Nao Tente Adivinhar o que
Na sociedade capitalista, é comum que o poder esteja nas mãos de indivíduos não sujeitos a processos eleitorais.
A questão central reside na discrepância entre quem efetivamente detém o poder e quem é eleito para representar os interesses da sociedade.
É importante observar que os debates políticos geralmente se concentram nos eleitos, negligenciando a análise crítica da estrutura de poder subjacente, muitas vezes controlada por multinacionais, o que ressalta a influência desproporcional dessas corporações sobre as políticas públicas e a tomada de decisões governamentais.
Quando o coração não aguenta mais e as palavras transbordam úmidas pelos olhos, a que lugar pertenço agora?
A tristeza é ousada e mal educada, entra sem permissão, faz morada sem consentimento. Nefasta, devasta, faz o fim querer voltar ao começo, quando o amor era o único preço e ainda assim era dado de graça.
Nesses dias a poeira flutua mostrando a sujeira que me fizeram, estava ali o tempo todo mas meus olhos só enxergavam o amor, amor que hoje flutua como pó de areia, ferindo meus olhos quando venta, enquanto minha alma despedaçada apenas, tenta, tenta e tenta.
A que lugar pertenço agora que não pertences mais a mim?
A estrutura familiar se distingue por não adotar os extremos de uma ditadura nem de uma democracia plena.
Em vez disso, configura-se como uma entidade participativa, caracterizada pela interação de seus membros em um ambiente de convivência.
Nesse contexto, a igualdade de dignidade entre os integrantes não implica na igualdade de autoridade; os adultos assumem responsabilidades inerentes à condução e orientação das crianças, estabelecendo-se, portanto, uma hierarquia de poder.
A presença de uma estrutura de subordinação delineia essa dinâmica, assegurando a necessária organização e direção na tomada de decisões.
Ademais, embora a amizade entre os membros seja valorizada, a camaradagem não é considerada indispensável, evidenciando-se a preeminência de laços familiares fundamentados em princípios de respeito e responsabilidade mútuos.
Às vezes, vou embora de mim, mas sempre volto. Não há lugar mais seguro e tranquilo que o meu interior.
Quando você aprende a não colocar expectativa nas pessoas, você consegue enxergar no final quem continua segurando suas mãos; e quem se vai por sua utilidade ter chegado ao final...
E no fim, o que sentimos é alívio.
Sereno e calmo é o amor
paciente espera sem tempo e sem pressa
não perde a crença acredita
que a vida trará quem se espera
para assim por fim amar seu amor como recompensa
As questões identitárias frequentemente não atraem o público popular porque são apresentadas de maneira distorcida, priorizando a "lacração" em vez de políticas públicas concretas.
Propostas claras, como as voltadas para mulheres, poderiam ser bem aceitas pela população pobre e despolitizada, mas é essencial tratá-las dentro de um contexto político mais amplo, evitando que sejam apenas disputas de posição.
A resposta é
Sobre as escolhas
Que você fez
Em sua vida
Não sobre as que você fez
Para agradar os outros!
Não adianta as pessoas falarem para você que Deus fará um milagre. Você precisa dizer para si mesmo
"Amizade não é um vínculo entre duas ou mais pessoas; é o vínculo delas com algo maior — que as une".
Credo é algo que não se brinca
mas taí
kuat quer dizer muito mais
que uma mera palavra
e ainda assim, se bebe
"Enquanto você for o que os outros querem que você seja, você não será ninguém. Seja aquilo que quer ser sem medo, esse é o seu verdadeiro eu" é um poderoso convite à reflexão sobre nossa identidade e autenticidade. Em um mundo onde as pressões sociais e as expectativas externas frequentemente tentam moldar nossas vidas, essa frase nos desafia a olhar para dentro de nós mesmos e encontrar quem realmente somos.
Muitas vezes, buscamos aceitação e segurança na conformidade. Moldamos nossas ações, comportamentos e até mesmo nossos sonhos para agradar os outros e nos encaixar em padrões estabelecidos. No entanto, essa conformidade vem com um custo alto: a perda de nossa essência e individualidade. Quando vivemos de acordo com as expectativas alheias, negamos a nós mesmos a oportunidade de descobrir e viver nossa verdadeira identidade.
Ser o que os outros esperam que sejamos pode nos proporcionar uma sensação temporária de pertencimento, mas essa aceitação é frágil e ilusória. A longo prazo, nos sentimos vazios e insatisfeitos, presos em uma vida que não é verdadeiramente nossa. Estamos, na verdade, vivendo a vida de outra pessoa, e não a nossa própria. Essa desconexão interna leva a frustrações e arrependimentos profundos, pois sabemos, em algum nível, que estamos desperdiçando nosso potencial e nossa autenticidade.
Por outro lado, abraçar quem realmente somos, sem medo, é um ato de coragem e autoconhecimento. Esse processo pode ser desafiador, pois envolve questionar normas, desapontar pessoas e enfrentar críticas. No entanto, é nesse caminho que encontramos nossa verdadeira vocação e paixão. Quando nos permitimos ser autênticos, a vida ganha um novo sentido. Experimentamos uma sensação de realização e paz interior que somente a autenticidade pode proporcionar.
Portanto, a mensagem central dessa frase é um chamado à introspecção e à liberdade de ser quem realmente somos. É um lembrete poderoso de que nossa verdadeira identidade não deve ser moldada pelos outros, mas descoberta e abraçada por nós mesmos. Ao vivermos de acordo com nossa verdadeira essência, não só nos tornamos alguém, mas nos tornamos a melhor versão de nós mesmos. A autenticidade nos libera para viver uma vida plena, rica em significado e verdadeiramente nossa.
