Nos Conhecemos a Tao pouco Tempo
Fico com um pouco de medo da distancia fazer mudar tudo entre agente fico com medo quando escuto ou vejo voc chamando outra de princesa de bb’ pq eu queria tanto que voc só falasse isso pra mim ,que eu fosse a única diante das outras que eu sege sua e que voc sege meu tenho medo de um dia se enjoar de mim se enjoar do meu amor ,ou medo de voc deixa essa distancia nos separar ,medo de que tudo que eu falei tudo que sinto seja em vão medo
De nau ser eu a pessoa que voc sempre quer do seu lado, medo de tudo mudar.
Sabe mais tem uma coisa que me faz esquecer todo esse medo...
Mesmo nau sendo eu que esteja do seu lado, mais saber que voc estar feliz, saber que voc estar bem ,que voc ta se cuidando direitinho ,que voc esteja realizado com estar pessoa ,que voc sempre lembre de mim mesmo que se for como uma amiga ‘ que voc lembre mesmo que for como um antigo amor mesmo que for por um simples lembrança pra mim já estar muito bom , só de saber que por um segundo voc parou pra pensar em mim ...
>< Mesmo voc me esquecendo prometo te amar ,pra sempre ate que meu príncipe chegue e me fase se apaixonar por ele e mudar minha vida e meu coração , nau será fácil te esquecer‘
Passamos o final de semana juntos. Parece pouco, mas foi o suficiente pra deixar aquele gostinho de quero mais. Não sei se é sorte ou a vida me sacaneando mais uma vez, mas deve existir alguma explicação sensata pro fato de morarmos longe um do outro. Prefiro encarar como uma coisa boa. Descobri que esse negócio de saudade faz bem. Nada melhor do que ficar uns diazinhos afastados pra valorizar os minutos que se tem por perto. E os planos pra quando formos nos encontrar de novo. Sempre divertidos, leves. Vontade boa essa, do tempo passar rápido, de experimentar milhares de sensações diferentes. Dessa vez, sem afobação, sem o mínimo de pressa. A necessidade ali era apenas uma: curtir o momento. Se me perguntarem o que temos – se é que temos alguma coisa – não vou saber responder. Prefiro ficar sem resposta. Agora se me perguntarem sobre meu estado de espírito, não terei dúvida em dizer que tô feliz e segura de mim. Que tô em paz. E olha que legal, deixei toda a insegurança e medo de lado pra cair de cabeça em tudo que eu achar que merece minha atenção. Só me preocupo com o agora. Não me importo com absolutamente nada que falem a meu respeito, nem com o que acham de mim. Sempre vai ter alguém pra dar opinião sem ser pedida mesmo, não dá pra agradar todo mundo. E pra ser sincera, nunca fiz questão. Não me importo mais também em fazer romance em cima de conto breve. Eles servem pra isso. Render ótimas histórias. Se tem uma coisa que cada um que passou pela minha vida me ensinou, é isso. Sempre poderemos tirar proveito de algo bom e render boas lembranças. Dessa vez, prefiro me contentar com o agora. Com os gestos, as palavras, e com o que eu sinto. Pela primeira vez, me prometi não entender, só sentir.
Eu hei de dar a você.
Eu hei de dar a você sempre um pouco
daquilo que em mim é ser contente.
E minha felicidade jamais vai deixar
de ir de mãos dadas com você.
Não sou capaz de adquirir nada
que não dê a você de presente.
Meus sorrisos e passos têm o sabor
dos olhos do meu Amado.
Turistas vão a Las Vegas jogar um pouco, beber muito e casar.
Se fosse permitido jogar legalmente no Guarujá, algumas vadias bêbadas contumazes, enfrentariam um divórcio a cada porre.
Nada contra as vadias nem contra os porres, meu problema é com o casamento....
O POUCO QUE É MUITO (Mc 12,38-44)
As aparências não influenciavam o juízo que Jesus fazia das pessoas, porque seu olhar penetrava no íntimo delas. Por esse motivo, não lhe era difícil perceber a motivação profunda de suas ações.
Os mestres da Lei, por exemplo, não o enganavam. Prevalecendo-se da estima que gozavam do povo, tornavam-se vaidosos e inescrupulosos. Sentiam prazer em ser reconhecidos como pessoas altamente consideradas. Sendo assim, abusavam da boa fé e da hospitalidade das pobres viúvas, passando longas horas de oração na casa delas, só para comer do bom e do melhor. Portanto, tornavam-se operadores de injustiça e dignos da mais severa condenação.
A generosidade dos ricos também não enganava Jesus. Com prazer jogavam consideráveis esmolas no tesouro do templo, para serem vistos e louvados pelos presentes. Tal esmola, porém, embora valiosa em termos monetários, não tinha valor para Deus.
Bem outra era a situação da pobre viúva que, tendo oferecido apenas algumas moedinhas, fez um gesto altamente agradável a Deus, porque marcado pela simplicidade e pela discrição. Talvez, só Jesus a tenha observado. A viúva não ofereceu do seu supérfluo. Antes, abriu mão do que lhe era necessário, para fazer um gesto agradável a Deus. Por isso, seu pouco tornou-se muito aos olhos de Jesus.
Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica
O POUCO QUE É MUITO (Mc 12,38-44)
As aparências não influenciavam o juízo que Jesus fazia das pessoas, porque seu olhar penetrava no íntimo delas. Por esse motivo, não lhe era difícil perceber a motivação profunda de suas ações.
Os mestres da Lei, por exemplo, não o enganavam. Prevalecendo-se da estima que gozavam do povo, tornavam-se vaidosos e inescrupulosos. Sentiam prazer em ser reconhecidos como pessoas altamente consideradas. Sendo assim, abusavam da boa fé e da hospitalidade das pobres viúvas, passando longas horas de oração na casa delas, só para comer do bom e do melhor. Portanto, tornavam-se operadores de injustiça e dignos da mais severa condenação.
