Negócios
No atual contexto dos negócios e dos mercados, mais cedo ou mais tarde, as organizações para terem sucesso empresarial serão impelidas a mergulhar no mundo da sociedade da Sabedoria e da Inteligência Competitiva, onde o Conceito Conhecimento tem simultâneamente um duplo-valor real: económico e social; ao contrário do Conceito de Informação - que, per si, não aporta nenhum.
10 de março de 2012
Sabe-se que há negócios reprováveis, que estão entre os mais rentáveis do mundo, como: pornografia, rede de prostituição, tráfico de drogas etc. Desconsidera-se, contudo, que o mercado de idiotas é o mais rentáveis de todos.
Seja para os que vendem notícias manipuladas, seja para os estelionatários, seja para os "cantores" de músicas imbecis, seja para os programas televisivos de retardados, o mercado de idiotas, sempre terá consumidores.
Quem não administra seu próprio tempo, não administra suas atividades. Atividades são negócios e negócios são dinheiro $$
No mundo dos negócios para os negociantes entre aspas, dois mais dois serão sempre cinco, errado quem disser o contrário.
Sou do tipo independente homem de negócios, mas nenhuma mulher aguenta conviver com minha família tenho uma filha e isso torna minha vida bastante atarefada já que a mãe dela me deixou huhu... moro com minha irmã porque não tenho grana
para pagar aluguel.
Sobre as amizades agora so tenho um amigo o Adm amigo de infância mas como possuo internet tenho sorte muitos amigos no face twiter e google+ e como tenho abilidades em TI (tecnologia da informação) passo algumas horas a adeministrar internet de meus amigos e vizinhos assim tenho a sensação de estar ajudando eles mas não é oque eles pensam eles me odeiam e eu não sei o porque.
Baile é como uma rodada de negocios e amor é uma aplicação que não separa tempo de investimo pois é para vida toda,não é um projeto que começa e acaba é esta dentro da gente e pra sair sai tambem parte da gente mostrando q além de fortes somos gente mais do que bailamos o balele da vida a flechar na areia nosso coração esquecemos que uma hora dessa ele pode encontar uma pedra e se fixar com outras sedimentando mais a estrutura de areia
Mundo éh fiinho ou filhinho q berra griganho ou gritando socorro cantando musica de natal entre o balele do baile da vida
Én ein é uh fusca é a charete q pedala no sapato poi delá vi-aiah desdobrar o vento em gotas novas pra o para-brisa da avenida
No mundo dos negócios
você tem que ser honesto
sem ser otário, malandro
sem ser bandido, ter uma
produção que gere resultados
e a coragem de arriscar
tudo numa só jogada
quando for preciso
Só assim vai sobreviver
e ganhar alguma coisa.
Geralmente damos boas vindas a Jesus. Desde que Ele não se intrometa com nossos negócios, com a maneira como conduzimos nossa vida. Ele é muito bem-vindo na sala de estar, mas os quartos de nossa vida são mantidos impenetráveis. Se Ele se atrever a ultrapassar os limites impostos, nós mesmos o crucificaremos novamente.
Amor de Contador
Baby, não sou teu sócio
o mundo dos negócios eu acho complicado.
Mas esse negócio de juntar teu negócio como o meu negócio
é caso a ser pensado.
A companhia sendo ilimitada
e a sociedade permanecendo anônima
não vejo prejuízo em nada.
E nas dificuldades administrativas,
nas intempéries da vida
podemos ser um do outro o fulcro.
E ao fazer o balanço
meu débito no teu crédito,
meu ativo e teu passivo
num movimento tão sério
mas que desperta o sorriso.
Com toda essa liquidez
é possível no final do mês
apresentarmos lucro.
Com o tempo, a tua experiência de vida, vai aperfeiçoar teu coração na seleção dos teus negócios, amizades e sobretudo do amor!
A vida é uma aposta
Apostamos em negócios
Apostamos em jogos
Mas a pior de todas apostas
É apostar no amor
Tem efeitos colaterais terríveis
Sua vida está em jogo.
✍️Se você pára, deixa de trabalhar , fazer negócios, de ganhar dinheiro.
