Nao tenho o Direito de Magoar Ninguem

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O grande inimigo da verdade não é muito frequentemente a mentira (deliberada, controvertida e desonesta), mas o mito - persistente, persuasivo, e não realista.

John F. Kennedy
Discurso na cerimónia de formatura na Universidade de Yale (1962)

Perdoe sempre seus inimigos, não há nada que eles odeiem mais.

Você já foi selvagem aqui uma vez. Não deixe que eles lhe domem.

Afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. E o mais independente. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido. Ter afinidade é muito raro. É conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas, quanto das impossibilidades vividas.

Artur da Távola

Nota: Trecho de um texto do autor.

O tempo traz
O tempo tira
O tempo falta
O tempo vigora
O tempo voa
O tempo não passa
O tempo é favor ou contra
Conforme a hora.

Saltarei muralhas, vencerei gigantes! A minha força vem do Senhor! Sempre estás comigo... eu não vou temer!

Eu não gosto mais dele.
Mas aí, eu faço questão de pensar nele e falar dele todos os dias. Só pra não perder o costume...
Só pra ter em quem pensar...

Se eu perder minha capacidade de criticar serei uma serva da teoria e não uma serva da humanidade.

Mesmo que você não se importe,
eu me importo com você...

A vida pode ser dramática para qualquer um; não é preciso ser viciado em drogas ou poeta para experimentar sentimentos extremos. Você apenas precisa amar alguém.

A outra mão dele, a livre, está ao alcance dela. Ela sabe, e não a toma. Quer a mão dele, sabe que quer, e não a toma. Tem exatamente o que precisa: pode ter.

Clarice Lispector
Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Nota: Trecho do conto Vida ao natural.

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Mas sei de uma coisa: meu caminho não sou eu, é outro, é os outros. Quando eu puder sentir plenamente o outro estarei salva e pensarei: eis o meu porto de chegada.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Em busca do outro.

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Obviamente eu não quero alguém perfeito, me dá tédio só de pensar em alguém fazendo tudo certo sempre. Aprendi a conviver com as diferenças e até admirá-las. Mas, definitivamente, não aceito ter metade de alguém, ser meio amada, sobreviver de migalhas num relacionamento falido ou fadado a falência. Aliás, não quero ter nem ser de ninguém. Quero algo além desse sentimento de posse, quero a entrega todo dia, por vontade própria. Sem contratos de amor eterno. Que o meu alguém tenha mil defeitos, seja o oposto de todas as minhas idealizações, mas que me ame com o coração e a alma, me respeite, cuide de mim, me proteja. Sem sufocações, sem pressões, um amor leve e sem cobranças. Que a gente não criasse vínculos de dependência, mas que o nosso vício fosse nós.

Se não consegues que em tua vida sejam boas as tuas atitudes, cuida que sejam boas as tuas palavras.

Melhor é ser um bom hipócrita do que um completo errante.

Uma flor acaso tem beleza?

Tem beleza acaso um fruto?

Não: têm cor e forma
E existência apenas.

A beleza é o nome de qualquer coisa que não existe

Que eu dou às coisas em troca do agrado que me dão.

Não significa nada.

Então por que digo eu das coisas: são belas?

(Alberto Caeiro)

Fernando Pessoa
O Guardador de Rebanhos

Se eu sou uma geladeira de tão fria você deve ser um pinguim porque mesmo assim não sai de cima.

Quando não se pode fazer tudo o que se deve, deve-se fazer tudo o que se pode

Já que eles (governo) não pensam na gente, vamos a gente pensar na gente e, nas pessoas que a gente ama, porque no final das coisas, é isso que vale.

Guardo carinhosamente a promessa da sua visita. Que não fique apenas em promessa... Depressa, sim?

“Só nós dois sabemos que não se trata de sucesso ou fracasso. Só nós dois sabemos que o que se sente não se trata — e é em nome deste intratável que um dia nos fez estremecer que agora nos separamos. Para lá da dilaceração dos dias, dos livros, discos e filmes que nos coloriram a vida, encontramo-nos agora juntos na violência do sofrimento, na ausência um do outro como já não nos lembrávamos de ter estado em presença. É uma forma de amor inviável, que, por isso mesmo, não tem fim.”