Negócios

Cerca de 1376 frases e pensamentos: Negócios

No mundo dos negócios
você tem que ser honesto
sem ser otário, malandro
sem ser bandido, ter uma
produção que gere resultados
e a coragem de arriscar
tudo numa só jogada
quando for preciso

Só assim vai sobreviver
e ganhar alguma coisa.

Inserida por jovol

Geralmente damos boas vindas a Jesus. Desde que Ele não se intrometa com nossos negócios, com a maneira como conduzimos nossa vida. Ele é muito bem-vindo na sala de estar, mas os quartos de nossa vida são mantidos impenetráveis. Se Ele se atrever a ultrapassar os limites impostos, nós mesmos o crucificaremos novamente.

Inserida por HermesFernandes

Amor de Contador

Baby, não sou teu sócio
o mundo dos negócios eu acho complicado.
Mas esse negócio de juntar teu negócio como o meu negócio
é caso a ser pensado.
A companhia sendo ilimitada
e a sociedade permanecendo anônima
não vejo prejuízo em nada.
E nas dificuldades administrativas,
nas intempéries da vida
podemos ser um do outro o fulcro.
E ao fazer o balanço
meu débito no teu crédito,
meu ativo e teu passivo
num movimento tão sério
mas que desperta o sorriso.
Com toda essa liquidez
é possível no final do mês
apresentarmos lucro.

Inserida por beijaflorld

Com o tempo, a tua experiência de vida, vai aperfeiçoar teu coração na seleção dos teus negócios, amizades e sobretudo do amor!
⁠

Inserida por kutscher

Todo homem de negócios deveria assistir novelas

Inserida por evelyncordeiro

⁠A vida é uma aposta
Apostamos em negócios
Apostamos em jogos
Mas a pior de todas apostas
É apostar no amor
Tem efeitos colaterais terríveis
Sua vida está em jogo.

Inserida por Lazaro_Miguel

⁠✍️Se você pára, deixa de trabalhar , fazer negócios, de ganhar dinheiro.
E se fica sem dinheiro você pára, a vida é um eterno movimento de ação e troca.✔️🕉️♾️☸️🌹💕

Inserida por luiza_andrade

⁠“A chave do sucesso nos negócios é perceber para onde o mundo se dirige e chegar lá primeiro”.

