Nem tudo que Balança Cai

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⁠O sol fecha por hoje sua cortina. Misteriosa a noite se prostra num olhar, o véu negro da noite cai, a terra se veste de escuridão. Mergulhei na noite escura senti o medo brotar, as vezes parece que a noite está dentro de mim e uma escuridão que parece não ter fim. A noite é passageira, bem sei mas a escuridão interna pode demorar um pouco mais , depois da ilusão do nosso amor, o que restou foi apenas os espinhos da flor. Enfrentei a escuridão seguindo em frente. Invisíveis são as correntes que me prendem a um tempo que não existe mais. Meu corpo não se move, meus olhos escureçam e minha alma; eu não sei se sobe ou desce. Me sinto​ a flutuar. Meu coração parou ! Minha amiga lua começou a surgir tímida e acanhada diante de tantas nuvens negras me sussurou baixinho perca-se, meu amigo pois é perdido que você encontra novos caminhos. Boa noite.

"Diz-se que a vida é feita de oportunidades. E que nenhum raio cai duas vezes no mesmo lugar. Sem isca, como pegar peixe?"
(trecho de "Parece Dezembro: romance inspirado nos versos de Chico Buarque")

⁠Até que o teto, o teto caia!
O teto cai, o teto cai!
Até minhas pernas
Fraquejarem debaixo de mim!
Eu, eu não vou cair, eu vou ficar de pé
Sinto como se ninguém pudesse me atingir agora!

Eminem

Nota: Trecho da música 'Till I Collapse.

"Satanás não tem vence quando você cai, mas quando te convence a não se levantar."Justificação para Principiantes, pág. 7.

Chuva que cai como um véu de prata , roçando a terra que irá fecundar , a semente onde outrora já havia esquecida .

Um anjo caído
Não consegui completar
minha missão
Me tendo ao pecado
Caí na armadilha
Desse louco mundão
Brinquei com sentimentos
De quem eu deveria ter estendido a mão
Hj minha alma chora
Enquanto apodrece meu coração
Ai, ai, ai
O que é, não sei, só sei que dói demais
E amor
Mas por que se não sou digno, pai?
Porque me busca se segue a Satanás?
Será que tenho mérito do seu perdão?
Olha pra mim, pai, e me diga se sim ou não 😔🍃🍃

⁠MORTE
(Edson Nelson Soares Botelho)

A chuva cai na escuridão da noite
Vislumbrando a estrada da morte
O vulto preto aproxima-se lentamente
No silêncio que atormenta os mais fortes

O medo aniquilando todas as esperanças
O olhar frio sem nenhum sentimento
Cada vez mais próximo
A redenção de todo o sofrimento

A figura macabra emoldura seu destino
Aumentando ainda mais a sua dor
Para que sua partida seja o mais breve

Sem dar nenhuma esperança
Reduzindo pela metade seu último suspiro
A cada dia vivido fenece todas as lembranças

Nenhuma chuva cai sem motivo,
ou porque tá quente demais ou porque o tempo vai mudar.
Nas culturas mais antigas a chuva era um sinal de limpeza,
levava embora todos os maus espíritos e deixava a calmaria.
Então, só agradeço à Deus pelas chuvas que mandou...
Limpou e levou embora todo o resquicio de 'sujeira' e de pequenas poeiras, deixando só alegria por aqui!
Nada é por acaso, nem mesmo a chuva!

Quando a porta do templo sagrado cai, vem o convite para contemplar a delicia do divino paraíso.
Nesse instante rezo para que o tempo pare ou passe devagar para poder apreciar sem moderação...

Noite bem escura lá fora
Nenhum pirilampo acordado
Cai uma chuva calma agora
Uma paz de olhos fechados...
Até parece
Que a natureza
Também adormece...

mel - ((*_*))

Não se começa uma escada pelo ultimo degrau porque se cai vai doer, então comece pelo começo e faça direito para quando se estiver lá em cima não caia. Ou seja comece pelo começo.

o corpo vai morrendo como uma folha que cai...
uma sombra infiel, que conta uma história, dentro de muros fechados.

Por vezes você precisa ser forte não por você, mas pelos outros.
Pois se você cair um dia, você cairá com eles.

A lágrima cai
E com ela desaba um pedaço do mundo.
A velocidade aumenta,
a pressa da vida me arrasta,
como se o tempo quisesse me engolir.


A barriga esfria,
o motor esquenta,
e nesse contraste de corpo e máquina
eu sigo tentando não perder o rumo.


