Nao sou a Mulher Perfeita sou eu

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Sou consequência da causa dos outros.

Para os justos sou o sucesso, para os trapaceiros o fracasso!

⁠Sou boa em rir da vida, rir dos problemas e rir de mim mesma. Tenho riso fácil para coisas boas que me acontecem e também para as besteiras que faço.
Sorrio abertamente para que todos possam se contagiar com a minha risada e meu jeito "meio sei lá" de ser.

Alieno no "socialismo democrático" para retirar vantagens..Sou Capitalista nato, caros companheiros.

Sou um homem rico
Sou um homem milionário
Porque na conta do meu coração
Está cheio de amor e paixão

Quero pedir desculpas por ser assim, do jeito que sou, perfeccionista de querer tudo perfeito, tudo correto. Acabo gerando expectativas achando que estou fazendo o melhor, e talvez não esteja, querer agradar e nem estar agradando, desculpe mesmo, tem momentos que realmente caio na real, de que preciso mudar, pois querer fazer para os outros os que eu gostaria que fizessem comigo e ficar esperando essa resposta sem nem saber se realmente estou fazendo algo legal, agora nesse momento só queria chorar, chorar bem muito e pedir a Deus para não sofrer com essas coisas e conseguir ser indiferente a qualquer situação que me aconteça, e ser grata ao que me acontecer e retribuir o que de fato merece ser retribuído. Me desculpe mesmo, por eu ser assim, esse poço de sensibilidade, sem capacidade nenhuma de entender minhas próprias emoções. Prometo que irei mudar, só não posso dizer que será logo, será um processo de transformação, mas irei tentar.

Sou religiosa e acredito que o meu anjo da guarda sempre me ajuda nas adversidades.

I — Solitário Conhecido

Sou um romântico
no estilo dos anos 50…

preso em uma geração
rápida demais
e profunda de menos.

Enquanto dizem que
viver
é diferente
de estar vivo…

eu sobrevivo.

Respiro…

sendo apenas mais um
solitário conhecido.

E me pergunto:
será que é isso?
Meu destino é este?

Porque ficar sozinho dói…

mas amar
consegue ser
ainda mais difícil.

Às vezes eu acho
que as pessoas se apaixonam por mim
antes mesmo
de me conhecerem.

Não se apaixonam
por quem eu sou.

Se apaixonam
pela versão silenciosa
que projetam em mim.

Mas não veem
a mente que não desacelera.

O cansaço de quem
organiza o caos
todos os dias.

E quando percebem
um pouco da tempestade
que mora aqui dentro…

vão embora.

Ou simplesmente
escolhem
não entender.

Mesmo assim
algo em mim
insiste em acreditar:

Em algum lugar
deste mundo imenso
alguém há de me encontrar.

Talvez ela esteja por aí…

tentando me encontrar
do mesmo jeito
que eu estou aqui
tentando encontrá-la.

Mas às vezes
o tempo pesa.

E eu temo
que quando nossos caminhos
finalmente se cruzarem…

eu já tenha aprendido
a viver
apenas na imaginação.

Mesmo sabendo
nome
e sobrenome…

o caminho até ela
ainda se perde
na névoa.

E foi na imaginação
que eu construí
minha casa.

Uma casa feita
de memórias
que nunca vivi.

E foi com muito custo
que eu entendi algo curioso:

o ápice da tristeza
é sorrir.

E o ápice da felicidade
é chorar.

Estranho, não é?

Um solitário conhecido
vivendo com um sorriso
no rosto…

e chorando apenas
quando volta
para a imaginação.

Às vezes me pergunto
se não é mais fácil
assim.

Porque a realidade
custa caro.

E talvez
seja melhor

ser feliz
na imaginação

do que triste
na realidade.

Porque talvez
eu seja apenas isso:

um romântico dos anos 50
preso em uma geração
rápida demais
e profunda de menos.

E talvez seja assim
que tudo acabe:

um solitário conhecido
apaixonado por alguém
que talvez exista…

ou talvez
só exista
dentro de mim.

Sou apenas uma consciência individual tentando se entender enquanto observa uma humanidade que ainda não se entendeu.