E se fica sem dinheiro você pára, a vida é um eterno movimento de ação e troca.✔️🕉️♾️☸️🌹💕
Lembrei, com saudade, dos Jarlich, três irmãos gêmeos, negociantes estabelecidos, com negócios de jóias, na Rua da Conceição, quase em frente a prefeitura. Se eu não me engano, Crisólita era o nome da loja. Quando eu ia lá com meu avô, era, na época, uma das melhores do ramo da cidade. De origem judaica, esses negociantes, extremamente simpáticos, gozavam de um vasto círculo de amizades grangeadas nos longos anos de comércio que exerceram com muita capacidade. Delicados ao extremo, lembro que, sorridentes, bastava conhecê-los para que uma amizade tivesse início. Sua freguesia era certa no ramo de jóias. Entendidos no assunto, honestíssimos, não eram como donos da H Stern ou Sara Jóias com a família Cabral. Vendiam a prazo, contou uma vez meu avô, muito antes dos serviços de proteção ao crédito (SPC) o que demonstra o alto grau de confiança que depositavam nos fregueses, mais selecionados pelas amizades do que, propriamente, pelas informações que pudessem obter em qualquer ficha cadastral hoje tão prática. A Crisólita, ou melhor, a calçada fronteira à loja, era o ponto obrigatório de todos os amigos e colegas do comércio dos irmãos Jarlich que, ali, às primeiras horas da manhã, iam provocar os parceiros infalíveis, para uma partida de "porrinha" valendo café. Nesses encontros não falava-se em política internacional. Isso porque, os parceiros, sem que houvesse acordo nesse sentido, sabiam que não seria conveniente qualquer comentário ou opinião sobre a luta travada entre árabes e judeus. Ainda mais sabendo que Hajjat e outros patrícios árabes evitavam comentar sobre a luta na qual os judeus levavam nítida vantagem na ocasião. Essa, aliás, é uma das características da comunidade niteroiense no que tange ao relacionamento de estrangeiros lá residentes. Como é natural, todos têm suas religiões, clubes e festejam suas datas festivas tradicionais, mas, uma coisa é certa, jamais deixam de cooperar juntos pelo progresso de Niterói. E, o que é mais importante, o conceito social de todos eles é dos mais respeitáveis e sempre nivelados pelo trabalho honesto e pelas atividades executadas nos clubes de serviços e em obras sociais diversas. Amam suas pátrias de origem, como não podia ser de outro modo, mas, sem dúvida, há em todos eles e em seus descendentes um demonstrável amor por Niterói, onde vivem, crescem e terminam seus dias. Mas, voltando à reunião habitual pela disputa do café, os anos foram passando e consolidando cada vez mais, a amizade entre os componentes da roda, até que, um dia, um dos irmãos gêmeos, o Isaac, morreu. Foi como se num tripé faltasse um dos apoios. Os sobreviventes sentiram demais a perda. Não eram mais os mesmos. Vislumbrava-se, agora, nos seus semblantes, a marca triste das perdas irreparáveis. Não passou muito tempo, Moysés, o segundo irmão, partiu também para o eterno descanso. A ruptura deste vínculo fez desaparecer no sobrevivente o sorriso que, antes, era o traço marcante da sua fisionomia. Taciturno, já não sentia prazer em conversar com os amigos e a impressão que nos dava era o desânimo. Até que um dia, Germano também foi se unir aos irmãos, deixando um vazio imenso na roda que, com o tempo, foi-se desfazendo pelo mesmo motivo, a morte. E lembro o meu avô dizer: "Meu neto, quando você for mais velho, vai começar a ver as pessoas indo embora." E não deu outra. Já um pouco mais velho, fui vendo, ao lado do meu avô, o Serrão, da casa de ferragens, Souza e Carvalho, os banqueiros, Hajjat, da camisaria Sul América; e outros mais, indo embora, até que chegou a hora mais difícil: ver também o meu avô, meu ídolo, partir. Devem estar hoje em qualquer plano do espaço, fechando as mãos com os três fósforos, disputando qualquer coisa sem valor com os irmãos Jarlich, os saudosos companheiros da disputa do cafezinho matinal. Nós, que ficamos apenas com saudades deles, não podemos deixar de reconhecer que, no fundo, a morte não é tão ruim. A chatice dela está no vazio que provoca, quando arrebata, sem apelação, pessoas que amamos. Os Jarlich deixaram saudades. Homens assim fazem falta à comunidade. Eles, sem dúvida, contribuíram para o progresso de Niterói. Sua loja primava pelo bom gosto. No gênero, em certa época, foi das melhores em instalação, e, inegavelmente, é uma forma eficaz de ajudar uma cidade, dando-lhe vida, através de um estabelecimento comercial bem montado e sortido. Niterói que possui, hoje, nesse gênero de comércio, vistosas e excelentes lojas, que tanto contribuem para o seu progresso como a Gran jóias, dirigida pelo Antônio, a Garbier, da propriedade do Alberto, a Jóia Niterói Ltda, sob a direção do Salomão, não pode esquecer dos irmãos Jarlich que alinhavam a competência comercial ao bom gosto uma excepcional capacidade de fazer amigos. Mas uma amizade que, sem dúvida, passava longe da amizade desses novos empresários de jóias com a família Cabral. Saudades dos irmãos Jarlich.
