Nem tudo que Balança Cai
Muitas foram as pedras que surgiram na estrada da vida, ao tropeçar numa delas, cai nos Braços de Deus, pois o Senhor é Aquele que vai adiante de ti, levantando os corações abatidos, fazendo-os andar pelo Caminho que conduz a Eternidade!
Diante das pedras da vida, por vezes tropecei e cai, mas Deus me Ergueu e Manteve de pé. Foi sustentado nas Asas da Fé, que juntei todas as pedras do caminho e construí no coração a Fortaleza Eterna de Deus!
A gente cai uma vez ou outra, mas o chão não é nosso lugar definitivo…
A gente cai, uma vez ou outra. E sofre, chora e sangra. Mas vou falar uma coisa, o chão não é nosso lugar definitivo. A volta por cima vem. E vem com força, com brilho e coberta de fé. Chora, quando cair. Acho importante o choro. Mas depois levanta, limpa o rosto, sacode a poeira e segue. Recomeça. Respira fundo pra recuperar as forças e pede inspiração aos céus. Pede a Deus proteção e sabedoria, mas segue. Luta pelas tuas vitórias com honestidade e fé. Elas chegarão, pelo fruto do teu suor e, principalmente, pelo poder de Deus. Só vai.
Josy Maria
Chuva cai la fora,
E a saudade pinga no meu peito,
Tento me manter firme,
Mas sempre me pego pensando em você,
Tenho sonhos direto,
Vi uma foto nossa juntinhos,
Que lindos, é verdade, isso era certo,
Não tem como esconder,
Falando nisso, ja sei que encontrou um novo amor, desejo que seja feliz,
Vai ser difícil? Sei que vai,
Mas vou tentar te esquecer…
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05/24
"Quando amanhece o dia e abro os olhos e vejo suas mensagem de bom dia é que me cai a real que não estou em um sonho que logo acabara, essa é a melhor sensação do mundo ter com quem sonhar mesmo acordado, um amor que se criou de forma rápida mais tão intensa que ate mesmo distante sinto sua presença e seu perfume, apaixonado não, amando de verdade"
Só não se engana quem não ama.
Só não erra quem não se importa.
Só não cai quem não se levanta.
Só não aprende quem nunca acorda!
A vida é fácil para aqueles que mantem um ritmo de aprendizado, eles falham e cai mas também se levantam, aprende com seus erros e se torna uma versão melhor.
Quem disse que lágrimas são um sinal de derrota, esquece que a chuva cai para fazer germinar e brotar a semente.
O fado mais bem feito
Cai a noite, nasce a lua,
Finda o dia e nascemos nós!
Sopra o vento que apazigua
A minha alma e a tua
Enquanto estamos a sós!
Sob o luar mais perfeito,
Cantamos a uma só voz
O fado mais bem feito
Deste amor insuspeito,
Não querendo ficar sós!
Vai-se a lua, o galo canta,
Nasce o dia e ficamos sós!
Solidão que se agiganta
Até vir a lua santa
E de novo sermos ‘nós’!
O forte cai e corre
A vida assim encarar:
Ser coruja errante
Ou papagaio ignorante,
É diferença entre caminhar
Ou cair num instante!
Ao cair, que se aprenda
Com o descuido passado,
Ou serás enterrado
Pela vida, pela fenda
Onde caístes à bocado!
O fraco a morte planta,
O forte cai e corre
Mas se agiganta!
Um, hoje se levanta,
O outro, amanhã morre!
Um Enterro, E Um Defunto Que Nada Tem Para Se Lembrar...!
!... Um defunto bem arrumado, um caixão bem modelado, flores belas e perfumadas, velas em castiçais a flamejar... Chororô, um aperto de mão, um abraço de consolação... Consternação...!
... De boca em boca, surgem versões de como o defunto morreu... Foi assim... Foi assado... Foi de morte morrida... Foi de morte matada...
_ Era gente boa !
_ Era boa gente, mas...
... No agora descomedido vão da sala de estar, repousa o defunto, alheio a tudo e a todos: Aos pesares, aos choros, as preces, ao valor e modelo das vestes e do caixão, ao perfume e a beleza das flores em sua coloração, à luz e ao calor das velas em meio ao corpo falecido na escuridão... Forma-se um aglomerado, gente que entra, gente que sai, gente que junta, muita gente, sussurrando, chorando, rezando, ‘curiando’...
... O velório estende-se pela noite... Café, chá... Cachaça...!
Uma fogueira surge em apelação a uma reunião para quem da noite vai velar... Um gole de cachaça aqui, outro acolá, alguém conta uma piada... Risos... Mais alguns goles aqui, outros goles acolá, mais algumas piadas a se contar... Gargalhadas !... E um defunto sozinho, no descomedido vão da sala de estar, sem ninguém a contemplar...