A generosidade dos ricos também não enganava Jesus. Com prazer jogavam consideráveis esmolas no tesouro do templo, para serem vistos e louvados pelos presentes. Tal esmola, porém, embora valiosa em termos monetários, não tinha valor para Deus.
Bem outra era a situação da pobre viúva que, tendo oferecido apenas algumas moedinhas, fez um gesto altamente agradável a Deus, porque marcado pela simplicidade e pela discrição. Talvez, só Jesus a tenha observado. A viúva não ofereceu do seu supérfluo. Antes, abriu mão do que lhe era necessário, para fazer um gesto agradável a Deus. Por isso, seu pouco tornou-se muito aos olhos de Jesus.
Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica
É engraçado que quando a gente fica um pouco "distante" a gente percebe coisas que não percebia por estar perto demais.
Ainda não .. faltava pouco para tudo explodir ,
ela sentia que estava estragando a sua própria vida com tudo isso ..
Ainda não.. faltava pouco para tira-la do ar da qual voava
em seus sonhos.. claro.
Algo está incrivelmente errado quando você começa a se preocupar consigo mesma (excessivamente)
....
O que a fez ficar assim ?
Os melhores pensamentos não são aqueles que falam muito é dizem pouco, mais aqueles que falam pouco e dizem muito!
Quem me conhece, ao menos um pouco, sabe que sou uma caixinha de surpresa. Sempre tenho novos acordares após velhos deitares. Talvez seja eu uma mutante, uma aberração ambulante, ou apenas uma sinceridade transbordante.
Não dou conta de fingir pra não ser julgada, criticada e mal falada.
O som das palavras alheias só me importa quando me acrescentam, caso contrário, faço ouvido mouco e meio como um louco sigo meu caminho sem afetação.
Pra menos sofrer tenho uma técnica de armazenamento e descarte.
Toda opinião alheia assim que processada é enviada para um de dois compartimentos.
Ou vai para caixinha de reflexão, ou para latinha de lixo.
Não costumo guardar rancores por muito tempo... Prefiro descartá-los o mais rápido possível... Só é necessária uma mísera bactéria para contaminar toda uma população.
E mesmo causando espanto fico na lembrança dos que pelo menos um pouco me conhecem, pelo fato de ser tão autentica quanto me é possível ser.
Lembra dos ventos que deixamos soprar aos quatro quanto do mundo levando um pouco de nossa felicidade pra quem não tinha? pois é, ele voltou trazendo nossa felicidade de volta.
Agora um pouco de teoria, já estava na hora de analisar algo um pouco mais interessante que o meu pessimismo.
Apenas outras ideias
A evolução do pensamento. É inevitável pensar na reciprocidade entre o pensamento e a época vigente. O mais impressionante é como as ideias sobre o pensar mudam. Pense! Como deveria ser o conhecimento quando surgiram os primeiros Homo sapiens? Acredito que nesse cont
exto o raciocínio estava começando a ser desenvolvido, atribuindo a maior parte dos saberes aos nossos sentidos. Depois de coletado os primeiros conhecimentos (maior parte pelos sentidos através de resultados empíricos, seguido pelo raciocínio através das primeiras táticas), eles foram repassados geração a geração, definindo os primeiros traços de cultura, que tanto distinguem os povos hoje.
Isso explica, por exemplo, o porquê de certas civilizações apresentarem certo desenvolvimento em alguns campos científicos, enquanto outras nem tanto. E depois de anos e anos acumulando todo o tipo de conhecimento, o homem cometeu a maior metalinguagem de todos os tempos. O ser pensante começou a estudar o próprio pensamento. Foi nesse momento que realmente passamos a ter alguma história. Poderia citar um monte de filósofo, mas não é esse o objetivo, minha meta é que você, caro leitor, um ser resultado de inúmeras teorias e experiências perceba algo peculiar nessa evolução, de como percebemos o pensar.
Na era Clássica houve a preocupação no exercício do pensar resultando num dos conceitos mais estranhos (e na minha opinião difíceis de entender) que é a verdade. E assim, o pensamento tomou o objetivo de compreender as verdades. Essas “verdades” possibilitaram a dinamicidade do modo como pensamos. Nos primeiros momentos, algumas verdades foram contestadas, mitos e coisas semelhantes perderam as forças, e o ser humano passou a explicar as coisas como se houvessem verdades absolutas. Daí, passamos por um retrocesso chamado Idade das trevas, mas que logo foi compensado com o Renascimento para retomar as ideias sobre o pensar. E como o conhecimento tomou maior abrangência, percebeu-se logo que a ideia de Verdade era muito delicada. Deveria ser algo que além de universal, ausente de qualquer exceção, e até mesmo hoje é difícil achar um pensamento que se enquadre nesses parâmetros. Por fim, vieram os tempos modernos, e houve um pensador que introduziu a relatividade das coisas, e pensamento nunca mais foi o mesmo, muito menos as verdades.
Como consequência desses fatos, hoje é difícil generalizar sobre qualquer assunto, além da cautela de discuti-lo de acordo com a vertente em questão. Pergunto-me se os leitores dessa pequena ideia não se perguntem: Se no início queríamos saber de onde viemos, depois questionamos o pensar, logo em seguida as verdades, e agora a relatividade dos pontos de vistas, o que vem a seguir? Isso realmente é uma evolução que nos beneficia?
P.S.: Deixem suas respostas se acharem conveniente, e se algo pareceu estranho perguntem para que eu possa esclarecer.
(V.H.S.C.)
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