Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem
Quando o Silêncio Fala
Não tenho medo dos barulhentos; tenho medo dos silenciosos, pois é no silêncio que enxergamos nossos dragões.
Tenho tendência para o impossível, tudo o que é provável não me satisfaz , não choro quando devo, apesar de muitas vezes ter motivos.
Disfarço insegurança com um sorriso ...
Sinto me inconstante, as fazes da vida muitas vezes não são as melhores..
A rotina causa me ansiedade..
Aprendi a amar mais que tudo a verdade, a mentira repudia me de forma inexplicável não peço a ninguém para que goste das minhas palavras.
Posso não escrever o que julgas por mais certo, mas não posso agradar a todos...
Sou julgado por pessoas que amo por me expressar desta forma.
Mas nem tudo o que escrevo tem a ver comigo, é apenas uma forma de expressão..
Não escrevo para que me batam palmas, nem mesmo para ser um escritor..
Quem não gosta não lê, a leitura também não é uma virtude para incultos e também de alguns cultos...
Para mim é uma boa terapia..
O impossível para muitos é caminho mais fácil para o provável..
Sérgio Soeiro
Rimo por dó
da palavrinha se sentir só.
Tenho medo que ela se ache incapaz, que não mereça ninguém mais.
Um oi sem resposta?
Ah,comigo não!
Aqui ela dá a mão,
e se tripudia no palavrão
bosta.
Tenho tentado ser o mais reservada possível, inclusive com aquilo que sinto. As pessoas não me compreendem e não estou me vitimizando, estou dizendo que eu não consigo com que as pessoas dêem crédito ao que falo. Decidi me retrair e tentar lidar sozinha com tudo que sinto.
Meu silêncio é perigoso porque ele é a resposta para quem não presta atenção em mim.
"A falta que você me faz, traz uma dor que não se vai.
As lembranças que tenho com você, cada uma delas queria reviver.
Viver outra vez, como se fosse a primeira vez.
Mas quando lembro que nunca mais te verei, o desespero me toma conta outra vez.
Às vezes me pego pensando, o que estaríamos agora conversando.
Penso que estaríamos nos olhando, e sobre nosso futuro, juntos falando."
Não tenho um passatempo predileto,
prefiro ignorar esta alusão. O tempo não existe simplesmente, fomos nós que lhe demos esta função. Nas horas de sossego e de regalo, não ligamos em contar a sua ação. O tempo é uma vítima do descaso, dos homens que não perdem a razão.
Não sou cristão nem ateu, sou poeta!!!
Não tenho cor nem ideologia
Não sou a favor da morte
Nem a favor da vida, sob a pena capital
Da neutralidade e da covardia
Se julgo as razões de outrem
Faço isto à revelia...
SOBRE A AMIZADE.
Não tenho dúvida sobre o valor superior da amizade, com relação ao amor romântico. Não se trata, portanto, de sexualidade, nem de gênero, os sentimentos são desenvolvidos pelas afinidades que existem entre as almas afins. Contudo, quando acontece entre sexos opostos, a amizade, muitas vezes, quase sempre é confundida. Isto ocorre pelo poder da cultura, homem e mulher devem nutrir apenas sentimentos românticos uns para com os outros.
Todavia, quando acontece uma grande amizade entre sexos iguais, tanto entre dois homens quanto entre duas mulheres, percebe-se, no entanto, que a amizade supera o amor romântico, tanto em força e maturidade emocional quanto em vigor moral, a paixão que une duas pessoas de sexos opostos. Não raro, relacionamentos assim, quando são desfeitos tornam estas duas pessoas, outrora apaixonadas em ferrenhos inimigos.
A história e a literatura nos revelam, que com as relações de amizade não acontece a mesma coisa. Dizem até, isto alguns bons poetas, que a amizade é “um tipo de amor que dura para sempre, ” não vamos, contudo, aceitar de pronto esta afirmação romântica. Algumas boas amizades já foram desfeitas, mas nunca com a mesma paixão com que se desfazem os relacionamentos românticos.
Pensando sobre isso, me veio uma expressão de outro poeta, ele diz: A amizade é tão sublime que podemos afirmar, que se trata de um tipo de amor angelical, poderíamos dizer, sem exageros poéticos, e isto encontrará consenso entre as pessoas afortunadas que chegaram a conhecer e usufruir uma verdadeira amizade, que a amizade é o amor romântico que existe entre seres assexuados, entre anjos, entre seres evoluídos, especialmente para quem entende desta forma.
Meu pai Herói.
Meu pai se chamava Heleno Francisco do Carmo, não tenho dele muitas lembranças, ele morreu quando eu tinha onze anos, contudo, guardo algumas lembranças, sobretudo da época em que ficou doente. Meu pai era um homem muito forte, um trabalhador exemplar. Era um lavrador, homem que cuida da terra, ele próprio tinha um pequeno pedaço de terra, por onde passava um riacho, terra fértil, onde plantava cana e milho e melancia. É disso que me lembro bem, também plantava bananas.
