Nao Vim para Satisfazer suas Expectativas

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O Sabio não acumula competições em respostas, ele silencia e olha mansamente...a retórica .


M. Brumatti

Creio que minha vida não foi senão uma sucessão interminável de erros, uma sequência ininterrupta que se estende desde o instante do meu nascimento até este fim que já se insinua, quase palpável. Sim, o fim. Pois já me sinto morto enquanto escrevo, e essa sensação não me abandona. O que mais me assusta, no entanto, é perceber que não foi outro, senão eu mesmo, quem cometeu o ato fatal. Eu, e só eu, que destruí o que restava de verdadeiramente humano dentro de mim. Fui o artífice da minha própria ruína, falhei em tudo, desfigurei-me, e fiz de mim aquilo que jamais soube ser.

Depressão
Uma dor
Sem ação
O sofredor
Causa confusão
Sem noção
Não reage
Espera por algo
Que não acontecera
Sua percepcao
As vezes em outra dimensao
Nao ha realizacao
Uma triste tristeza
Do seu fim!!
Acredite o fim
Vira começo
O começo
Vira fim
Complexidade
A alegria está no transeunte.

Vejo vc no pensamento
Respiro o seu mesmo ar
Sem vc nao paro de sonhar
Se acordo te vejo
Se levanto te beijo
Com o orvalho e a brisa
Me encontro no seu sorriso
Num lindo fim de tarde
Quero estar ao seu lado
Conversar sobre todas as coisas
Que vivemos juntos e ainda a viver
Antes de nos partir
Quero motivos pra sorrir
Aceita um cafune
Acompanhado de um bom cafe
Momentos com vc são como chave de ouro
Abre o verdadeiro Tesouro
Sua companhia.

Não fique triste com os seus erros, fica triste por não aprender com eles. Erros são humanos e supera-los é uma honra. O fraco já foi forte e o forte já foi fraco a situação do momento os definem, não precisamos ser fortes ou fraco o tempo todo. Acaba-se tanto um como o outro, o detalhe está em ajudar um ao outro.

Frentista
Nao é egoista
Sempre na pista
Muitas das vezes não é lembrado
Abastece o carro mesmo apertado
O frentista sempre te atende sem cerimonia
É ele que cuida do seu patrimonio
Seja amigo do frentista
Apresente-se tambem alegre e otimista
Todos tem problema
Esse é o tema
Valorize o frentista
Nao seja egoísta
De humano
Pra humanos
Nao importa sua cidade natal
Ninguem quer ser tratado mal
Cuide de um frentista
Ele muitas das vezes equilibrista
Te ajuda na pista.

A esperança final não é escapar da criação. É ver a criação redimida.

A fé cristã não precisa de invenções para ser bela.

Amor não é soberania.

O destino não é o fim da estrada, mas o horizonte que se desdobra sobre um planeta hostil precisamente quando caminhamos além da imaginação.
Reno Fioraso

Nunca desista dos seus sonhos, ainda que na busca por eles tenha um fracasso momentâneo, não se prostre, prossiga sem desistir, eis a grande diferença entre os que realizaram grandes feitos, a PERSISTÊNCIA.

"O Mistério não é um prêmio de ninguém, e sim a casa onde todos nós moramos".
(Raphael Magalhães)

Eu não sou do tipo que, diante de uma ferida, coloca apenas um curativo por cima e finge que está tudo bem, dizendo que ela vai sarar sozinha ou que não houve culpa nenhuma no corte que a causou.

Sou do tipo que limpa a ferida, aperta para o pus sair e trata a infeção pela raiz, para que não se espalhe pelo pé inteiro. Vai doer? Vai, sim. Mas é necessário, e é para o teu bem.

Seja amor onde for
Problema todos tem
Não seja o de alguém
Leve a paz
O bem sempre faz
Acalma
A alma
Aflitos tem demais
Ore agradeça
Jesus
Fonte de luz
Produz
O alimento
Material
Espiritual
E no porvir
O celestial
Glória a Jesus
Nossa eternal fortaleza
Fonte de riqueza
Sem fim
Jubila oh minha alma
Exalta o rei do universo
Que com o mundo conversa
A respeito de um glorioso plano
Salvação
Redenção
SALVAR NOSSAS ALMAS. Gloria a Deus
Soberano pai celestial.

