Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
Não diga que acabou
Se ainda está teu cheiro grudado no cobertor
Sei que sou maloqueiro
Mas o que eu sinto é amor
Não diga que acabou
Sou negro sim e não nego minhas origens foda sé os brancos e suas raízes pois os negros sobretudo e contra todos sobrevivem não tem racismo q nós afligem pois a nossa cor é ivenjada até pelo altíssimo senhor....
Tudo oque sei, é tão somentemente; porque penso que sei...
Mas não sei nada, de coisa alguma.
Sou meramente...
Meus erros não definem quem sou. Até as noites mais escuras escondem bons sonhos.
Livro Sinto Muito, Meu Amor.
Sou escritora e modelista. Se o mundo da escrita não der certo para mim, o mundo da costura e da moda me espera de braços abertos.
" Não sou o mais certo , e nem estou errado, não vivo pra agradar a sociedade , mais para agradar a Deus "
Não sou aquela menininha perdida no bosque que um dia fui, caprichos emocionais não me compõem mais, coisas banais há tempos não me satisfaz.
Aprendi a rugir como leoa, afaste se! Sem reticências dessa vez. Ponto final.
SONETO DO FAZ DE CONTA
Agora vou fazer de conta que sou poeta
Hoje a melancolia, não terá a rima certa
O céu alvoreceu poético e com harmonia
E em meu dia tudo será somente poesia
A minha existência não é mais só o eu
Cada verso trará o laço, o meu e o seu
O que outrora era somente ociosidade
Agora, o som da vida, é pura realidade
O silêncio deixei na solidão, no canto
Não sabia onde estava, para onde ia
Eu só queria um sentido, algum valor
E na busca de um pouco de acalanto
Parecia que o fado, gargalhava e ria
Até tu chegar, com o generoso amor...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
11 de novembro de 2019 – Cerrado goiano
Asas ao Sol
Quando te olho sou menina
São as asas que me faltam
É o ar que não respiro
Avalanche de loucura em que me acho
E um pânico pueril do primeiro dia
Do primeiro beijo
Alegria esquisita de querer e não querer
Um temer sem se provar
Semear sem ter certeza do que brota
Quando você chega nada termina
Tudo é começo
Tudo é mar e brisa de primavera
Alto-relevo da sensação que não descrevo
Não me atrevo
Os pés que não se movem
A boca que não cala e se cala sem cessar
Quando você está eu permaneço
Quando você sorri
Esqueço que me faltam asas
E saio a voar
Quando crio felicidade só para mim, não sou feliz. Aliás, não existe felicidade única, exclusiva. Existe felicidade coletiva, sou feliz quando proporciono a minha felicidade e a das pessoas
Não sou contra a utilização de automóveis. Só luto por uma cidade na qual as pessoas possam usá-los por opção e não por falta de.
Espero que não pense que sou um monstro por escolher minha vida, ao menos uma vez. Foi preciso deixar meu sonho e meu amor morrerem para que eu percebesse que ainda estava viva. Só sei que não posso continuar naquela personagem, aquela versão mal-acabada de mim, um zumbi que se perdeu. Tudo o que preciso é de uma chance de sair desse beco no qual me encontro. Entenda, há coisas que, depois que descobrimos, nunca mais nos deixam voltar atrás. Não é como se você pudesse esquecer aquilo o que aprendeu.
