Nao sou a Mulher Perfeita sou eu
No silêncio das noites e no brilho do dia,
Eu sou sempre o poeta, nunca a poesia.
Sou aquele que molda com palavras e traços,
Mas nunca o que sente os efêmeros abraços.
Sou sempre o que escreve as cartas, com fervor,
Nunca o que as recebe, carregadas de amor.
Em cada linha traçada, uma parte de mim,
Mas nunca sou alvo do destino, enfim.
Nos detalhes da vida, sou atento vigia,
Sempre reparo, mas não sou observado.
Como um pintor que desenha com maestria,
Mas nunca sou tela, nunca sou retratado.
Sou sempre o artista, com alma e emoção,
Mas nunca a inspiração, a centelha, a canção.
Vivo nas sombras do que crio, do que faço,
Mas nunca sou luz, sou apenas o espaço.
Assim sigo meu caminho, com versos e cores,
Carregando em mim os sonhos e as dores.
Sou o eterno poeta, que do mundo se alheia,
Na busca incessante de ser, e não só ideia.
Ele veio do céu, imaculado, sofreu horrores sem merecer.
Quem sou eu para comparar o meu viver.
Os dias passam, a vida não perdoa, mas eu estou de pé.
Se tenho fé? Sim.
O dia terminou, amanhã eu começo outra vez!
Tudo passa!
A vida é um sopro em quanto ele existir, eu não desisto do que é importante em minha vida.
Em quanto eu respirar.
Pensamento de Islene Souza
Eu amo o passado e a História, sou fã do futuro e seus mistérios, mas procuro aproveitar o que o presente oferece. O tempo não irá parar para mim, mas eu posso parar para apreciá-lo. Enfim férias!
Se o vento sopra em seu rosto balançando seus cabelos
Sou eu pensando em você e se sentir uma alegria por dentro sou eu lembrando desse seu sorriso lindo
Se derrepente se surpreender tocando seus lábios lembrando meus beijos
Sou eu desejando te beijar
Sei que o vento te fez pensar em mim também num sopro te toca
Nosso amor é elemento fundamental do que somos em nós
Pergunte ao vento o quanto te amo
E o vento responderá sempre que sua brisa passar e de mim se lembrar.
Me lembro de quando eu era criança
Brincava debaixo do sol
Agora sou aduto vejo as rugas em meu rosto elas estão aparentes
O passado se foi !
A infância se foi, sinto ameaçado
O meus super heróis todos se foram
Sou ameaçado pela sombra do sol
Agora o sol já não brilha mais como
Era antes
Tudo passou tão depressa
Ontem eu era criança hoje sou um
Homem
O sol já não brilha mais como
era antes
O sol já não brilha mais como
era antes
Me lembro de quando era criança
O sol brilhava como um diamante
Agora já não brilha mais como era
Antes
A infância se foi, descobri que a gente
Deixa de ser criança muito cedo
O sol já não brilha mais como
era antes
Não brilha mais como era antes
Agora sou ameaçado pela sombra
Estou envelhecendo , não consigo
Mais carregar o fado da vida
Meu coração já não bate como antes
Minhas pernas já não tem força de
Quando eu era jovem
Vivi e aprendi com os idiotas e com os
Sábios, a vida de criança se foi!
Talvez amanhã Deus me leva embora
Se disser que a amo
Sou um criminoso e devo morrer por amar
Porisso o meu amor por ti eu escondi entre os versos desses meus poemas que irás queimas por desprezo teu
Pois os poetas não nasceram pra amar neste tempo
Meu amor por ti eu silenciei comigo o levarei
Quando repousar
Nesta vida não a mais lugar para os poetas que se apaixonam
Porisso aprisionei o meu amor como minha sentença pelo crime de ti amar.
Quem é você?
Eu sou aquele que sente medo
Sou aquele que possui sonho
Sou a realização do sonho
Daquela que um dia teve medo
Eu sou aquele que ama a vida
Que respira e pira.
Sou a inspiração que te inspira
Eu sou aquele que vive a vida
Eu sou o erro da equação
De dois corações que se amam
Eu fui fruto da paixão.
Hoje, os corações se partiram
Pois quem sou ainda não sei
Mas e você! Sabes quem é?
Alexandre C.