Eu não posso me revoltar com o tempo, mais o tempo pode se revoltar contra mim.

Renunciar aos prazeres efêmeros em vista da glória eterna não é perda; é o sábio abandono do que é temporal por aquilo que permanece para sempre.

O amor não se compra, o tempo não se vende, e o presente não paga o preço
(melhor chuteira, melhor bola, melhor game). Nada se compara ao amor e ao tempo, lhe dado. O amor é único, a ausência dos pais podem trazer um grande vazio na alma.
Tem gente que passa a vida carregando a bagagem do vazio, e pesa!

Quando Aprendi a Ajustar as Velas

“Não podemos escolher a direção do vento, mas sempre é possível ajustar as velas.”

Durante muito tempo, eu quis negociar com o vento.
Queria que a vida soprasse exatamente na direção dos meus desejos. Fazia planos, criava expectativas,
imaginava caminhos e, silenciosamente, esperava que Deus concordasse com todos eles.

Eu dizia que confiava.

Mas, no fundo, queria controlar.

Queria escolher o vento, a velocidade, o caminho, o momento da partida e até o porto onde deveria chegar.

Talvez uma das minhas maiores dificuldades tenha sido compreender que fé não é receber de Deus o controle sobre o oceano.
Fé é continuar navegando mesmo depois de descobrir que nunca tivemos esse controle.

Demorei para entender isso.

Quando as coisas aconteciam como eu desejava, era fácil agradecer.
Quando o vento estava favorável, eu chamava aquilo de bênção.
Quando as águas estavam tranquilas, dizia que Deus estava comigo.
Mas bastava o céu escurecer para minhas certezas começarem a desaparecer.
Se alguma coisa dava errado, eu perguntava:

“Deus, onde estás?”

Hoje percebo a contradição daquela pergunta.
Eu reconhecia Deus na calmaria, mas tinha dificuldade de reconhecê-Lo na tempestade.
Talvez porque eu ainda acreditasse que a presença de Deus deveria significar ausência de sofrimento.
A vida me ensinou outra coisa.

Existem tempestades que acontecem mesmo quando Deus está no barco.
Existem perdas que a oração não impede.
Existem portas que permanecem fechadas.
Existem pessoas que partem.
Existem sonhos que não se realizam da maneira que imaginávamos.
Existem perguntas que atravessam anos sem encontrar resposta.
E existe um momento em nossa caminhada em que precisamos decidir:
ou passaremos a vida inteira brigando com o vento, ou aprenderemos a ajustar as velas.

Foi então que comecei a compreender a maturidade de outra maneira.
Maturidade não é ter domínio sobre aquilo que acontece.
É possuir humildade suficiente para reconhecer aquilo que não podemos controlar.
E talvez a fé comece exatamente nesse lugar.

Na fronteira entre aquilo que posso fazer e aquilo que preciso entregar.
Posso ajustar as velas.
Mas não posso ordenar ao vento que sopre.
Posso segurar o leme.
Mas não posso acalmar todos os mares.
Posso escolher algumas direções.
Mas não posso conhecer antecipadamente todas as tempestades.
Posso fazer planos.
Mas não posso exigir que o amanhã os obedeça.
Essa descoberta poderia parecer assustadora.
Curiosamente, para mim, começou a se transformar em liberdade.

Porque percebi o quanto estava cansado.
Cansado de tentar controlar pessoas.
Cansado de querer controlar acontecimentos.
Cansado de imaginar o futuro.
Cansado de discutir mentalmente com coisas que já haviam acontecido.
Cansado até de tentar explicar Deus.

Havia transformado minha vida numa embarcação pesada demais, carregada de culpas,
expectativas, medos e perguntas.

E talvez Deus nunca tivesse pedido que eu carregasse tudo aquilo.
Talvez Ele estivesse apenas esperando que eu soltasse algumas coisas.

