Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
Não sou feliz, estou feliz;
Não sou triste, estou triste;
Não posso ser feliz ou triste pois ambos sentimentos vem e vão. São estados de espírito não permanentes.
Às ondas do mar me entrego
E não nego
Sou apaixonada pelo mar
E ainda maior é a paixão pelo MAR de aMAR!
QUEM SOU NESTA FILOSOFIA?
(19.11.2018)
Não tenho medo de ver
A verdade em mim,
Através da alma, que traz o amor,
Cuja a alegria é de forma plena.
E por mais difícil a caminhada,
A comunicação com meu EU
Jamais se perderá no tempo,
Muito menos no espaço e existir.
Quem sou nesta filosofia de vida?
Considero a seguinte resposta:
Um poeta revestido de humanidade!
No qual se complementa nas palavras.
Verso em todas as páginas,
Pelas quais buscam a luminosidade.
Por isso, o sol do amanhecer,
E a lua da noite, trazem a liberdade.
"Por que falas de mim?
Se não sabe quem sou
Me fere, me magoa
Pelo simples fato da minha cor
Não escolhi ser negro
Mas sou com amor
Teu racismo me deixa forte
Para ser o que sou
Luto pelos meus direitos
Para acabar com a dor
Não quero ser maior
Nem tão pouco ser menor
Pois somos cria de um criador só."
Você está aonde?
no caminho que escolhi não tem volta ou um atalho...
deveria ser mais forte, sou apenas frio.
deveria te surpreender, mas é meu silencio.
Quando navegar não é preciso
Sou barco, à deriva,
levado pelas ondas,
ao gosto das marés,
de forte correntezas.
Sou barco sem amarras,
em vasto mar aberto,
em águas de oceano,
deserto de certezas.
Sou barco desgarrado,
em risco de naufrágio,
desejando alcançar,
da alma, as profundezas.
ANÓDINAS
O que sou?
Sou um cão
Um grão
Um não
Um tudo
Um nada
Nada é talvez
Tudo é talvez
Mal-passado
Passado o mau
Peço anódinas
Quentes, frias, mal-passadas
Mas que cheguem depressa
Pois a depressão inútil e controversa
Está aqui, latente
Dentro de mim ou em forma de gente
Cercando minha casa de palha
Meu jardim de plumas
Meu viver de sonhos.
O que sou?
Um fruto de um ventre
Um soprar de um vento leste
Uma ponta de icebergue
Uma semibreve
Preliminar de uma vida seca
Linha torta desenhada pelo tempo
Que caleja e que ensina
Que somos o que não querem
Que fomos o que queriam
Seremos uma pergunta [sempre]
Quem sou?
A tépida face que gargalha
A funesta sílaba de uma fala
A sábia águia a voar
Na vastidão de mil tormentos
Em segundos, meses, momentos
Que voam em uníssono
Em diferentes cores e firmamentos
O grão germina
É da sua natureza
Quem enxergar tal grandeza
Há de ser sempre a tal águia
A grandeza de um grão está em sua morte
A grandeza do sim é suportar
Um simples não
Com ou sem anódinas
Passado mau
Leite derramado
Mal-passado.
Quem é você?
O que é você?
Outra luz a acender...
Já não sou mais, a boba inocente.
Cresci, vivi e vou aprendendo.
Toda uma jornada, toda uma caminhada de subidas e descidas constantes, que me fazem ver que no final, a gente só deixa de nós, no coração dos outros, o amor e a partilha. O cuidado e a preocupação.
A saúde Deus dá, Deus tira.
Mas o amor que somos, quando vamos embora, ele fica.
Desculpas aos meus pensamentos, desculpas ao nomes em vão sei que não sou digna de citar sem o consentimento, e prometo nunca mais cita lo em vão, fica aqui registrado
Não sou conhecido por pensar feridas e sim abri-las até que a pessoa caminhe por si mesma. Tarefa inglória.
Não sou chamado pra estar num canto, cantando um canto, nem fazer parte dos Khoisan ou do povo Bantu; mas sou chamado pra fazer parte d'um povo santo.
Sou Católico. Não sou nenhum Beato ou Santo não, quem me dera pudesse ser.
Mas a falta de respeito com o que é Santo; com aquilo que é Sagrado, está passando dos limites. Ainda mais sendo sustentados por pessoas sem escrúpulos, corruptas e imorais que detém o poder e que baseiam - se em leis que sempre lhes convêm, para alegarem censura e defenderem seus direitos a liberdade e expressão, sem se importarem se denigrem ou atacam a fé dos outros ou não. Tudo a qualquer preço para aparecerem na mídia e em busca de uma audiência inacabável, tendenciosa ao que é maligno e sem limites. É impressionante como as coisas acontecem e continuam a correr em círculos. É sempre assim. Mas não se esqueçam, que quando JESUS com toda sua Majestade e glória entra pela porta da frente, o diabo bate em retirada e sai pelas portas do fundo.
Não tenho vergonha de mostrar quem realmente sou, me envergonharia em dar as aparências de quem não sou...
