Nietzsche Corpo Mente
Frio pela manhã e a alma ainda dorme, olhos abertos e o corpo cansado, sem cigarro ou café o dia já ta acabado
Neuromielite.
Peste que meu corpo sofre leviano
Esgota minhas forças e o espírito
Condenando o melhor dado dever
Trazendo a tristeza como verdade!
Ó dia, que me calou, os olhos
Perdendo o sentido da evolução
Guiada como serpente enrolada
Surrante sobre o mês de setembro!
Fel é o poder que tem silenciosa
Se arrastando pelo cão, destruindo
Todo o meu ser como, besouro!
Não tenho medo, maldita neuromielite
Tampouco irei desistir de viver,
Pois viverei, e vós perfarás, acinzentada!
alucinações...
num corpo violado
a face estraçalhada,
pedaços espalhados,
no abandono a lhe cerca,
desculpas flamejam...
a vergonha de continuar...
nesta primavera é o inverno...
tantas angustias que primeira vez
que tudo encontra se num precipício...
compreenda minha dor...
ninguém sabe quando deixei de viver,
ainda que o tempo passe será mesmo inferno,
frio que atravessa a alma,
sacrifícios num mar de solidão...
por querer algo do além...
mais que flor da morte tenha doce perfume,
estranhamente mais uma decepção entre tantas,
lamentações apenas o frio e o escuro,
nada terá um sentido para imensidão...
sonhos desmoronam, o que mais esperar...
Eu sei que você gosta
Eu sei que você quer
A minha boca explorando seu corpo
Seu gemidos tomando conta do quarto.
Eu sei o que você gosta
E estou disposta a dar o que quer
A minha boca causando arrepios
Até você perder a voz.
PRECE
Ainda trago na boca
O gosto dos beijos teus
Meu corpo agradece
E quase faz uma prece
Rogando que seja seu.
DIAGNÓSTICO
Quando o olhar te trai
O corpo sua
A língua tem sede
A pele arrepia
Quando as pernas vacilam
Será doença ou paixão?
Indecisão!
Quem sabe são a mesma coisa.
Um Presente Foto Tijuco Preto
Como eu queria está agora ao seu lado abraçando o seu corpo. Acariciando o seu rosto e olhando nos seus olhos. Queria deitar no seu peito, e ficar com meu corpo colado ao seu.
E esquecer q o tempo irá passar.
Na verdade queria q o tempo parasse, só pra eu não ter que ir embora.
E ficar para sempre ao seu lado, aí mesmo onde você está deitado olhando para o céu.
Daqui eu posso ver o seu rosto lindo e feliz.
E fico só te imaginando. Porque isso não preciso pagar pra ver.
A minha mente cria imaginações que eu sei que são reais, assim como o seu sorriso encantador.
Sou um corpo repleto de jardins , borboletas , flores, nuvens escuras, arco Iris, tempestades e dias de sol.
Não é a mulher mas bonita que tem um lindo corpo, cabelos longosl, uma boa aparência. Que sempre vai está com você, quando tu cair, logo ela irá atrás de outro. Mas aquela que tu desprezou, que tinha vergonha de sair com ela na rua. Só queria escondido na tua queda ela não vai ter vergonha, pelo contrário tem prazer de cuidar de você.
"Se a alma não viveu antes, é que foi criada ao mesmo tempo que o corpo. Nessa hipótese, nenhuma relação pode haver entre ela e as que a precederam. Pergunta-se, então, como é que Deus, que é soberanamente justo e bom, a tenha responsabilizado pela falta do pai do gênero humano, maculando-a com um pecado original que ela não cometeu. Dizendo-se, ao contrário, que traz ao renascer o gérmen das imperfeições de suas existências inferiores, que sofre, na existência atual, as conseqüências de suas faltas passadas, dá-se do pecado original uma explicação lógica, que todos podem compreender e admitir, porque a alma só é responsável por suas próprias obras."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
Feito gente, trato todos igualmente, todo sangue é vermelho ser humano é ser espelho de alma, corpo e de mente e é um verme, quem pela cor da epiderme, tratar alguém diferente
"Quando a alma está unida ao corpo durante a vida, tem um envoltório duplo: um pesado, grosseiro e destrutível, que é o corpo físico; outro fluídico, leve e indestrutível, chamado perispírito. O perispírito é o laço que une a alma ao corpo; é por seu intermédio que a alma faz o corpo agir e percebe as sensações que este experimenta.
A união da alma, do perispírito e do corpo material constitui o 'homem'. A alma e o perispírito, separados do corpo, constituem o ser chamado 'Espírito'."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"É com o auxílio de seu perispírito que o Espírito agia sobre o seu corpo vivo; e é ainda com esse mesmo fluido que ele se manifesta, agindo sobre a matéria inerte, produzindo ruídos, movimentos das mesas e de outros objetos, que levanta, derruba ou transporta. Esse fenômeno nada tem de surpreendente se considerarmos que, entre nós, os mais potentes motores se acham nos fluidos mais rarefeitos e, mesmo, imponderáveis, como o ar, o vapor e a eletricidade.
É igualmente com o auxílio de seu perispírito que o Espírito faz que os médiuns escrevam, falem ou desenhem. Não tendo corpo tangível para agir ostensivamente quando quer manifestar-se, serve-se do corpo do médium, de cujos órgãos se apodera, fazendo-os agir como se fosse seu próprio corpo, e isto pelo eflúvio fluídico, que sobre ele derrama."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"Sensação, vontade que se inicia na Psique e envolve o corpo, de forma a se perder o senso da razão para desfrutar a emoção".
"Quando a alma está unida ao corpo, durante a vida, ela tem duplo invólucro: um pesado, grosseiro e destrutível — o corpo; o outro fluídico, leve e indestrutível, chamado 'perispírito'."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"A morte do corpo desembaraça o Espírito do laço que o prendia à Terra e o fazia sofrer; e uma vez libertado desse fardo, não lhe resta mais que o seu corpo etéreo, que lhe permite percorrer o espaço e transpor as distâncias com a rapidez do pensamento."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