Foi quando comecei a entender que entregar não significa desistir.
Entregar significa reconhecer limites.
Há uma diferença enorme entre abandonar o barco e confiar enquanto continuamos navegando.
A fé não me ensinou a ficar parado esperando milagres.
Ensinou-me a fazer aquilo que está ao meu alcance e entregar a Deus aquilo que minhas mãos não conseguem alcançar.

Eu ajusto as velas.
Ele conhece os ventos.
Eu seguro o leme enquanto posso.
Ele conhece o oceano que eu ainda não atravessei.
Eu vejo alguns metros à minha frente.
Ele conhece aquilo que existe depois do horizonte.

Talvez seja por isso que algumas coisas que considerei derrotas tenham acabado se transformando em caminhos.
Algumas portas fechadas me obrigaram a procurar outras.
Algumas quedas diminuíram meu orgulho.
Algumas perdas me ensinaram a amar melhor.
Alguns silêncios me ensinaram a escutar.
Algumas tempestades arrancaram de mim certezas que talvez nunca tivessem sido fé.

E alguns ventos contrários me levaram para lugares onde eu jamais teria chegado por vontade própria.

Hoje olho para trás e percebo quantas vezes reclamei da direção do vento sem perceber que estava sendo conduzido.

Nem sempre para onde eu queria.
Mas muitas vezes para onde eu precisava ir.
Essa talvez seja uma das maiores confissões que posso fazer:

eu quis controlar a vida porque tinha medo de confiar.

Controle, muitas vezes, é apenas o nome elegante que damos ao nosso medo.
Queremos garantias porque temos dificuldade de caminhar pela incerteza.
Queremos respostas porque o silêncio nos incomoda.
Queremos mapas porque o desconhecido nos assusta.
Mas Deus raramente me entregou o mapa inteiro.
Quase sempre me mostrou apenas o próximo passo.

E talvez seja justamente isso que torna a fé tão difícil e tão bonita.
Se eu conhecesse todo o caminho, talvez não precisasse confiar.
Se soubesse antecipadamente cada resposta, talvez não precisasse esperar.
Se pudesse controlar todos os ventos, talvez nunca aprendesse a rezar durante a tempestade.
Hoje já não peço apenas:
“Senhor, muda o vento.”

Algumas vezes ainda peço, porque continuo sendo humano e existem tempestades que realmente assustam.

Mas aprendi também outra oração:

“Senhor, se o vento não mudar, ensina-me a ajustar as velas.”

Essa oração mudou muita coisa dentro de mim.
Porque existem momentos em que Deus não muda imediatamente as circunstâncias.

Muda o marinheiro.
Fortalece as mãos.
Acalma o coração.
Ensina paciência.
Diminui o orgulho.
E nos faz perceber que aquilo que imaginávamos ser o fim talvez fosse apenas uma mudança de rota.

Continuo não sabendo para onde todos os ventos da minha vida me levarão.
Ainda tenho medo.
Ainda faço planos.
Ainda me decepciono.
Ainda gostaria que algumas coisas fossem diferentes.
A fé não retirou de mim a humanidade.
Mas hoje existe uma diferença.
Já não preciso exigir que o oceano inteiro obedeça à minha vontade para acreditar que Deus continua comigo.

Se vier a calmaria, agradecerei.
Se vier o vento favorável, abrirei as velas.
Se vier a tempestade, tentarei permanecer no barco.
Se precisar mudar a rota, mudarei.
Se tiver de esperar, esperarei.
E quando minhas forças já não forem suficientes, procurarei lembrar aquilo que levei tanto tempo para aprender:

eu nunca fui o senhor dos ventos.

Sou apenas um homem navegando.
Talvez amadurecer seja finalmente aceitar isso.
Fazer o que podemos.
Entregar o que não podemos.

E continuar.

Porque a fé não consiste em acreditar que todos os ventos soprarão a nosso favor.

Fé é descobrir que, mesmo quando o vento muda, Deus ainda sabe onde estamos.

E talvez a verdadeira paz comece no dia em que deixamos de pedir o controle do oceano e aprendemos, finalmente,
a confiar n’Aquele que enxerga além do horizonte.

fantasma oficial.