... Dorme a noite, esvai-se o entusiasmo, esvazia-se a fogueira em fumaça e cinzas, surge o dia, e novos personagens chegam para a próxima cena encenar.
... Castiçais vazios, flores murchas, um defunto, um caixão, mais abraços de consolação... Consternação... !
De boca em boca, surgem versões de como o defunto morreu... Foi assim... Foi assado... Foi de morte morrida... Foi de morte matada...
_ Era gente boa !
_ Era boa gente, mas...
... Sai o enterro, segue o cortejo, de mão em mão é levado o caixão, rezas e choros sonorizam a tristeza, atraindo pessoas conhecidas do defunto, ou não. Seguindo em procissão, norteia-se o destino do desafortunado ao arrastar dos pés a poeira o chão.
À distância, um pequeno cemitério é de se ver: Cruzes e catacumbas a se elevarem em prece. Ao chegar, pronta já é de estar, uma cova cavada, sem o uso das mãos, sete palmos medidos sem medição...
De boca em boca, por mais uma vez, surgem versões de como morreu o defunto... Foi assim... Foi assado... Foi de morte morrida... Foi de morte matada...
_ Era gente boa !
_ Era boa gente, mas...
Um alvoroço se faz na última hora de o defunto enterrar... Era gente discutindo, era gente rezando, era gente chorando, era gente gritando, que o defunto errado estava, com a cabeça pra frente, com os pés pra trás, que dos pés se fazia a entrada, que dos pés também se fazia a saída... Era gente discutindo, era gente gritando, era gente rezando, era gente chorando, era gente enterrada, era gente enterrando, era gente morrendo, era gente vivendo... Foi-se um Enterro, E Um Defunto Que Nada Tem Para Se Lembrar.
Quando a Lembrança aperta
E, de repente, a ficha cai. Já não se pode ter aquele abraço apertado, cheio de carinho e afeto; já não se pode ver aquele sorriso que um dia te encantou; já não se ouve aquela voz que, por muito tempo, foi seu guia. Ficaram só lembranças. Hoje, lembro com saudades: olhos marejados, lágrimas escorrendo pelo meu rosto, o coração apertado, recordando um passado que não volta mais.
Leriano Perêirah
Não sou Abel nem sou Caim,
Aqui em babel sou curumim,
No jingle bell nunca caí,
Presente do céu nunca cai.
A tarde cai serena, o sol já se despede,
E a sombra longa esvoa sobre o chão que pisei.
Em cada brisa fria que a alma, triste, sente,
Um pensamento aflora que o tempo não desfez.
O brotar de uma flor
Sem sono, silenciava a noite ao chegar da madrugada, os pingos da chuva caia como uma suave e linda canção, olhava para o lado me perdendo em minha própria mente. Ao entrar no mais profundo do meu coração, meus pensamentos se perdiam na imensidão do infinito, como se tivesse criado asas e assim, por um breve segundo, aquele barulho de chuva me fazia sentir a liberdade que era nítida no brilho de meu olhar.
Foi no primeiro olhar, que ao observar, um jarro de flores, humilde, silencioso, cheio de barro e de vida, que apenas sugava os pingos da chuva de forma tão especial, como se fosse uma esponja absorvente de energia.
Estava tão impressionado, com tamanha bravura na proteção de um minúsculo botão de flor, que germinava em meio a toda turbulência do momento, que apenas admirava tamanho gesto de amor.
Nesse momento, tive a graça formidável de observar, a importância de um simples jarro de planta, que tem a admirável missão de proteger, dar espaço a uma singela flor.
Brotava, em meio ao silêncio, uma joia rara, única, simples, formidável e amável, que nunca tinha visto igual.
Tem gente que tem uma boa vida vivida, porém quando cai não tem forças de reação se esquecendo que o número de queda não é somado, o que é anotado é a vontade de vencer, quanto mais você tenta mais perto está a vitória.
Já parou pra pensar quando a pessoa cai em algum lugar é uma correria para ajudar, é um ato bonito de boa ação, porém, quando a pessoa cresce de forma honesta, honrosa, ninguém a vê.
O fraco vai à guerra, atropela, cai, levanta,
ao som do chicote se ergue,
buscando conquistar.
Iludido, consome as forças estratégicas;
quando descobre ser massa de manobra,
vem o pesadelo,
embrulhado no gosto amargo da derrota.
Afinal, só os tolos sacrificam o bom da vida
por amores que não são seus.
Quem a chuva cai a vida floresce nas bandas do sertão, é a vida na lavoura alimentando o sertanejo do sertão.
