Nao sei o que fazer tenho dois Amores
Boa noite,
amargo poema.
Tanto te evitei,
me escondi e fugi, mas agora tenho um pedido:
Esqueça só por hoje meu desprezo por ti, finja que dupla perfeita somos.
Deixe-me nos dedos,
o gosto dos versos mais profundos, verdadeiros, fortes, mas que seja de efeito rápido e sem muita dor.
O dia está quase nascendo, faça que os saibam,
tão bem que vos cite e em linhas eu possa descrevê-lo,
como quem tê-lo seja uma necessidade acima de meu querer,
a quantia feita para minha medida.
Faça-me aceitar.
Amargo poema, tente me convencer...
17/11, sempre será marcado nos meus dias como um dia especial. Eu sobrevivo, eu me superei, eu tenho vencido, nem eu achava que ia conseguir. E aqui estou. Grata aos Amigos que caminham comigo nessa história que pra mim é de superação e conquistas diária. E para os que duvidaram, que venham mais 80 anos, ou enquanto eu respirar. Eu estou conseguindo, e não pretendo deixar de lutar. O caminho é árduo e solitário e a gente as vezes até sangra, mas mantendo a mente aberta, o corpo ocupado, e o intuito de melhora todos chegaremos lá.
A certeza que muita gente me lê, é a quantidade de inimigos que tenho, pois é como já disse Martin Luther King: "Para ter inimigos, não precisa declarar guerras, apenas diga o que pensa."
Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é, aliás, a única que há. E capricho, ás vezes, em aprofundar essa náusea, como se pode provocar um vomito para aliviar a vontade de vomitar.
Um dos meus passeios predilectos, nas manhãs em que temo a banalidade do dia que vai seguir como quem teme a cadeia, é o de seguir lentamente pelas ruas fora, antes da abertura das lojas e dos armazéns, e ouvir os farrapos de frases que os grupos de raparigas, de rapazes, e de uns com outras, deixam cair, como esmolas da ironia, na escola invisível da minha meditação aberta.
E é sempre a mesma sucessão das mesmas frases... «E então ela disse...» e o tom diz da intriga dela. «Se não foi ele, foste tu...» e a voz que responde ergue-se no protesto que já não oiço. «Disseste, sim senhor, disseste...» e a voz da costureira afirma estridentemente «minha mãe diz que não quer...» «Eu?» e o pasmo do rapaz que traz o lanche embrulhado em papel-manteiga não me convence, nem deve convencer a loura suja. «Se calhar era...» e o riso de três das quatro raparigas cerca do meu ouvido a obscenidade que (...) «E então pus-me mesmo dia nte do gajo, e ali mesmo na cara dele — na cara dele, hem, ó Zé...» e o pobre diabo mente, pois o chefe do escritório — sei pela voz que o outro contendor era chefe do escritório que desconheço — não lhe recebeu na arena entre as secretárias o gesto de gladiador de palhinhas [?] «... E então eu fui fumar para a retrete...» ri o pequeno de fundilhos escuros.
Outros, que passam sós ou juntos, não falam, ou falam e eu não oiço, mas as vozes todas são-me claras por uma transparência intuitiva e rota. Não ouso dizer — não ouso dizê-lo a mim mesmo em escrita, ainda que logo o cortasse — o que tenho visto nos olhares casuais, na sua direcção involuntária e baixa, nos seus atravessamentos sujos. Não ouso porque, quando se provoca o vómito, é preciso provocar um.
«O gajo estava tão grosso que nem via a escada.» Ergo a cabeça. Este rapazote, ao menos descreve. E esta gente quando descreve é melhor do que quando sente, porque por descrever esquece-se de si. Passa-me a náusea. Vejo o gajo. Vejo-o fotograficamente. Até o calão inocente me anima. Bendito ar que me dá na fronte — o gajo tão grosso que nem via que era de degraus a escada — talvez a escada onde a humanidade sobe aos tombos, apalpando-se e atropelando-se na falsidade regrada do declive aquém do saguão.