Inserida por eduinfbr

Lembrei, com saudade, dos Jarlich, três irmãos gêmeos, negociantes estabelecidos, com negócios de jóias, na Rua da Conceição, quase em frente a prefeitura. Se eu não me engano, Crisólita era o nome da loja. Quando eu ia lá com meu avô, era, na época, uma das melhores do ramo da cidade. De origem judaica, esses negociantes, extremamente simpáticos, gozavam de um vasto círculo de amizades grangeadas nos longos anos de comércio que exerceram com muita capacidade. Delicados ao extremo, lembro que, sorridentes, bastava conhecê-los para que uma amizade tivesse início. Sua freguesia era certa no ramo de jóias. Entendidos no assunto, honestíssimos, não eram como donos da H Stern ou Sara Jóias com a família Cabral. Vendiam a prazo, contou uma vez meu avô, muito antes dos serviços de proteção ao crédito (SPC) o que demonstra o alto grau de confiança que depositavam nos fregueses, mais selecionados pelas amizades do que, propriamente, pelas informações que pudessem obter em qualquer ficha cadastral hoje tão prática. A Crisólita, ou melhor, a calçada fronteira à loja, era o ponto obrigatório de todos os amigos e colegas do comércio dos irmãos Jarlich que, ali, às primeiras horas da manhã, iam provocar os parceiros infalíveis, para uma partida de "porrinha" valendo café. Nesses encontros não falava-se em política internacional. Isso porque, os parceiros, sem que houvesse acordo nesse sentido, sabiam que não seria conveniente qualquer comentário ou opinião sobre a luta travada entre árabes e judeus. Ainda mais sabendo que Hajjat e outros patrícios árabes evitavam comentar sobre a luta na qual os judeus levavam nítida vantagem na ocasião. Essa, aliás, é uma das características da comunidade niteroiense no que tange ao relacionamento de estrangeiros lá residentes. Como é natural, todos têm suas religiões, clubes e festejam suas datas festivas tradicionais, mas, uma coisa é certa, jamais deixam de cooperar juntos pelo progresso de Niterói. E, o que é mais importante, o conceito social de todos eles é dos mais respeitáveis e sempre nivelados pelo trabalho honesto e pelas atividades executadas nos clubes de serviços e em obras sociais diversas. Amam suas pátrias de origem, como não podia ser de outro modo, mas, sem dúvida, há em todos eles e em seus descendentes um demonstrável amor por Niterói, onde vivem, crescem e terminam seus dias. Mas, voltando à reunião habitual pela disputa do café, os anos foram passando e consolidando cada vez mais, a amizade entre os componentes da roda, até que, um dia, um dos irmãos gêmeos, o Isaac, morreu. Foi como se num tripé faltasse um dos apoios. Os sobreviventes sentiram demais a perda. Não eram mais os mesmos. Vislumbrava-se, agora, nos seus semblantes, a marca triste das perdas irreparáveis. Não passou muito tempo, Moysés, o segundo irmão, partiu também para o eterno descanso. A ruptura deste vínculo fez desaparecer no sobrevivente o sorriso que, antes, era o traço marcante da sua fisionomia. Taciturno, já não sentia prazer em conversar com os amigos e a impressão que nos dava era o desânimo. Até que um dia, Germano também foi se unir aos irmãos, deixando um vazio imenso na roda que, com o tempo, foi-se desfazendo pelo mesmo motivo, a morte. E lembro o meu avô dizer: "Meu neto, quando você for mais velho, vai começar a ver as pessoas indo embora." E não deu outra. Já um pouco mais velho, fui vendo, ao lado do meu avô, o Serrão, da casa de ferragens, Souza e Carvalho, os banqueiros, Hajjat, da camisaria Sul América; e outros mais, indo embora, até que chegou a hora mais difícil: ver também o meu avô, meu ídolo, partir. Devem estar hoje em qualquer plano do espaço, fechando as mãos com os três fósforos, disputando qualquer coisa sem valor com os irmãos Jarlich, os saudosos companheiros da disputa do cafezinho matinal. Nós, que ficamos apenas com saudades deles, não podemos deixar de reconhecer que, no fundo, a morte não é tão ruim. A chatice dela está no vazio que provoca, quando arrebata, sem apelação, pessoas que amamos. Os Jarlich deixaram saudades. Homens assim fazem falta à comunidade. Eles, sem dúvida, contribuíram para o progresso de Niterói. Sua loja primava pelo bom gosto. No gênero, em certa época, foi das melhores em instalação, e, inegavelmente, é uma forma eficaz de ajudar uma cidade, dando-lhe vida, através de um estabelecimento comercial bem montado e sortido. Niterói que possui, hoje, nesse gênero de comércio, vistosas e excelentes lojas, que tanto contribuem para o seu progresso como a Gran jóias, dirigida pelo Antônio, a Garbier, da propriedade do Alberto, a Jóia Niterói Ltda, sob a direção do Salomão, não pode esquecer dos irmãos Jarlich que alinhavam a competência comercial ao bom gosto uma excepcional capacidade de fazer amigos. Mas uma amizade que, sem dúvida, passava longe da amizade desses novos empresários de jóias com a família Cabral. Saudades dos irmãos Jarlich.

Inserida por AlessandroLoBianco

Para vencer no mundo dos negócios é preciso pensar em algo novo, que tenha utilidade e preço justo, que seja administrado de forma responsável e sustentável e principalmente, que tenha tempo e disposição para plantar e aguardar a colheita.

Inserida por prfdanielpierre

No mundo dos negócios não há pior circunstância para um vendedor, do que vender, precisando de dinheiro, neste caso, o produto oferecido valerá o quanto o cliente quiser pagar.⁠

Inserida por prfdanielpierre

A política brasileira é surreal, um autêntico balcão de negócios aqui a divisão dos bens auferidos sem qualquer esforço.

⁠A saúde dos seus negócios depende da auto estima de quem está na frente.

Inserida por Luizdavi

⁠É benevolência dos ricos colocar negócios que beneficiam os carentes e nescessitados, mesmo que sejam vendas de mercadorias a baixo do preço, isso também é justiça.

Inserida por Luizdavi

⁠Dica para conseguir escolher o melhor caminho no futuro dos negócios: Reconheça as más decisões do passado, mas entenda profundamente porque elas foram ruins

Inserida por david_alves_5

Buscar o equilíbrio ético e financeiro nos negócios é fundamental para a prosperidade recíproca entre as partes relacionadas. Lembre-se, quem muito ganha e se favorece nas costas de alguns, quando menos espera, também perde e se desfavorece no peito de outros.

Inserida por ALISON2

⁠No mundo dos negócios, só está pronto para ganhar quem estiver pronto para perder!

Inserida por nosor_beluci

"Quando a ganância domina uma pessoa bem-sucedida, seus negócios e finanças correm sérios riscos, pois a obsessão que a ganância lhe impõe dificulta a habilidade de administrar bem sua própria vida e restringe a pensar apenas no poder que o dinheiro traz".

Inserida por Jonathasramos2026

O VENDEDOR comemora as vendas, o EMPREENDEDOR celebra negócios.

Inserida por CarlosHermel

Sempre fui e sempre serei um empreendedor inovador, criando oportunidades de negócios. A jornada do sucesso está repleta de desafios, e cada obstáculo é uma chance de crescimento.

Inserida por Ericson_Piccoli1