Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
E eu? quem sou? como é que me classificaram? Deram-me um número? Sinto-me numerificada e toda apertada. Mal caibo dentro de mim. Eu sou um euzinho muito mixa. Mas com certa classe.
Sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo,
Espécie de acessório ou sobressalente próprio,
Arredores irregulares da minha emoção sincera,
Sou eu aqui em mim, sou eu.
Nota: Trecho de poema presente no livro "Poesias de Álvaro de Campos", de Fernando Pessoa (heterônimo Álvaro de Campos).
...MaisDas leis, da moral e dos costumes
eu sigo o que me convém.
Sou dono de mim e meu juiz,
e considerando que não estou preso,
nem internado, nem morto,
vê-se que não sou tão mal menino assim...
... porque você só fez o impossível: Ganhou minha confiança! Eu sou um foguete espacial e seu coração é a lua... e eu estou apontando direto para você. Eu não estava olhando quando eu me esbarrei em você... deve ter sido o destino.
Achei graça na história do seu contínuo dar meu nome à filha... Que tola “heroína” eu sou! Enfim, o que vale é que é um nome normal.
"Na vida real, a maioria dos atores de cinema é uma decepção. Eu, por outro lado, sou melhor na vida real do que no cinema."
Eu sou um bocado sensível demais.
Eu sou canceriano
E meu signo ascendente é Leão
Leão luar de câncer
Louco de nascença
Filho da Bahia
Que já não faz mais
A minha cuca, minha tia
Graças aos demônios
Deuses totens meus
Eu nasci louco
Dou graças a deus
Como um anormal não durmo a noite
Não tenho mais medo
Nao sou contra a imigraçao. Mas os imigrantes só se adptarao a um país se forem incorporados culturalmente. Foi o que aconteceu nos Estados Unidos, no passado.
Os países europeus fazem o oposto ao incentivar o multiculturalismo".
Eu sou uma pessoa facilmente trocada, uma pessoa facilmente esquecida, uma pessoa que estando ou não em determinado local não iria fazer falta alguma. Sou o tipo de pessoa que tenta fazer de tudo pelas outras, e mesmo assim, um pequeno deslize, um pequeno dia em que não esteja bem, ou exploda de raiva, ou fale alguma coisa por conta de estar triste, consegue magoar os outros, o problema que ao invés dos outros ficarem tristes quem acaba ficando mal sou eu, pois importo-me com todos demais.
Monólogo de uma sombra
Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo,
Da substância de todas as substâncias!
A simbiose das coisas me equilibra.
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas,
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!
Pairando acima dos mundanos tectos,
Não conheço o acidente da Senectus
— Esta universitária sanguessuga ,
Que produz, sem dispêndio algum de vírus,
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!
Na existência social, possuo uma arma
— O metafisicismo de Abidarma —
E trago, sem bramânicas tesouras,
Como um dorso de azêmola passiva,
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.
Com um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana.
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
E com certeza meu irmão mais velho!
Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.
Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias,
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno,
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens,
Que se chama o Filósofo Moderno!
Eu sou uma pessoa intensa
É minha natureza
Entro de cabeça em tudo
e tudo deve ser incrivelmente profundo
Não mergulho em água rasa
Adoro comer pelas beiradas.
Sou desses que se digo que faço, eu faço!
Me entrego de corpo e alma
Não gosto de nada que seja mais ou menos,
meio bom, nem aquilo que dá para o gasto,
não sou de meias-palavras.
Meu jeito é falar o que sinto
o que desejo que aconteça.
A minha intensidade
não cabe dentro de uma garrafa.
Nem de rum, nem de tequila,
sou intenso e gosto daquilo que me leva
me seduz a loucura, ao prazer.
Sou assim, amo a volúpia,
talvez seja o motivo pelo qual escrevo.
Eu amo, meus desejos escrevem.
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