A intriga a maledicência, a prosápia falada do que se não ousou fazer, o contentamento de cada pobre bicho vestido com a consciência inconsciente da própria alma, a sexualidade sem lavagem, as piadas como cócegas de macaco, a horrorosa ignorância da inimportância do que são... Tudo isto me produz a impressão de um animal monstruoso e reles, feito no involuntário dos sonhos, das côdeas húmidas dos desenhos, dos restos trincados das sensações.
Sabe,
para algumas pessoas eu sou uma amiga virtual. Para outras que conheço e tenho contato, uma amiga que as vezes está online e que batemos papo vez em quando.
Mas eu não sou um ser virtual.
Sou uma pessoa por trás da tela.
Me comunico com quem me adiciona, curto e quando tenho oportunidade, as vezes comento.
Agradeço quando sou carinhosamente citada e sempre que posso também respondo com todo o respeito e agradecimento.
Não bajulo ninguém, só gosto de fazer amizades que acredito que também podem ser feitas online como tantas que tenho há vários anos.
Sei que tem pessoas que já tentei me aproximar e não fui aceita. Não quis a minha amizade. Não tenho nenhum problema com isso. Acho até que de repente eu não me encaixo no perfil de amigos dessas pessoas. Mas não me sinto menos que elas.
E outras que me aceitaram, mas nunca curtiram nada e nem nunca responderam a um comentário meu.
Portanto, meus queridos, não curto quantidades, e sim, qualidades.
Se não fosse para interagir, eu estaria aqui sozinha escrevendo só para mim, e não, compartilhando os meus escritos com todos vocês que me curtem.
Agradeço de todo o coração quem está comigo, e os que não estão, continuo respeitando a todos eles, só que também deixei de interagir.
Fico na minha. Simples assim!
Alguns dizem que tenho a cara fechada de delegado de polícia, contrapondo-se a um coração manso e generoso.
Odeio as notícias e o tempo
Tenho dezenove anos e estou ardendo
Mas quando estamos dançando, eu estou bem
As mulheres preferem a mentira;
tenho a certeza disso , porque
se falo a verdade ,elas querem
me estropiar .
Tenho capacidade
Sexy clássico uma das coisas que me torna a ser uma beldade
Mãe Pai vocês são os culpados
Mas valeu apena
De ti
Se tenho alguma queda por ti ?.........
imagina !.......... nenhuma ,
sou é completamente acidentado
dum jeito que não há quem
possa ter exito em resgatar-me
de ti.
SERÁ QUE REALMENTE PERDOAMOS?
Se eu digo que perdoei alguém, logo tenho que realmente mostrar frutos de liberação de perdão, com atitudes e posicionamento, pois o verdadeiro perdão consiste em você olhar para a pessoa que lhe ofendeu ou desrespeitou de alguma maneira, e as lembranças que você tem da mesma, não te ferir mais, pois a mesma cicatrizou, e quando você se encontra com esta mesma pessoa na rua, ou em qualquer outro lugar, a presença dela não te dá mais mal estar, e nem te faz mal. Por isso se você diz que perdoou, não fale mal no anonimato, pois, nesse caso você estará enganando a pessoa e a si mesmo, porém de Deus, ninguém esconde e nem engana.
Tenho que ao acordar_me levar meus pensamentos nas coisas boas, esquecer das adversidades porque elas vêm para nos fortalecer. No entanto tenha. Um bom dia.
Replica de um poema de:
Ita Portugal.
""""""
Tenho falado mais que escuto,
Tenho ouvidos mudos
Para não escutar as palavras da angústia.
Nem deixar chegar
A maldade que assombra,
Nem me iludir com a força,
Já que a tal ilusão engana,
Não me enganar com mentiras,
Nem ficar confundido,
Atrair, quem se afastou por engano,
Dizer que não fiz nenhum plano
Que pudesse dentro de mim,
Me deixar doente.
Mesmo assim não me sinto livre.
Elvando
Meus sonhos...
Eu tenho tido sonhos maravilhosos, se eu contar ninguém vai acreditar,
então eu os guardo só para mim.
Deus! Obrigado, somente o Sr. sabe tudo sobre mim.
Sérgio Cancioneiro
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