Os pensamentos corroem,
feito ferrugem no silêncio,
e o coração — frágil, teimoso —
se destrói.
mas insiste em bater,
na esperança de renascer.

Da Janela no sertão

Da minha janela vejo a chuva,
e ela cai como se fosse choro do céu.
Mas não, não é tristeza não:
é só o sertão do mundo molhando sua pele,
pra lembrar que até a pedra dura
se rende à água mansa.

O tempo corre lá fora,
feito cavalo brabo,
ora levantando poeira nos ventos,
ora abrindo o peito pro sol quente da vida.
Dias e noites se alternam,
como se Deus brincasse de fiar luz e sombra
na roca invisível da eternidade.

Eu fico aqui, de dentro,
vendo árvore nascer, perder folha,
morrer e ressuscitar no mesmo tronco.
É como se cada galho fosse profeta
dizendo que nada se perde:
só muda de roupa,
feito romeiro no caminho.

E aprendo que o tempo não mora em mim,
mora lá fora, correndo nas águas,
cantando nos ventos, ardendo no sol.
Dentro de mim só tem o silêncio,
um silêncio grande,
onde o instante fica parado —
feito retrato da alma,
feito milagre da vida.

Roberval Pedro Culpi

26/08/2025

𝐍𝐨𝐢𝐭𝐞 𝐄𝐬𝐭𝐫𝐞𝐥𝐚𝐝𝐚


A noite cai, serena e silenciosa,
vestida de mistério e luz distante.
As estrelas, como testemunhas do tempo,
brilham sobre sonhos que ainda respiram.


Cada ponto no céu é um verso não escrito,
um desejo guardado, uma lembrança viva.
O universo sussurra segredos antigos,
e o coração escuta, mesmo sem entender.


Na imensidão escura, encontro abrigo,
pois há paz naquilo que não se explica.
A noite estrelada não é apenas cenário
É alma, é poesia, é eternidade em silêncio.

@SinaisWinner

Tens que ir?


Lá fora a chuva cai.
No quarto, fumaça de caracol.
Paredes se comprimem
diante de nós dois.
Face a face, deleito-me
no momento tão mágico
que deixa à deriva
os problemas do dia.
Por que tens que ir?
Se te quero só pra mim?
Se só você é meu sim?
Por que tens que ir?
Se ao coração não mente
e sempre te senti?


OLIVEIRA, Marcos de. Tens que ir?. In: OLIVEIRA, Marcos de. Tristeza por
Borboletas. Porto Alegre: Alcance, 2012. p. 12.

Olhos do paraíso.

O dia cai com sua tarde
A verdade leva o brilho
O sorriso lumia
Menina distante da terra
Tão bela es a cor do castanho olhar
Maldita ardência serena consumia o sangue a pulsar
Peito cabe o amar, menina se ponhavas a sorrir como noite de luar
Minha vida já saia do chão aberto
Brotou-me ao vento a voz pensante:-
"Mulher levante-se da tristeza deixe-me feliz
Homem dê tudo de si para que não pare de rir"
Aos olhos do pai pedir-lhe-ei a mão
Sentava-me no sofrido pensar
Currei me alma, não estava mais perdido
A lua caia do céu emocionado
Presente bendito da terra
Brotou-lhe as emoções da boca, chovia molhava lhe a roupa
Sequei a com as palavras
Segurava lhe as risadas
De perto já viria o riso
Tão longe ouvi os pulos
Era o coração no paraíso
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Moço risonho partido és teu belo sofrido
Sorria por falta de beleza
Levava-me frouxar do sonhar, pois em teu encanto dormiria
Voei sem par de asas por tardes e madrugadas
Bruto por tal forma, romântico enlouquecido
De onde surgia a margem? Brotou-me rios de onde não tocastes
Sou bela moça
Disse-lhe não passar muito das horas
Mais o tempo não nos ouvia
No grito do meu sentimento
Achei-o melhor do dia
No tempo lhe perdia
Mais tarde o acharia
Quem lhe dera ser paraíso
Mais só pudia ser ilusão do meu dia
Como pudia tão belo espirito em forma de homem franzino
Trazer-me o que já não me tinha
Alegria.

⁠⁠A máscara cai
e a gente vê a
a face de quem
engana, trai.


(Jota fs - Redenção)

⁠Embalo

Deus nos dá empurrões,
mas poucos aproveitam o embalo,
a maioria faz corpo mole,
cai, rasteja, reclama da vida.