Nascemos sem Pedir e Morremos sem Querer Entao
Cada pessoa que nos conhece, somos uma pessoa, quando morremos não morrer uma singularidade, morrer uma pluralidade...
Para compreender a mentalidade(cosmovisão) de qualquer pessoa, família, comunidade ou tradição, é preciso conhecer, mais que as condições externas que moldaram o cenário da sua existência, os atos e decisões livres que a distinguiram de todas as outras e fixaram o perfil da sua identidade, o padrão das suas reações mais típicas e duradouras,existe um grande pano de fundo, por trás de tudo isso.
O medo da morte aprisiona a alma. Quando em Cristo, morremos para nós mesmos, a alma fica livre e o medo morre; e, Nele que venceu a morte passamos a ter Nova Vida.
Morremos um pouco a cada dia, morremos quando deixamos de fazer o que gostamos, morremos também quando deixamos que o meio influencie em nossas escolhas, morremos ainda mais quando deixamos de dar atenção, quando deixamos de falar com as pessoas que realmente importam, a vida é feita de escolhas, escolha o que você realmente gosta e prolongará seus dias, talvez não em anos, mas em felicidade, quem vive feliz nem a morte o entristece.
Muitos se perguntam: para onde vamos quando morremos?
Vamos para onde estamos!
Como é o ambiente em que mora nossa consciência hoje?
Nós os mortais, temos muitas fraquezas.
Sentimos demasiado, sofremos demasiado....
E morremos demasiado cedo.
Mas temos a possibilidade de amar.
Sejais vós quem fordes, ou o que fizerdes, eu sei quem eu sou. Terra. Vida Ressurreição. Uma verdadeira aventura.
Sair da vastidão do desconhecido, da imensidão e entrar numa nova vida apaixonante e aventureira. Isto, é o novo mundo poeticamente apaixonante. Gosto das vossas imensidoes.
O vosso oceano é uma imagem de eternidade, creio.
Esses grandes espaços sublinham a nossa pequenez.
Descobrimos o novo mundo poeticamente apaixonante.
Ou é ele que nos descobre a nós?
Falais como um verdadeiro poeta romântico e explorador do novo mundo.
Quando alguém que a gente ama vai embora, não é só ela que morre, nós também morremos aos poucos mergulhados na saudade.
Não é só se vive uma vez.
Morre-se e Vive-se muitas vezes.
Morremos quando desistimos, vivemos quando acreditamos.
Navegar é preciso.
Navegar é viver.
"A vida está no meio de dois nadas, antes de nascermos somos nada e depois que morremos somos nada".
Morremos quando deixamos de amar, e passamos a cobrar das pessoas a nossa volta a perfeição, e assim nos tornamos intolerantes e sem misericórdia para as limitações e fraquezas de todos a nossa volta.