Não sou assim,
Assim comum como você,
Nem como a grande quantidade de pessoas
Que por esse mundo andam soltas
Passando por cima umas das outras
Apenas para as magoar e quebrar,
Apenas porque podem fazer os outros chorar
Não sou aquelas de usar Maquiagem
Muito menos de fazer tipo, ou jogos de sedução…Não sou a menina dançante da festa, muito menos aquela extrovertida que será o centro da atenção.
Minha maquiagem é básica junto a minha essência e modo de ser. Sem muito a oferecer, talvez. Sem muito brilho, muitas conversas, e história de vida, mas esta, acredite, é sempre intensa e verdadeira.
Não sei fazer jogos, fazer você se envolver, imaginar cenas, falar palavras que excitam.
Não sei criar métodos que existem para que corra atrás. Não sei ignorar, simplesmente sumir. Talvez por saber como doi alguém sumir em uma conversa. Ou simplesmente por não conseguir tratar alguém assim, com tamanha frieza. Se me responder “bom dia”, lhe responderei. Se me oferecer um emoticon, irei devolver outro emoticon.
Esta sou eu.
Talvez a menina boba. Talvez a menina que nunca irá conquistar alguém com seu jeito calmo e bobo em ser.
Alguém que não é aquela a qual fará seus olhos brilharem, seja pelo visual, seja pelo brilho evidente.
Sou assim…Despercebida mas que se olhar bem perto,no coração, tem coisas boas a oferecer a quem se permite conhecer.
Não sou aquela que vai dançar no meio da noite, por insegurança com meu corpo, por insegurança de rirem, por vergonha, certa timidez. Por apesar de ser alegre não conseguir demonstrar isso em expressões corporais. Talvez irá com as mãos, os pés e um tímido ombro dançar para lá e para cá no ritmo da música.
Sou aquela que ao conversar vai esquecer várias e várias palavras, vai se perder no meio do caminho com as histórias e até sentir frio na barriga para contar.
Aquela que vai falar com as mãos. E olhar distante para lembrar os fatos para contar e nesmonassim esquecer algumas partes ao relatar.
Não sei andar com salto alto. Muito menos sou aquela mulher elegante que desfila ao passar. Sou um pouco atrapalhada, e ao mesmo tempo ando em passos longos e tímidos. Se estiver nervosa minha mão irá gelar e suar frio.
Posso parecer segura. Mas não sou. Sou tão insegura. Insegura com meu corpo, com meu modo de ser.
Insegura a ponto de nunca me achar suficiente para alguém permanecer. Na verdade está é uma realidade. Insegura a ponto de sempre me criticar.
Eu juro que tento ser alguém diferente do que sou, ou o que faço comigo, mas constantemente nos momentos que preciso, fracasso.
Eu vou mil vezes preferir olhar as nuvens, estrelas e sentir o sol ao dançar em uma balada com estrobos. Eu vou preferir escutar aquela música calma que dá paz a uma mais agitada.
Vou preferir estar em abraços a estar na agitação.
Amo sentir a calmaria da natureza. Amo conversas que fluem. E sinceridade de sentimentos onde possa me sentir segura para estar.
Tenho medo bobos. Mas reais.
Não gosto de gritos, brigas ou qualquer energia que não seja da paz e do amor. Tudo isso faz meu coração se apertar e dói. Uma angústia invade meu ser.
Sou este ser em constante crescimento e evolução. Que tem medo, que tem coração valente, que é forte e fraca ao mesmo tempo.
Que chora escondido para não incomodar ninguém. E sorri diante da multidão onde quer fazer todos felizes e ajudar onde pode.
Que está vivendo e tentando dia-a-dia não desistir. Enfrentar seus monstros internos, enfrentar o mundo que aponta e julga por ser diferente. Enfrenta a vida e tenta viver.
Sou intensidade, sou calmaria. Sou ingenuidade mas com uma tímida malícia.
Sou este ser em constante evolução.
Sou este ser que cresce e sente saudades de ser criança, mas ao mesmo tempo não sente saudades em ser inocente. Pois isso a fez sofrer já na vida.
Tem dias que sou o silêncio. E tem aqueles que sou a agitação.
Tenho meus dias nublados, mas também tenho aqueles de muito sol.
Gosto de escrever, gosto de ler, de arte e daquilo que tem alma e coração.
Gosto de observar olhares, gestos, e sorrisos. Mas quando me observam não sei como reagir. Talvez por minha insegurança que persiste em surgir.
Sou uma mistura de ansiedade com calmaria. De criar expectativas e prometer nunca mais criá-las.
Sou este ser neste meu mundo que inventei vivendo no mundo que existe e tentando descobrir como criar um modo para interligar tudo isso.
Um ser com coração de criança, corpo de mulher e mente desta mistura de idades e vida que busca ser feliz e dar o seu melhor por onde passar.
Sertão vivo!
Do sertão sou nascido
é onde me sinto bem
é meu lugar preferido
e outra terra não tem
na chuva tudo é florido
e aqui eu sou bem servido
sem precisar de um vintém.
Não sou partidária.
Mas o Faro p o q não presta.
É aguçado .
E se um dia me ver mal acompanhada foi por livre e plena vontade .
Não sou Maria e nem vou c as outras .
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