Não sei dizer se meu pai era um homem triste, se tinha crises existenciais, talvez fosse muito feliz, pois tinha uma bela família e uma linda esposa, honesta e trabalhadeira. Lembro-me da sua relação com minha mãe, eram felizes, combinavam em quase tudo, ambos desejavam que seus filhos estudassem para não serem analfabetos como eles eram. Meu pai era alto e moreno, tinha ombros largos como eu, era um homem bonito, mas não me recordo que alimentasse alguma vaidade nem vícios. Trabalhava incansavelmente para sustentar sua família, grande para os padrões atuais.
De domingo a domingo ele sempre repetia sua rotina; acordar cedo e ir ao trabalho, além de suas próprias lavouras, milho e feijão, ele ainda trabalhava de meia ou para outros produtores rurais. Meu pai era homem temente a Deus, pelo menos é essa a impressão que tenho até hoje, pois sempre ia à missa aos domingos de manhã, com toda família, mas ao voltar pra casa, logo depois do almoço, ia ao trabalho, cuidar de um pequeno e produtivo roçado, que ficava perto de casa, meu pai só retornava à noite com um feixe de cana nos ombros.
Éramos oito filhos, cinco homens e três mulheres, minha mãe ficou grávida de uma menina quando meu pai faleceu. Foram seis meses longos, a duração da doença fatal de meu pai. Meu pai nunca ficava doente, era como touro, todos os homens o invejavam por seu físico e por sua moral. Mas todo herói fatalmente sucumbe no final da epopeia. Meu pai tinha chagas desde adolescência. Fora picado por um barbeiro, na região onde foi criado esse inseto fez muitas vítimas, e a medicina não tinha os meios para prolongar a vida dos seus pacientes. Meu pai só veio manifestar os sintomas da doença aos quarenta anos, foi avassaladora sua enfermidade, em seis meses apenas ele veio a óbito.
Minha mãe foi uma guerreira e fez tudo que pôde e o que não pôde para salvar a vida do seu amado. Lembro-me com muita tristeza, de uma vez que eles voltaram de uma cidade próxima; aonde eles foram, em busca de uma nova forma de tratamento, mas não havia muito que fazer, meu pai estava com o coração muito comprometido, estava rejeitando os remédios, e não havia nenhuma esperança de cura ou de melhora, ele vivia muito cansado, e minha mãe passava longas noites ao seu lado. Nós éramos muito pequenos, mas já compreendíamos que nosso herói estava condenado à morte trágica. Logo se agravou seu quadro, minha mãe teve que o internar no hospital público de nossa cidade, onde foi bem cuidado, mas em poucos dias, ele já demonstrava fraqueza extrema, não se alimentava e as injeções que tomava não causavam mais nenhum efeito paliativo, então meu guerreiro pediu para morrer em casa, pedido que fora atendido pelos médicos dele, minha mãe o levou pra casa, mas meu velho não aguentou a pequena viagem de pouco menos de três quilômetros, faleceu nos braços de minha mãe dentro da ambulância.
Essa é mais uma das inúmeras tentativas que faço, para escrever sobre meu pai. Sei que daria um belo e humano romance, todavia nunca serei capaz de levar a cabo esse projeto, é doloroso demais para mim, pois a dor e o trauma da sua ausência em minha infância ainda são deveras penosos para mim.
EVAN HENRIQUE
Tenho filho mais que especial, não mais especial que os outros, mas especial por ser único, singular em seu modo de viver. Este filho que ainda me chama de paizinho apesar de ser um homem vigoroso e forte, com fibras morais que não herdou apenas de mim, foi a junção de duas almas ternamente apaixonadas que o formaram.
Ele é a materialização do amor em nossas vidas,
a certeza de que sonhos se realizam.
Sua mãe e eu ainda o tratamos como uma criança, e a ideia de que ele precisa enfrentar este mundo cruel e injusto
provavelmente em pouco tempo sem a nossa dedicação diária me assusta. Tenho medo de que alguém lhe faça algum mal, que não lhe trate com o respeito que dispensa a todas as pessoas com que tem relação.
Ele desperta sentimento paternal mesmo em pessoas que ainda não tiveram seus próprios filhos, ouvimos diariamente amigos dizerem que só teriam um filho se
pudessem saber de antemão que lhe seria igual.
Este filho que agora fará vinte anos, com sonhos e conquistas em curso, me faz enxergar o mundo com alguma expectativa boa. Vale a pena viver, constituir e preservar uma família, mesmo num mundo onde o imprevisto pode nos tirar a paz e a alegria.
A soma de todas as experiências pode ser a conclusão de que o mundo pode até não ter o objetivo, mas o amor sempre terá. Vejo-o crescendo, tomando posição no mundo e construindo seu próprio universo, uma alma de altíssima sensibilidade e inteligência.