Nem toda riqueza
Se compra a simplicidade
E nem todo ouro tem o preço desse chão
Sou simples e disso me orgulho
Só o amor sabe o valor, que tem o coração!
Isso aqui é meu tesouro
É onde eu chamo de lar
Humildade nunca me faltou e nunca vai faltar
Não tive muitas oportunidades
De aprender a ler e escrever
falava apenas meu nome
Outras coisas nem podia dizer
Desde criança eu trabalho
Para poder sobreviver
Sou de uma família muito pobre
Isso não tenho vergonha de dizer
Tenho orgulho de onde vivo
Tenho orgulho do sertão
Casa de barro, fogão a leinha, panela preta com feijão
Todas essas simplicidade, é que alimenta a humilde em meu coração.

Sou o território soberano mapeio as trilhas de cada anseio selvagem, pois sei que domar a matilha não é silenciá-la, mas caminhar à frente dela sob razão.

Quão tolo sou!
mesmo o tanto que observei as atitudes das pessoas embaixo do céu, mas mesmo assim acabo apaixonado como todos!


quanta ira sinto! meu amor sendo seduzido por pessoas que possuem labios doces como mel, mas no final é tão amargo quanto a babosa!


Oh por que fui sentir paixão por aquela pessoa? oque ela fez por mim? porque amamos? para que amamos? Não entendo porque dói tanto amar sem ser amado, é como ser uma planta que ama o sol mas o sol nem se quer sabe de sua existência!

Sou mais honesto quando assumo que tenho um Diabo, do que quando o acuso de ser algo externo.

Na pele sou sombra; no toque, sou incêndio.


Naldha Alves

Como quem protege um jardim.


Sou passo leve, atento ao detalhe escondido,
Guardo o mundo nos olhos, nada passa esquecido,
Cuido das palavras como quem protege um jardim,
E no silêncio dos gestos, revelo quem sou em mim.


Carrego a verdade como um peso sagrado,
Não sei vestir mentira, nem fingir outro lado,
Minha voz não negocia com atalhos ou ilusão,
É reta como estrada aberta no meu coração.


Prefiro o caminho difícil que me deixa em paz,
Mesmo quando o erro é fácil e o certo custa mais,
Escolho o que é justo, ainda que doa escolher,
Pois sei que é no caráter que aprendo a viver.


Mas perto dela eu perco o controle que construí,
Minha razão se desfaz no desejo que senti,
Não confio em mim mesmo quando estou ao seu redor,
Pois o querer me domina… e eu me torno algo maior.


Os meus lábios querem o seu.
Quero chegar perto, esse sou eu.
Meu corpo se expressa sem ter achado voz.
Querendo ficar tão perto que não tenha nem ar entre nós.

Sou Capoeira da Tribo de Judá.


Sou Capoeira sou,
Sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir, para brincar,
Sou Capoeira; da Tribo de Judá.


Seja bem vindo irmão de coração,
Por gentileza, aperte a minha,
Vamos saudar o mestre do berimbau,
Vamos fazer uma rodada genial.
Aqui estou irmão para brincar, Sou capoeira da Tribo de Judá.

Sou Capoeira sou.


É , É, É, É.


Sou Capoeira sou, Sou Capoeira, sou Capoeira, da Tribo de Judá.
Do Alvoredo eu vir para brincar, Sou Capoeira da Tribo de Judá.
Sou Capoeira sou, sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir para brincar, Sou Capoeira da Tribo de Judá.


Seja bem-vindo irmão de coração,Por gentileza aperte a minha mão. Vamos saudar o mestre do berimbau.
Vamos fazer uma rodada genial.
Aqui não tem disputa e nem valentão, só temos Cristo em nosso coração.


Sou Capoeira sou, Sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir para brincar.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.


Sou Capoeira sou, Sou Capoeira.
Sou Capoeira da Tribo de Judá.
De Salvador eu vir para brincar, Sou Capoeira da Tribo de Judá.

Sou feliz!
Grite bem alto — para o mundo ouvir — e, principalmente, para aqueles que tentaram arrancar de você a pureza da alma, mascarando-se com uma fantasia de benevolência e bondade.
Sorria… porque as máscaras sempre caem. E a bondade fingida, essa bondade bandida, se revela como o sol nascente: lenta, mas inevitável.
Então, sem medo e sem reservas, diga novamente: Sou feliz!

Sou luz, sou forte, sou inteira.

Sou um pássaro obscuro, voando atravez das trevas .