Necessidade
Antes de confrontar uma pessoa, pense nos valores de relacionamentos sadios para que a conversa flua natural, harmoniosa e amigavelmente, expressando alegria e compreensão pela necessidade alheia.
Quão fácil é ver o mundo com outros olhos: basta tirar os seus do próprio espelho e enxergar a imagem e a necessidade do próximo.
Quando observamos as aflições das pessoas, entendemos melhor a fragilidade da vida, a importância do auxílio mútuo, de acolher e de ser acolhido e de sermos úteis na transformação de realidades que clamam por nossa mobilização.
A atitude de deixar de fazer o necessário para depois, pode lhe colocar aos pés do arrependimento e da amargura desejando reviver o passado.
Quando compreendermos que Deus nosso Pai é Onipotente, Onipresente e Onisciente, jamais nos sentiremos solitários e abandonados diante de nossas aflições e necessidades.
Para se estabelecer a educação inclusiva nos mais diferentes lugares do mundo é necessário que seus pensantes tenham empatia suficiente para interpretar as necessidades básicas que esse público especial necessita.
Vigiando a necessidade de uns e a caridade de outros, a exploração oportunista busca sempre seus proveitos.
Amparar a pessoa com deficiência além das determinações legais é muito mais que incluir, trata-se de empatia, amor ao próximo e respeito à vida.
Nosso estado emocional será determinante para a definição de nossa evolução ou decadência quando a insatisfação e a necessidade nos alcançar.
O ser humano que percebe o sofrimento e a necessidade do outro e tenta ao menos atendê-la já compreendeu o sentido da vida.
Vamos até onde o precipício se abre, onde identificamos o nosso máximo do MOMENTO, e daí em diante entregamos ao Pai, esperançosos, gratos e sabendo que não precisamos pedir nada, pois Ele sabe exatamente o que necessitamos e que quase sempre não é aquilo que queremos ou pensamos precisar.
A extrema necessidade faz com que a incoerência, arrogância e prepotência naufraguem e de forma vergonhosa em algum momento.
Dado o momento atual da sociedade a qual faço parte, utópicamente desejo um dia no qual o trabalho seja realizado por básicas necessidades de se ser saudável de corpo e mente, sendo este entendido e exercido socialmente como uma atividade vital à estas necessidades, não de poder.