Aos vinte anos geralmente, para quem não se adiantou ao tempo e à natureza, é a idade ideal para se apaixonar e para se descobrir prazeres especiais que só o amor recíproco pode oferecer.
Me lembro com forte emoção a canção de Fagner, onde ele canta "um rapaz novo e encantado com vinte anos de amor," construindo castelos e oferecendo estrelas para sua amada.
Evan Henrique, quanta honra me foi concedia em ser teu Pai
Coisas do amor, não são fáceis de entender.
Mas com você não tenho medo de perder
A discussão é sempre proveitosa
Você é a rosa, eu sou manjericão.
Na vida e na arte, somos duas partes
Em plena harmonia
À noite somos luz nas trevas um do outro
Abrigo, cais e porto
De dia o sol traz esperança
Então somos criança
Canção e poesia
Eu preciso de ajuda
estou desesperado
não tenho onde morar
estou desempregado.
Eu entendo o que sentes
eu também já passei
por momento ruim
tenha fé meu irmão
todo mal tem seu fim.
As crianças em casa
não têm o que comer
e com todos que falo
agem como você
até mostram que sentem
muita pena de mim
dizem pra eu ter coragem
mas não ajudam ao irmão
e pedindo licença
mudam de direção.
Eu consigo te ver
sei da luta que travas
contra um mal sem remédio
vejo o abismo em teus olhos
e o fantasma do tédio.
Não é fácil viver
neste mundo cruel
onde tantos têm muito
outros como você
bebem a taça de fel.
Ontem um homem me disse
que era amigo de Deus
que eu ficasse em paz
que a vida é assim
é destino traçado
por um pai criador
que pra uns dá riqueza
e pra outros o amor
me mandou ter coragem
pra enfrentar minha dor.
que eu tivesse mais fé
que com certeza
ele ia orar por mim
que apesar de eu ser pobre
era dele um irmão.
Respondi com franqueza
e uivei como um cão
não quero piedade
nem tão pouco oração
meus filhos têm fome
eu preciso é de pão.
Um blues para iranete
Ó baby não se canse
Não pare de escutar
Eu tenho muita história
Que quero lhe contar .
Nasci no fim do mundo
No averso do planeta
A lua não existe
O sol já não esquenta.
Lá não tem mar nem sal
A chuva é escassa
E o fruto colossal
Na mesa é a pimenta.
Então você pergunta
Como fugi pra cá
No entanto não se espante
Com o que eu vou falar
Peguei carona às cegas
No rabo do cometa
Que de cem em cem anos
Sempre passa por lá.
O outro é fazendeiro
Mas não sabe plantar
O seu humor é ímpar
De fato é singular
Difícil é ouvi-lo
E o riso segurar.
É homem organizado
Que não perde o padrão
Pra gente como eu
Mantém a porta aberta
Também seu coração.
O baby não se canse
Não pare de escutar
Eu tenho outra história
Que quero lhe contar
Eu encontrei um homem
Na por da Igreja
Me disse estar com fome
Sem teto uma tristeza
Lhe ofereci comida
De pronto recusou
Falou com arrogância
Na vida eu sou doutor
A vida é bolo amargo
Sem cereja 🍒
Não quero piedade
Prefiro uma cerveja 🍺
O baby não se canse
Não pare de escutar
Eu tenho outra história
Que quero lhe contar
Eu era um anjo torto
Estava quase morto
Quando te conheci
Você me deu guarida
Amor, casa e comida
Curou minha ferida
Me fez até sorrir
Oh Baby não se canse
Não pare de escutar
Eu tenho outra história
Que quero lhe contar...
Agora chega hora
Que devo confessar
O meu amor por ti
É brilho estelar
É um piscar de olhos
De Deus na eternidade
Com reciprocidade
Jamais se apagará.
Eu sei
Eu sei,
que você é tudo que tenho,
e não há engenho intelectual quando digo isso.
Ao acordar, quando lhe sirvo o café,
sinto que o dia só começa
quando seu olhar repousa em mim.
Ah, meu anjo,
minha sorte,
meu guia neste escuro existir.
Quis voltar ao poeta simples de outrora,
livre do peso das palavras pensadas,
mas já não sei ser sem sentir.
A malícia que não
tenho por mim
há um alguém que
sempre dá conta,
O pacto é com Baíra
que na ponta
dos pés vai atrás
de quem merece
e até nos sonhos
por mim persegue.
Na noite de céu aberto
no Hemisfério Celestial Sul,
Não tenho dúvida de ver
dois Camarões como
a Astronomia dos Tarianas
também os vê,
E a qualquer hora do dia
e da noite nos teus
olhos vejo constelações
que me fazem todos
os dias me apaixonar por você,
Mesmo que ainda
não me veja o coração
se encarrega de tudo o tempo
todo para que venha perceber
o quê a poesia anda fazendo
a parte dela do futuro escrever.
Não tenho prática para executar todas as atividades em meu meio de trabalho.Mas tenho a vasta experiência de ter os melhores profissionais em minha gestão.
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