Ela tem um jeito estranho de fazer o mundo parecer menos barulhento.

Não sei exatamente quando comecei a perceber isso. Talvez tenha sido antes mesmo de admitir que estava olhando diferente para ela. Porque algumas pessoas chegam na nossa vida fazendo presença, ocupando espaço, querendo ser notadas. Ela não. Ela simplesmente existe, e de algum jeito isso já basta para mudar o ambiente inteiro. É como se houvesse alguma coisa nela que não precisasse pedir atenção, porque a atenção simplesmente vai até ela.

E eu gosto de olhar para ela.

Não daquele jeito apressado de quem olha só para admirar. Eu gosto de olhar como quem tenta entender. Como se houvesse alguma coisa escondida atrás dos olhos dela que eu ainda não consegui alcançar completamente. E talvez seja justamente isso que me prende. Ela não parece inteira na superfície. Existe sempre alguma coisa acontecendo por dentro, mesmo quando ela não diz nada.

Às vezes eu fico pensando no quanto alguém pode caber dentro de um olhar.

Porque quando olho para ela, não vejo só o rosto que eu gosto, o sorriso que me desmonta ou os pequenos gestos que talvez ela nem perceba que faz. Eu vejo uma história. Vejo tudo aquilo que ela precisou ser para chegar até aqui. Vejo a parte doce, a parte cansada, a parte que ainda acredita nas coisas mesmo depois de ter motivos suficientes para não acreditar mais. E talvez eu goste dela justamente por enxergar essas contradições.

Ela consegue ser forte sem parecer dura.

Consegue ser doce sem parecer frágil.

E existe alguma coisa nisso que me faz querer ficar perto.

Não para consertá-la, porque eu nunca achei que ela precisasse ser consertada. Talvez seja o contrário. Eu só queria conhecer as partes dela que quase ninguém conhece. As coisas que ela pensa quando está sozinha. O que passa pela cabeça dela quando o mundo fica quieto. Os medos que ela esconde atrás de um sorriso. As coisas pequenas que fazem o coração dela ficar leve.

Queria saber o que ela vê quando olha para o céu sem motivo.

Queria saber qual lembrança ainda mora nela mesmo depois de tantos anos.

Queria saber quais sonhos ela abandonou pelo caminho e quais ainda guarda em segredo.

Porque gostar dela, para mim, nunca foi simplesmente gostar da presença. É querer atravessar a superfície.

E talvez esse seja o perigo.

Quanto mais eu olho, mais fundo parece.

É como se eu mergulhasse nos olhos dela sem perceber que estava deixando a margem para trás. E quando percebo, já não estou mais tentando entender quem ela é. Estou apenas ali, dentro daquele sentimento estranho de querer conhecer alguém sem precisar transformar isso em posse.

Eu não quero que ela seja minha porque eu não acho que pessoas devam pertencer umas às outras.

Eu quero que ela escolha ficar.

E existe uma diferença enorme nisso.

Porque se um dia ela olhar para mim e decidir permanecer, eu quero que seja porque encontrou em mim um lugar onde não precisa diminuir nenhuma parte de quem é. Quero que ela possa chegar cansada, confusa, feliz, perdida, exagerada, silenciosa, e ainda assim sentir que pode ser exatamente quem é.

Talvez seja isso que eu sinto quando penso nela.

Não é só vontade.

Não é só saudade.

Não é só encanto.

É uma espécie de paz inquieta.

Como se alguma parte de mim tivesse encontrado alguma coisa que não estava procurando.

E talvez eu nunca consiga explicar exatamente o que existe nela que me faz sentir assim. Talvez algumas pessoas simplesmente não sejam feitas para serem explicadas. São feitas para serem sentidas.

E ela é assim para mim.

Eu olho para ela e, por alguns segundos, esqueço que existe um mundo inteiro acontecendo do lado de fora.

Talvez porque, quando mergulho nos olhos dela, eu não esteja procurando uma saída.

Estou procurando o fundo.

E, pela primeira vez, não tenho pressa nenhuma de voltar à superfície.

Duas pessoas inteligentes
não conseguem se apaixonar.
O amor verdadeiro precisa de um tolo.