é a verdade,
e tudo será perfeito como
antes, em Jesus.
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