Nem sei quem sou
A verdade é que eu sou egoísta de mais para me doar à alguém, as vezes eu tô de bom humor e outra não, as vezes eu quero um abraço e em outro momento só quero ficar sozinho. Eu acredito que me conheço o suficiente para dizer que ninguém merece aguentar o caos que eu sou.
_No ar sombrio do meu ser
sou as cinzas que derramou no mar,
sempre uma comunhão eterna,
relatos meus gritos na escuridão,
como as rosas que deixou na ultima vez
que a vida me tocou,
estive suspenso em sentimentos no além,
tentei preservar até ultimo momento
no ador de uma ilusão tão viva,
expresso meus pesares,
em busca compulsiva outra realidade,
o corpo deferi a alma que já habito,
nas formas mais profundas sinto as mortalhas
dessa vida que era a paixão,
tão de repente quanto a chuva que cai num precipício,
o gosto da sua paixão devora meus lábios,
num sentido que obsessão torna se agradável,
até a adversidade do seu mundo tocar tão profundamente,
que a loucura de estar nessa realidade é sutil,
no verbo do seu corpo a vida se decompõem,
justo no instantes que se tem verdade da insanidade.
julgo mero seja a expressão dando o paradigma outro paradoxo.
_No amor sem relva um mundo sem selva_
_Sou selvagem que deixou o amor da selva_
_Muitos momentos se queimaram_
_Vestir tua vontade ainda assim morrer num mundo sem vegetação_
_No credo sou do clero até ser indigna alma que carrego no sonho que vivo...
_Aos seus pés estive te amei até queimar...
A terra chorou no mento que morreu ainda assim somos filho de pátria a feri o fogo como cultura...
"Hoje eu já não sou o mesmo de ontem e amanhã não serei o mesmo de hoje, pois estamos em constante evolução."
Não sou um bom cantor
Tão pouco um escritor
Mas , recito versos
Sou apenas um jovem pensador
Já penso e pensei de mais
As vezes tanto faz
É , eu tentei cantar
Mas agora irei recitar
Palavras entre linhas
Pequeno sou
Pequeno fui
Mas com Deus tudo posso
Já errei
E venho errando
Mas com Deus estou acertando
Já tive coisas , não tão boas
E vendo tudo , fiz uma escolha
Renunciar uma vida toda
Aprendi e cresci
E agora estou aqui
Apenas buscando compreensão
E sei de algo
Preciso estar mais semelhante
A Jesus Cristo
Que venceu o mundo no passado
Assim como o Filho fez
Eu , nós e você
Precisamos e temos que fazer
Tenho o universo em meus olhos,
Onde habita mistérios e medos.
Sou a desordem procurando à sincronia
Uma escuridão em busca de luz
A minha vida é uma estrela que queima de forma intensa
E do céu noturno essas são às que colapsam primeiro.
E o que resta são só fantasmas, a luz que viaja durante anos,
iluminando, ou assombrando outras estrelas perdidas.
Minha existência de nada vale, mas à Tudo pertence.
Meus pensamentos são uma sinfonia triste
em uma tarde chuvosa de domingo
Sou uma eterna dança, em meu próprio ritmo.
E mesmo que meu corpo definhe-se durante a juventude,
estarei reunido por todo infinito no amontoado cósmico.
Hominibus
Eu sou o pior dos males,
Vocês bem sabem,
não finjam que não me reconhecem.
Satanás?
Esqueçam esse pobre coitado!
Eu sou o causador, não culpem outro
além de mim.
Meus gritos não serão silenciados,
Meus pecados não serão impunes.
Apedrejem-me.
Enforquem-me.
Queimem-me.
Pois,
Fui eu quem matou Abel.
Eu cuspi e chutei Cristo,
e o torturei até a sua morte na cruz.
Eu estuprei 2 milhões de mulheres e crianças,
Incendiei fábricas e queimei mulheres.
Persegui e torturei judeus,
Decapitei cristãos.
Matei homossexuais e negros.
Criei bombas, fiz guerras.
Explodi Hiroshima e Nagasaki
Atualmente, Israel.
Quem é esse ser chamado Diabo?
Quem é ele diante de mim?
Agora vocês se mostram cegos,
surdos e mudos,
Desesperados perante a minha face
e do reflexo de suas almas podres.
Suas pernas tremem,
Pois minha boca profere o que seus ouvidos temem.