Poeta de Libra
Pensei em você hoje e nesse pensamentoo meu coração se alegrou, me questiona eu sou digno para te amar só que isso não importa o que me importa é te ver sorrir te ver transparecer com aquele lindo sorriso iluminado isso ilumina todos os meus dias de manhã só o fato de acordar e não te ter já me dá um grande aperto a falta de ar a respiração se ofegar e o medo toma conta do meu ser eu só preciso de uma chance na verdade só de uma oportunidade para te fazer feliz.
Eu sou o osso que trinca da mão do pugilista. Para o detetive uma pista. Minha doutrina é alquimista. Vivo entro sorrisos e vistas, acasos e sinas, você pode até chamar de loucura esse desapego a vida dura. É porque eu fortifico a estrutura, reintegro o que nos funda, avalio o que circunda, conecto o que semeia, é tipo saber que o ouro vale menos que o mel de uma abelha. Seres viciados no prazer, mas se não fosse isso qual o incentivo para viver? Estou cansado dessa parafernália. Esgoto a céu aberto, torres de concreto que nos tornam objetos. Francamente, é tudo uma questão de plantar e regar a cemente, quebrar as correntes que nos prendem e reatar os laços que nos rendem. Na sociedade, o lema é cada um com os seus problemas, cá estou eu com meus dilemas. Pintando o céu cinzento com as cores de safira, olhares se cruzam na vida. Sonhos e suas expectativas. Vale o lema: “também morre quem atira”. Aceno a bandeira branca em missão de paz. E se não houver acordo, utilizo utilizo armas que provocam perfurações e cortes profundos. Lutar pela vida é saber como viver. Aprender com cada ato que nos faz entender. É assim que resolvemos: uma conversa entre eu e você nos fará entender. Não tem briga quando a humildade habita. Procuro em sílabas maneiras de curar feridas.
Eu gosto de quem facilita as coisas. De quem aponta caminhos ao invés de propor emboscadas. Eu sou feliz ao lado de pessoas que vivem sem códigos, que estão disponíveis sem exigir que você decifre nada. O que me faz feliz é leve e, mesmo que o tempo leve, continua dentro de mim.
Eu quero andar de mãos dadas com quem sabe que entrelaçar os dedos é mais do que um simples ato que mantém mãos unidas. É uma forma de trocar energia, de dizer: você não se enganou, eu estou aqui. Porque por mais que os obstáculos nos desafiem o que realmente permanece, costuma vir de quem não tem medo de ficar.
Eu gosto de quem facilita as coisas. De quem aponta caminhos ao invés de propor emboscadas. Eu sou feliz ao lado de pessoas que vivem sem códigos, que estão disponíveis sem exigir que você decifre nada. O que me faz feliz é leve e, mesmo que o tempo leve, continua dentro de mim.
Eu quero andar de mãos dadas com quem sabe que entrelaçar os dedos é mais do que um simples ato que mantém mãos unidas. É uma forma de trocar energia, de dizer: você não se enganou, eu estou aqui. Porque por mais que os obstáculos nos desafiem o que realmente permanece, costuma vir de quem não tem medo de ficar.
Desconheço...
Sou eu poeta?
Cenário dolente...
Embora me divirta...
Aqui, coração que andou entre os homens, arranco...
Ando à deriva na fonte de muitos olhos...
Movendo-me aqui e agora entre contornos vivos...
A minha prisão de viver são perfumes de pecado...
A grande inteligência é sobreviver...
Entre o murmúrio dos esgotos...
Rotina...
De longos braços estendidos...
Velhos desejos recalcados...
Espantos e receios...
Escondidos em leitos sangrentos...
Disfarçados em diálogos sonolentos...
Provisórios dias do mundo a ti pergunto:
Sou eu poeta?
Desculpai-me esta face...
Serei eu só mais um fantasma de tudo?
Sandro Paschoal Nogueira
Hoje estou sendo ensinado; amanhã, sou eu quem ensinará. A vida é um ciclo constante de aprendizado e crescimento, onde cada experiência e lição que recebemos nos prepara para compartilhar nosso conhecimento e ajudar os outros. Reconhecer o valor de aprender com humildade hoje nos capacita a ensinar com sabedoria e empatia no futuro.
Identidade
Eu só tenho vinte minutos,
para finalmente escrever quem sou eu,
será que escrever é o meu medíocre apogeu?
