Nó na Garganta
DESATANDO NÓS...
Opiniões contrárias a minha…
me dá um nó na garganta…
E voce chora?
- Não! Desato-me em gargalhadas…
NÓ NA GARGANTA
(A tradução do indizível)
Às vezes o silêncio grita, a voz trava nas cordas vocais... e o que resta é um suspiro profundo.
Lu Lena / 2026
A sorte, muitas vezes, é de uma sordidez de dar nó na garganta. Ela é quem faz as escolhas, apesar de todo livre arbítrio que se julga ter.
Sabe, tenho tantas coisas para lhe dizer, que fico com nó na garganta só de pensar que posso te contar. há um tempo atrás, eu te conheci, começamos a namorar, e a cada dia que passava e ainda passa, gosto mais de você. É como o brilho de uma estrela, que intensifica a cada momento de alegria ao lado da lua. Você é uma pessoa, que conquistou de verdade, que torna os meus dias mais alegres quando esta por perto. Olha, não quero parecer tão meloso, mas esta mensagem, eu queria que fica-se guardada no fundo do seu coração, e mostrar que eu gosto muito de você. Feliz Dia Dos Namorados, que essa data se repita muitas vezes entre nós, e que o nosso coração, nunca mais saia de sintonia, a sintonia perfeita em que hoje eles se encontram. Quero que isso fique bem marcado para você. Estou muito, mas muito feliz ao seu lado !
Tem dias que me dá um nó na garganta, um amargo, uma infelicidade que vem de vários pedacinhos de histórias que eu não terminei ou nem tive coragem de começá-las...Me dá uma vontade de ganhar um colo, um cafuné....
Mas a gente nunca ganha estas coisas se não for buscar, então eu acolho a menina assustada que mora em mim e a tranquilizo:
- Sossega menina...sossega esta agonia que te devora...Sossega, pois as coisas acontecem não quando você quer, mas quando for a hora!
Uma vez me perguntaram o que era o amor pra mim. Com um nó na garganta, lágrimas nos olhos e a voz meio embargada respondi o seu nome.
Re-nascer.
O nó na garganta, e a tempestade invadindo o corpo. Febril, paranoica, sedenta. Outra visita da quase morte aparece na ponta dos meus pés, ninguém sorri e a mulher que me pôs no mundo chorava no outro lado da linha com cada respiração enfraquecida que eu dara. - Ninguém precisa saber. Suspirei umas duas vezes para ela entender que eu poderia superar aquilo sem toda piedade humana a minha volta. Meu genitor, desesperado, tentava entender por que meu estado não cessava, chorava também. Odeio pessoas chorando a minha frente, sempre me sinto culpada por isso e não choro junto. A culpa nos torna covardes e insensatos. Esses rostos estranhos buscando por algo que lá fora ninguém mais preserva, a vida. Eles catam a vida no ar em que respiram, tentam resgata-la em meio a injeções, comprimidos e eu era uma deles agora. Caçando a vida como se ela pudesse me escapulir a qualquer momento. -Não sei brincar disso. Pensei e pedi para voltar para o lugar que eu nunca deveria ter saído, meu lar. Fiquei. Paralisada olhando aquele desespero de dor e luta em cada rosto que passou por mim naquele corredor branco e frio. Alguém acabou de ir dessa pra melhor - ouvir uma senhora de idade cochichar. Como assim uma vida foi interrompida enquanto eu ainda piscava os olhos? Me espantei. Vi meu pai juntando as mãos em forma de oração e falando qualquer coisa que eu não pudi ouvi enquanto olhara para o céu. Tive medo. Desmaiei. Uma hora depois, acordo em um sala e o único rosto familiar é o do meu pai, com olhos vermelhos, arregalados, e o meu corpo gelado respondia bem aqueles analgésicos, eu conseguia respirar lentamente. Eu não entendia nada, mas sentia medo. A vida é o instante afinal. A vida é muito mais do que a gente pensa, a gente é muito maior e mais forte do que a gente acredita que seja, e existe uma força divina poderosa nos protegendo. Uma luz clara invadiu os meus olhos, renasci.
As vezes
As vezes aquele nó na garganta demora a sair
As vezes queria me prender só em momentos felizes
As vezes queria gritar mesmo sabendo que ninguém iria me ouvir
As vezes me sinto sozinha mesmo estando cheia de pessoas ao meu redor
Mais o único motivo de eu conseguir me levantar,e esquecer tudo isso e porque sei que isso só acontecer "As vezes..."
"Sem voz"
Estou com um nó na garganta e uma vontade enorme de gritar, mas, se eu conseguir quem é que vai me escutar?
Já não sinto o chão sobre os meus pés desde que você se foi, não consigo imaginar continuar sem nós dois...
Quando pensei que já sabia contornar todos os lados desta situação, me deparei com um nó na garganta mantendo preso tudo que eu precisava dizer, tudo que te afastaria para sempre da minha vida.
Despedida; é uma mistura de saudade com solidão, surge um nó na garganta, lágrimas nos olhos, sensações estranhas no corpo e aperto no coração.
Letra para um hino
É possível falar sem um nó na garganta
é possível amar sem que venham proibir
é possível correr sem que seja fugir.
Se tens vontade de cantar não tenhas medo: canta.
É possível andar sem olhar para o chão
é possível viver sem que seja de rastos.
Os teus olhos nasceram para olhar os astros
se te apetece dizer não grita comigo: não.
É possível viver de outro modo. É
possível transformares em arma a tua mão.
É possível o amor. É possível o pão.
É possível viver de pé.
Não te deixes murchar. Não deixes que te domem.
É possível viver sem fingir que se vive.
É possível ser homem.
É possível ser livre livre livre.
Saudade é coisa que machuca
É coisa que dá um nó,
Nó na garganta
Saudade é dor doída
Que faz tremer boca e coração
Dos olhos escorrem águas
Se escuta uma canção
Saudade é nó que não desata
Chora a alma
Alma chora
É desatino
Solidão.
Coração Apertado!
Nó na garganta!
O coração apertado...
Lágrimas que rolam...
Não tenho mais você ao
meu lado.
De tí me afastei com orgulho
ferido.
Todo meu ser machucado.
Pois você por outra está
apaixonado... Mas a vida é
as vezes é assim...
Hoje eu choro por você!
Amanha você sorrirá para
mim.
Cantigas de ninar
Semelhante ao pó me faço,
por um nó na garganta desato;
sobre a chuva fria fundem nossas canções,
decrescente coração ao peito,
se desata em linda brisa,
nessa tirania vivida cumprirá,
nossas histórias aos pés,
sabiá sabia, que num simples assovio,
em suas notas sábias poria á encantar,
porém me vou ao teu canto,
por qual em vida desencanto,
festa desarmônica enrustida há,
fostes breve teu gorjear,
que em minha lida postes a me encantar.
Das noites em que eu falava até você cai num sono profundo, ficou o silêncio e o nó na garganta.
Das lágrimas e sorrisos que antes dividia com você, me sobrou uma coleção de travesseiros manchados de lágrimas.
Dos sons, o silêncio
Dos sonhos os pesadelos incessantes.
De mim apenas pedaços que não consigo mais juntar ou reinventar.
As histórias se acabaram.
O ponto final de nossas vidas