Não adianta esconder-se nas asas dos anjos,
seus pecados são vistos diante dos mortos.
Os seus terços não limparam o sangue
em suas vestes.
Não orem, suas palavras imundas irritam os deuses
Nós somos o pior dos males,
Vocês bem sabem,
Não finjam que não se reconhecem.
"Não sou de direita, não sou de esquerda. Sou a favor da democracia da liberdade. Sem democracia e liberdade não há uma união e sim um conflito onde acarreta manifestações. Democracia e o povo ser livre sem opressão".
Eu sou palavras simples
Minha caligrafia sou eu
Um suburbano, com fé e rebeldia.
Visionário, Preto, Sonhador
Jovem Operário sem medo de ser feliz
De olhos castanhos a olhar pro céu
Panfletando a minha arte e minha raiz
Eu, somente eu
Minha voz, sou eu
De fato é difícil conviver assim
Com tudo aquilo que eu quero de mim
De fato é pesado ter que aceitar
Toda a realidade que sinto no ar
Não me calo diante da sociedade.
Minha cor é uma honra.
Minha religião é o amor.
Por isso a poesia não me abandonou
nunca Me deixou
Eu sou desses
Motorista da minha vida
Não sou esses
Que vai e volta. Minha viagem é só de ida
Eu apareço e desapareço
Mudo e me reinvento
Nascendo e renascendo
Nunca me contento
Eu sou desses bicho do mato
Cheio de gíria e não sei de nada
Gosto de campo e sou um agricultor nato
Eu sou desses da cidade
Gosto da tecnologia e da evolução
Não me importo muito com a idade
Desde que sempre tenha uma revolução
Eu sou desses religiosos
Sempre estou em uma igreja
Do grupo de cristãos rigorosos
De nada adianta viver se não é Deus que você almeja
Eu sou desses pagãos
Faço bruxarias e cultuo os deuses
Os bruxos e bruxas são meus irmãos
E estou nisso a meses
Eu sou a indagação
A pergunta, a dúvida e a questão
Sou a rebeldia fora do padrão
Sou o religioso sem religião
O rico sem um tostão
O popular dançando com a solidão
Eu sou o que dá na telha
Não me prendo em conceitos de lobo e ovelha
Eu formo o meu próprio mundo
Crio conceitos rasos ou muito profundos
E se eu não me contentar, eu destruo
E começo tudo outra vez...
Distração
Distante
quando no instante
sou conduzido a tração
de sair do mundo real
na ação variável de dispersar.
Não entendo o que incomoda, eu não sou normal, tenho sentimentos estranhos, tenho meus vazios, tenho uma alma inquieta que faz de mim um deserto, ou um grande povoado.
Hora bate loucuras que não tem remédio que cura, nem eu me entendo varia os sentimentos. Sou verso e reverso, me viro do avesso para entender direito qual e o caminho perfeito dentro das minhas imperfeições.
Vejo não tem solução, aceito ou me rejeito, busco viver as regras dentro do meu padrão.
MEDO DO MEDO
Tenho meus medos.
São poucos, mas, os tenho.
Porém, não sou covarde.
Às vezes, falta-me coragem!
Poucos são os meus medos,
Pois, acredito nos recomeços,
Para muitos meus feitos.
Meu medo não é do que faço...
Se me perco no que faço, recomeço!
Se me perco por onde ando, volto!
Se me perco nas palavras, penso!
Se me perco no tempo, atraso...
Se me perco no pecado, peço perdão!
Se me perco no juízo, justifico!
Meu medo é me perde no que sou,
Ai, estarei perdido...
Perdido pra sempre.
Um dia, perguntei para o psiquiatra: sou bipolar? Ele me disse: de bipolar você não tem nada. Você é sincera e tem sentimentos intensos. E me explicou a origem da palavra sincera, que vem do latim e significa “sem cera”.
Antigamente, carpinteiros e escultores usavam cera para disfarçar os defeitinhos de esculturas e móveis de madeira. Então, eles lixavam, passavam verniz e tudo ficava aparentemente perfeito e em ordem.
O aspecto das peças era magnífico. Com o passar do tempo, do frio, calor e uso, a cera ia se desmanchando e os defeitos iam ganhando vida. Sinceridade é “sem cera”, ou seja, sem máscaras, sem retoques, sem querer ser o que não é. Achei bonita a explicação dele. E triste. Dói ser sem cera.
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