Será isso, o nada, meu valor absoluto?
Como fui me meter nisso?
como pude ser comigo omisso,
Às vezes gera uma enorme confusão,
que necessitam de atenção.
Como é que o ser humano escolhe "ser"?
É só questão de crer?
Eu estava com a rima na ponta da língua, mas já a esqueci,
e no final, eu emudeci,
não há condição,
"ser" é uma confusão.
O tempo está passando,
e ainda não defini quem sou!
Eu só tenho quinze minutos,
para escrever quem sou eu.
Afinal, quem sou eu?
Eu vou ter um apogeu?
Faltam-se quantos minutos?
Como faz para definir meu valor absoluto?
(como faz para existir?)
Será normal sentir esse imenso tédio?
Tem remédio?
Ainda não sei quem sou,
nem defini quem sou.
Está tudo no mesmo lugar desde quando?
Assim é desde o início das temporadas?
O relógio volta a espernear os dez últimos minutos
Isso são mesmo minutos?
Acho que é o lirismo,
e talvez um pouco de sedentarismo.
Como posso descrever quem sou?
Não devo ter esse dom,
olhe para isso, nem escrevendo sou bom!
Volto-me a questionar-me;
quem sou eu, quem fui eu, quem um dia serei-me?
O relógio volta a bater,
agora, o que eu tenho a perder?
faltam-se cinco minutos,
essa pressão me tira o poder
(deixa eu tentar dizer o que penso dessa vida, enxuta)
Acho que já sei quem sou eu,
o relógio toca e parece que o tempo passou,
mas não posso escrever, o tempo já se excedeu,
será que nós próximos vinte minutos posso escrever quem sou?
Eu sou um prisioneiro do Progresso desleixado sem amor
Assassino da simplicidade
Que destrui a beleza que existia numa vida calma feliz
Com a ganância maldita
Ah tempos!
passado dos poetas estes admirados
Dos romances e os apaixonados da casinha de barro do homem do campo que sobrevivia somente com o necessário
Onde a vida era simples humilde e boa e sem vaidade
Sou prisioneiros do Progresso irritante e apressado sem tempo pra vida pro amor
Estou sentenciado a esta prisão de cidades asfaltos e muros
Desse barulho infernal
Que anuncia um futuro desgastante que se Deus quiser não farei parte.
Nunca quis ser mais duque ninguém,
Mas sou melhor duque o eu de ontem, e o eu de hoje, é inferior ao eu de amanhã.
Eu sou
Eu sou um vaso que alguém derrubou propositalmente de uma estante... Minha alma são os cacos; cada fragmento de porcelana é uma parte de mim. Confusos, embaralhados e quebrados.
Eu sou como o último gole doce de um café, tão doce como o mel, e o primeiro trago de um cigarro barato, amargo como o fel...
Eu sou um oceano violento, um vulcão em erupção. Eu sou como a primeira gota de orvalho, eu sou como a neve em dias quentes.
Eu sou, eu sou, eu sou...
As vezes você quer se distanciar, fugir ou tentar se encontrar, "Quem sou eu? O que eu sou?", Pra mim são perguntas muito frequentes, Não sei lidar com tudo que acontece na minha vida, Sinto que vivo como um ioiô, Minha vida vai e volta, Altos e baixos e na real a vida em si é assim, Tento conhecer coisas novas, pessoas novas, ser minha melhor versão mas ainda não sei "viver", Lidar com isso é bem difícil atualmente, As vezes me sinto incapaz, impotente como se nada fizesse sentido, Passei acreditar que realmente a vida não tem sentido, criamos uma ideia de "Felicidade", que não passa de um conjunto de coisas que nos fazem bem, Mas nem sempre estamos bem, Até mesmo quando tu está dando certo você se pega questionando tudo...
Sou Anjo ou Sou pessoa?
Largo uma lágrima ou um sorriso?
Ninguém sabe quem eu sou
Pois sou toda a gente
que uma lágrima já largou.
Eu sou Apaixonada pelo seu jeito bobo que me faz sorrir, pelos planos que fazemos pelo telefone, ou pelos Broncas que me dá por algo errado que fiz;
Eu Me apaixono por você todos os dias, a cada Boa noite, a cada Bom dia, ao acordar Meu Primeiro Pensamento é Você.!!
Raiane Rhianna.
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